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Encontros GT da Psico

0 Comentário em 17 - março - 2015

GTpsicologia

No ano em que ficou marcado pela participação de uma menina fora dos padrões de concursos do tipo (leia mais aqui), o Garota Verão elegeu a sua primeira vencedora negra. Gabrielle Martins Rosa, 15 anos, de Torres, conquistou o time de jurados com beleza, desenvoltura e carisma. Ao lado de Marilinda Corrêa (primeira princesa), de Santa Maria, e Francielle Reis (segunda princesa), de Porto Alegre, ela representará o encanto da mulher gaúcha ao longo do ano.

— É uma honra representar a minha raça em um concurso de beleza. Acho importante mostrar toda essa mistura que temos aqui — declara Gabrielle.

A participação no Garota Verão foi um acaso. Por questões financeiras, ela se viu obrigada a desistir de uma viagem a São Paulo, onde encontraria representantes de agências de modelos. Já que ficou em Torres, resolveu se inscrever na seletiva do concurso.

Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/entretenimento/noticia/2015/03/veja-o-perfil-das-vencedoras-do-garota-verao-2015-4710172.htmlgarota Verão

Nossa Guru Profª drª Petronilha foi convidada a fazer parte do corpo docente da  Stanford University nos Estados Unidos por 4 meses.

Nos sentimos orgulhosos, parabéns Petrô.petrô

Uma forma de preservar as tradições, idiomas, conhecimentos e valores dos primeiros negros africanos escravizados trazidos para o Brasil, as religiões de matriz africana foram incorporadas à cultura brasileira e se tornaram uma importante característica da identidade nacional. Entretanto, o racismo ainda tenta impedir o culto à ancestralidade negra tornando seus adeptos vítimas recorrentes do preconceito e da intolerância.

Visando coibir outras atitudes discriminatórias e, como um ato em homenagem a Mãe Gilda, símbolo de um dos casos mais marcantes de preconceito religioso no país, em 2007 foi sancionada a Lei nº 11.635 que faz do 21 de janeiro o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa. A data, que é celebrada por todos os praticantes das religiões de matriz africana, serve ainda como reflexão e motivação na busca pela liberdade do culto religioso e combate ao racismo.

O limite da intolerância – Em outubro de 1999 o Brasil testemunhou um dos casos mais drásticos de preconceito contra os religiosos de matriz africana. O jornal Folha Universal estampou em sua capa uma foto da Iyalorixá Gildásia dos Santos e Santos – a Mãe Gilda – trajada com roupas de sacerdotisa para ilustrar uma matéria cujo título era: “Macumbeiros charlatões lesam o bolso e a vida dos clientes”.  A casa da Mãe Gilda foi invadida, seu marido foi agredido verbal e fisicamente, e seu Terreiro foi depredado por evangélicos. Mãe Gilda não suportou os ataques e, após enfartar, faleceu no dia 21 de janeiro de 2000.

Confira o que outras líderes religiosas falam sobre intolerância religiosa:

Leia a matéria completa em: Hoje na História, 21 de janeiro – Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa – Geledés
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Mãe Stella – Mãe Stella de Oxóssi, Ialorixá do terreiro Ilê Axé Opó Afonjá, fundado em 1910 em São Gonçalo do Retiro-BA, afirma que sua luta é, e sempre será, pela igualdade de direitos: “Sigo esforçando-me para que a religião trazida pelo povo africano ao Brasil seja devidamente respeitada”.

Leia a matéria completa em: Hoje na História, 21 de janeiro – Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa – Geledés
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Mae-Stella
FONTE: http://www.geledes.org.br/hoje-na-historia-21-de-janeiro-dia-nacional-de-combate-intolerancia-religiosa-2/#axzz3PTEYV3KS