“A tarefa prioritária não é mais somente ler os documentos do Vaticano II, obviamente tributários do contexto dos anos 1960[…] o principal desafio consiste hoje em aprofundar-se nas maneiras de proceder que o Concílio soube inventar”, afirma Christoph Theobald, teólogo jesuíta na edição nº dos Cadernos Teologia Pública intitulado As grandes intuições de futuro do Concílio Vaticano II: a favor de uma “gramática gerativa” das relações entre Evangelho, sociedade e igreja.

De acordo com Theobald, “Para seguir o trabalho eclesiogenético que acaba de ser traçado, é preciso, pois, inspirar-se numa maneira de proceder que se enraíze firmemente no modus agendi do próprio Cristo e de seus apóstolos, tal como foi retraçado na segunda parte de Dignitatis humanae”.

Christoph Theobald é Professor de Teologia Fundamental e Dogmática nas faculdades jesuítas do Centre Sèvres (Paris), também é diretor da revista Recherches de Science Religieuse e colaborador em diversas redes de reflexão teológica. Dentre seus escritos, destacam-se as seguintes obras: A revelação (2002), Transmitir um Evangelho de Liberdade (2007), ambas publicadas no Brasil pelas Edições Loyola, e O cristianismo como estilo: uma maneira de fazer teologia na pós-modernidade (2007).

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Informações pelo telefone (51) 3590 8247.

A partir de 21 de junho de 2013 esta edição estará disponível na íntegra, no sítio do IHU, em PDF.

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