Entre o dia 14 a 18 de outubro, mais de 165 leitores do Instituto Humanitas Unisinos – IHU assinaram o “Manifesto de Cristãos e cristãs evangélicos/as e católicos/as em favor da vida e da vida em Abundância”, divulgado no sítio e no blog do IHU.

O Manifesto, com mais 674 assinaturas, foi entregue, na noite de ontem, no Teatro Casa Grande, no Rio de Janeiro, a Dilma Rousseff.

Dom Tomás Balduíno, bispo emérito de Goiás e presidente honihário da CPT nacional assinou o manifesto. Em entrevista para a IHU On-Line, Balduíno afirmou que  “a questão não é o amor à Dilma, mas o ódio ao projeto de Serra. A opção por Dilma é simbólica, o significado da opção por Dilma é o mesmo de Lula, é a possibilidade da caminhada dos Sem Terra, dos negros, dos índios sem repressão”.

A postagem publicada no dia 14 em nosso Blog surtiu diversos comentários dos leitores. O leitor Izair de Souza concorda e apoia este manifesto. ” Como diz um velho ditado: A união faz a força”, afirma.

“Concordo com o manifesto. Não estamos elegendo o Papa e nenhum bispo. O Estado é laico e precisa garantir a liberdade religiosa, as expressões religiosas de qualquer cultura, inclusive a afro. Respeito à pessoa como pessoa e não como objeto de manipulação”, afirma Maria.

O Padre Joselio de Azevedo afirma: “Voto em Dilma. Vamos em frente para um Brasil de vida e dignidade humana”. Para a leitora Cleusa Canuto o manifesto deveria ser lido no Horário Político, “com a citação de muitos nomes quem presa pelo dialogo ecumênico e inter-religioso” e critica: “A imprensa diz que o PT está aniquilando o direito a liberdade de imprensa. E eles o que fazem? Usam a imprensa de uma maneira sórdida e mesquinha para atingir pessoas que não conseguem obter informações por outros meios.Que não buscam descobrir a verdade e repete tudo que é dito como papagaios sem nenhuma fundamentação. É por isso que no dia 31 eu votarei 13, pois quero contribuir para a história do crescimento do Brasil”.

Assinam o manifesto, entre ouros, D. Tomás Balduíno, Pedro Casaldáliga, Jether Ramalho, Marcelo Barros, Luiz Alberto Gómez de Souza, Cândido Mendes, Chico César, Nancy Cardoso, Roberto Zwetsch, Luiz Carlos Susin, Inácio Neutzling, Frei Betto, Ivone Gebara, Ildo Perondi, Oscar Beozzo, Benedito Ferraro. Além disto, estima-se que mais de 5000 pessoas assinaram o manifesto por todo o Brasil, incluindo intelectuais e artistas, como Marilena Chauí, Emir Sader, Antonio Grassi, Chico Buarque e Barretão.

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