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Em seus trabalhos mais recentes, Jean-Pierre Dupuy, matemático e filósofo francês, procura fazer com que a sociedade repense o uso da tecnologia para utilizá-la conscientemente, sem focar no uso de armas de destruição em massa. Ele questiona o fato de que, mesmo com a evolução tecnológica atual, pouco se investe na redução de problemas mundiais, como a miséria, a injustiça, a violência e a guerra.

O filósofo é bastante conhecido no Brasil, uma vez que morou por vários anos e participou de diversas palestras e seminários por todo o país. Por isso, muitos intelectuais brasileiros acreditam que ele possui uma visão local bastante apurada e honesta sobre a nossa sociedade.

O profeta da catástrofe

Entre as suas publicações está o livro O Tempo das Catástrofes – Quando o impossível é uma certeza (Editora É Realizações, 2011), no qual Dupuy leva o leitor a refletir sobre a possibilidade de que catástrofes aniquiladoras venham a ocorrer. Embora assuma o rótulo de “profeta da catástrofe”, o escritor não deseja que elas aconteçam, pelo contrário, espera que suas “previsões” estejam erradas. O que ele busca é justamente fazer com que se entenda criticamente o fatalismo e a nossa frivolidade.

Sobre o XIV Simpósio

O XIV Simpósio Internacional IHU Revoluções Tecnocientíficas, Culturas, Indivíduos e Sociedades busca analisar o sentido, as implicações e os desafios teóricos e práticos da contemporaneidade tecnocientífica para a vida, como os impactos da tecnociência no conceito de natureza humana e os novos modos de produção sobre a vida humana e o planeta.

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