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Políticas públicas e participação política pós-soberana será o tema da palestra realizada pela Profa. Dra. Francini Lube Guizardi que ocorrerá no dia 26 de agosto, na Sala Santander, no campus de Porto Alegre da UNISINOS.

A pesquisadora destaca que a integralidade tem como definição a requisição de uma interação democrática. “ou seja, garantir o direito à saúde em uma perspectiva integral, e não apenas garantir o direito à saúde, mas todo o direito do cidadão como um todo”, ressalta Francini.

Dentro deste contexto, verifica-se que políticas públicas são conjuntos de programas, ações e atividades desenvolvidos pelo Estado direta ou indiretamente, com a participação de entes públicos ou privados, que visam assegurar determinado direito de cidadania, de forma difusa ou para determinado seguimento social, cultural, étnico ou econômico.

Além deste evento, a professora ministrará a palestra Democratização, sociabilidades e a vida nas metrópoles no dia 25 de agosto na Sala Ignacio Ellacuría e Companheiros – no IHU, das 19h30min às 22h, no Campus da Unisinos São Leopoldo.

As atividades fazem parte do 2º Ciclo de Estudos Metrópoles, Políticas Públicas e Tecnologias de Governo. Territórios, governamento da vida e o comum que tem como objetivo identificar as expressões, manifestações e lutas de resistência das populações metropolitanas.

Francini Lube Guizardi – Foto: http://bit.ly/1Jyx5Lw

Francini Lube Guizardi é graduada em Psicologia pela Universidade Federal do Espírito Santo, mestre e doutora em Saúde Coletiva pela Universidade do Estado do Rio de JaneiroUERJ. Atualmente é pesquisadora em saúde pública da Fundação Oswaldo Cruz, da Fiocruz  Brasília. Compõe o Núcleo de Estudos em Democratização e Sociabilidades na Saúde – NEDSS e o Laboratório de Pesquisas sobre Práticas de Integralidade em Saúde – LAPPIS. Tem experiência na área de Saúde Coletiva, atuando principalmente nos seguintes temas: políticas públicas de saúde, participação política e controle social em saúde.

Além dessas relações entre metrópole e políticas públicas, o ciclo abordará a metrópole enquanto uma realidade produtiva, como a fábrica de hoje, o lugar da multidão e suas resistências. Isso tudo, somado à mudança do paradigma produtivo, que colocou o comum e a lógica de multidão, de redes, da circulação, da multiplicidade como fonte de toda e qualquer inovação, torna não só relevante como também necessária a retomada de formas de organização da vida em sociedade e, portanto, das metrópoles, a partir do comum.

As atividades ocorrerão até o dia 5 de novembro, confira a programação.

 

Por Fernanda Forner

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