A árvore da vida” aproxima o foco na relação entre pai e filho de uma família comum, e expande a ótica desta rica relação, ao longo dos séculos, desde o Big Bang até o fim dos tempos. A obra conta uma fabulosa viagem pela história da vida e seus mistérios, que culmina na busca pelo amor altruísta e o perdão. “Há quem diga que Malick é superestimado, quem considere A Árvore da Vida uma obra-prima e quem pensa que o diretor transcende o cinema, tornando-se um filósofo“, escreve Flavia Guerra.
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Para Carlos Helí de Almeida, Malick parece não ter feito grandes alterações no seu sistema de trabalho. Houve muita improvisação no set de “A Árvore da Vida”, espécie de ensaio poético e filosófico sobre as forças que regem a vida a partir do impacto da morte de um dos três filhos de um casal, nos anos 50.
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Considerado um dos melhores filmes de 2011, A árvore da vida causa impactos e opiniões divergentes nos espectadores mais críticos. James Martin, editor de cultura da revista dos jesuítas dos EUA, afirma que, essencialmente, o filme trabalha em (pelo menos) dois níveis: como uma história e como uma meditação. A história, contada elipticamente, é bastante simples. Como meditação, Malick se atreve a fazer grandes perguntas e a perguntá-las diretamente, sem rodeios, em narrações que tomam a forma de monólogos interiores. Ou, mais precisamente, tomam a forma de uma oração: muitas vezes vemos pessoas ajoelhadas.
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O filme será exibido durante o XIII Simpósio Internacional IHUIgreja, Cultura e Sociedade, no primeiro dia (02/10), às 09h30min, no Auditório Central da Unisinos, juntamente com o filme “O Sacrifício“, de Andrei Tarkovski. Confira a programação completa e mais informações sobre o evento no sítio.
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Confira o trailer do filme.
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Por Luana Taís Nyland
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