O aquecimento global está deslocando a preocupação com o futuro da vida na Terra para o centro das atenções, a ponto de se tornar um novo eixo axial. E com ele, nos descobrimos umbilicalmente ligados ao Planeta Terra a tal ponto que é a nossa casa. O Planeta não é um barco que podemos abandonar quando começar a afundar. Mais do que nunca, torna-se válida a divisa de que somos terráqueos e, portanto, cidadãos do mundo.
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A crise ecológica significa o fracasso da nossa civilização assentada sobre a ideia do progresso infinito e linear, na concepção dominadora de poder e sobre a crença do não esgotamento dos recursos naturais limitados e não renováveis. Uma sociedade sustentável exige mudanças drásticas e urgentes no nosso modo de produzir e consumir que questionem a lógica imposta pela sociedade industrial e que nasçam de uma visão holística da vida e do nosso lugar no Planeta. Assim, espera-se que, no mínimo, possa-se alertar para as evidências de que algo não está de acordo na Terra e que as atividades precisam ser pensadas sob uma ótica de sustentabilidade.
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Por isso, o Instituto Humanitas Unisinos – IHU apresentará o Ciclo de Filmes e Debates: Sociedade Sustentável no Cinema com o objetivo de compreender o caráter e o significado da crise ecológica a partir de obras cinematográficas, filmes e documentários, que abordam o tema na perspectiva de contribuir com a adoção do princípio da “ecologia da ação”. O público-alvo prioritário do presente projeto constitui-se de sujeitos envolvidos diretamente no enfrentamento da pobreza e na emancipação das pessoas, tais como, líderes comunitários, conselheiros municipais, agentes públicos das diferentes secretarias e participantes de grupos de geração de trabalho e renda. O ciclo iniciará em 13 de março de 2012, às 19h 30min com o filme A era da estupidez (The age of stupid) na direção de Franny Armstrong.
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Confira toda a programação do evento no sítio do IHU.
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