Faz parte da natureza da doença mental a perda dos laços sociais. Muitas vezes, o doente é excluído da sociedade pela própria família em hospícios ou até mesmo em casa, tornando como maior desafio a (re)construção das redes de sociabilidade do paciente. O que muitos se esquecem de considerar é que, em diversos casos, o ambiente e as redes sociais em que o doente se encontra podem ser as melhores maneiras de recuperação.

É disso que fala o texto “Redes sociais e enfrentamento do sofrimento psíquico: sobre como as pessoas reconstroem suas vidas” do professor e doutor Breno Augusto Souto Maior Fontes no “Cadernos IHU Ideias”, publicação do Instituto Humanitas Unisinos- IHU.

O professor Breno explica a importância das redes sociais em entrevista à IHU On-Line: “pessoas com transtorno mental podem acionar apoio (de diversos tipos) a partir de suas redes. O que significa que há uma chance de pessoas com redes mais densas terem mais capacidade de enfrentamento de seus problemas decorrentes do adoecimento”.

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