Entre os países emergentes atuais, a China destaca-se por crescer a taxas invejáveis e por se manter longe da crise financeira mundial. Mundialmente, chineses são conhecidos por suas condições de trabalho, em que as jornadas são prolongadas, as mulheres são discriminadas e as crianças precisam trabalhar. Embora lá a palavra de ordem seja “A China precisa crescer”, não são só os chineses que dependem dessa produção, mas todo o mundo.

As mercadorias viajam e, em algum lugar do planeta, precisam realizar seu destino: transformar-se em dinheiro. Vende-se no camelódromo às margens do Guaíba o mesmo que em Ciudad del Este, no centro de Capão da Canoa ou nas Ramblas catalãs, nos “turcos” de São Borja as mesmas quinquilharias encontradas no Time Square ou nas lojinhas do Quartier Latin.

Esse ciclo que ocorre desde o oriente e vai até o ocidente vai ser o tema da palestra “As relações entre Brasil e China sob o ponto de vista da globalização popular”, da Profa. Dra. Rosana Pinheiro-Machado. O evento faz parte do IHU Ideias, e acontece no dia 3 de maio, a partir das 17h, na sala Ignacio Ellacuría e Companheiros, no IHU.

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