No dia 15 de julho de 1976, foram assassinados, conjuntamente, Simão Bororo e Rodolfo Lünkenbein, padre salesiano, em Meruri, Mato Grosso.

Simão Bororo, defendia a comunidade indígena Bororo no processo de demarcação de suas terras. Entrou na frente de um tiro destinado ao padre Rodolfo Lünkenbein.

Padre Rodolfo Lünkenbein, Diretor da Missão Salesiana de Meruri, MT, defendia a comunidade indígena Bororo no processo de demarcação de seu território.

Quatro outros Bororo foram baleados naquele triste dia: José Rodrigues Boiadowu, Gabriel dos Santos Bakoro Kudu, Lourenço Rondon e Tereza Bororo, mãe de Simão Cristino.

Um grande temor tomou conta de todos. Porém, aquilo que deveria ser o fim da esperança foi, pelo contrário, o início de uma nova e promissora etapa.

A reserva foi demarcada no mesmo ano e todos os ocupantes não índios abandonaram a área. Hoje, um território de 82 mil hectares, devidamente homologado e registrado, é somente dos Bororo.

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