Ainda restam cinco dias para que a sociedade se conscientize e vote durante o Plebiscito pelo Limite da Propriedade de Terra. O debate, que deve habitar todas as áreas da sociedade, pode contribuir para a diminuição de desigualdades e injustiças no campo e na cidade.

“A questão da terra no Brasil permanece como um problema que até hoje não foi resolvido.  Nenhum governo brasileiro teve coragem de enfrentar o latifúndio brasileiro, nem o governo Lula”, afirma o doutor em sociologia e pesquisador do Centro de Pesquisa e Apoio aos Trabalhadores (CEPAT), Cesar Sanson. De acordo com ele, a importância do Plebiscito reside no fato de que contribui para o debate acerca da democratização do acesso à terra no Brasil.

Para a professora doutora e coordenadora do programa Teologia Pública, do Instituto Humanitas Unisinos, Cleusa Maria Andreatta, a participação no Plebiscito é uma questão de consciência e responsabilidade. “É também sinal de solidariedade e lealdade com as gerações de hoje e amanhã, tendo em vista que o limite da propriedade significa melhores condições de vida”, afirma. Cleusa salienta que participar do Plebiscito e engajar-se pessoalmente é “pôr em prática o compromisso com a democracia”.


Estão sendo disponibilizadas três urnas para a votação na Unisinos entre os dias 1º e 6 de setembro, já que 7 é feriado. Duas urnas estão disponíveis das 8h30min às 22h, sendo uma em frente ao IHU durante o dia e no portão central da universidade à noite, e, outra, em frente ao DCE. A terceira urna estará no Centro 2, próximo ao viaduto de acesso ao estacionamento dos ônibus.

2 Respostas

  1. […] e brasileiras puderam se manifestar a favor ou contra a limitação da propriedade da terra no Plebiscito Popular organizado por movimentos e pastorais sociais, centrais sindicais e outras entidades. O site do IHU […]

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