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A biotecnologia reúne elementos da genética, biologia molecular, bioquímica, engenharia química, robótica, bioética, biodireito, entre outros, para a produção de materiais utilizados na indústria, na medicina ou na agricultura.

Entre estes, a agricultura é um dos que mais é estudado, já que as pesquisas buscam a modificação de genes para desenvolver variedades de produtos enriquecidos nutricionalmente ou para torná-los mais tolerantes a certos tipos de herbicidas.

Este é um dos assuntos que a Profa. Flávia Costa, doutora em Ciências Sociais pela Universidad de Buenos Aires – UBA, irá tratar durante a conferência “Corporeidade e biotecnologias”, evento que faz parte do XIV Simpósio Internacional IHU – Revoluções Tecnocientíficas, Culturas, Indivíduos e Sociedades. A modelagem da vida, do conhecimento e dos processos produtivos na tecnociência contemporânea.

Professora e pesquisadora na mesma Universidade e no Instituto de Altos Estudios Sociales (IDAES), na Universidad Nacional de General San Martín (UNSAM), é coordenadora do seminário Comunidad, biopolítica, cuerpo, na UBA. É editora da revista eletrônica Papeles de trabajo, do IDAES. É tradutora, junto com o professor Edgardo Castro, de Giorgio Agamben, tendo traduzido O Reino e Glória e A potência do pensamento, entre outros. Pesquisa as relações entre biopolíticas e biotécnicas, no marco do desenvolvimento da episteme das informações, das transformações e da governabilidade ao longo do século XX. Escreveu Las anfíbias (Buenos Aires: Adriana Hidalgo, 2009) e é tradutora com Edgardo Castro e Mercedes Ruvituso de Homo sacer (Buenos Aires: Adriana Hidalgo, 2008).

Sobre o XIV Simpósio Internacional

XIV Simpósio Internacional IHU – Revoluções Tecnocientíficas, Culturas, Indivíduos e Sociedades busca analisar o sentido, as implicações e os desafios teóricos e práticos da contemporaneidade tecnocientífica para a vida, como os impactos da tecnociência no conceito de natureza humana e os novos modos de produção sobre a vida humana e o planeta. A programação completa pode ser conferida aqui.

Interessados em participar escrevam seus trabalhos aqui.

Por que e como são feitas escolhas coletivas que lidam com a escassez de recursos na saúde? De que forma a sociedade conceitualiza e avalia as disparidades na saúde? Quem são os responsáveis pelos aspectos deste importante problema social?

Estas são algumas das questões que a Profa. Dra. Jennifer Prah Ruger, da Yale School of Public Health nos EUA, busca responder.

A doutora em Políticas de Saúde da Universidade de Harvard participará no dia 22 de outubro do XIV Simpósio Internacional IHU. Revoluções Tecnocientíficas, Culturas, Indivíduos e Sociedades. A modelagem da vida, do conhecimento e dos processos produtivos na tecnociência contemporânea, onde irá tratar do tema “Paradigma de capacitação em saúde”.

Sobre a autora

Jennifer Prah Ruger é uma das principais pesquisadoras no campo global e doméstico da saúde pública conduzindo estudos empíricos e teóricos sobre a equidade na saúde e a redução global de desigualdades na saúde coletiva, interessando-se pelas populações mais empobrecidas no mundo, especialmente mulheres e crianças. Ao longo de sua carreira, ela realizou pesquisas internacionais em locais como Ghana, Índia, Indonésia, Malásia, Marrocos, Coréia do Sul, África do Sul, Vietnã e Estados Unidos.

A autora possui mais de 90 trabalhos publicados, sendo que muitos já foram citados por órgãos e instituições internacionais como a Organização das Nações Unidas (ONU), o Banco Mundial e a Organização Mundial da Saúde (OMS), além de já ter recebido prêmios de grande destaque na área da saúde.

Em uma das suas últimas obras, Saúde e Justiça Social, Ruger realiza uma espécie de guia sobre o paradigma de capacitação em saúde, avaliando a forma como a sociedade toma decisões e realiza ações que causam grandes impactos ao acesso à saúde.

A conferência irá ocorrer a partir das 10h45 às 12h no dia 22 de outubro (quarta-feira).

Sobre o XIV Simpósio Internacional

XIV Simpósio Internacional IHU – Revoluções Tecnocientíficas, Culturas, Indivíduos e Sociedades busca analisar o sentido, as implicações e os desafios teóricos e práticos da contemporaneidade tecnocientífica para a vida, como os impactos da tecnociência no conceito de natureza humana e os novos modos de produção sobre a vida humana e o planeta.

A programação completa e a inscrição pode ser conferida aqui.

Interessados em participar escrevam seus trabalhos aqui.

Patrono e fundador da Fundação ÉTNOR (Ética dos negócios e organizações), Jesús Conill participará do “XIV Simpósio Internacional IHU: Revoluções tecnocientíficas, culturas, indivíduos e sociedades”, que acontece entre os dias 21 e 23 de outubro. O filósofo e professor de Filosofia Moral e Política da Universidad de Valencia participará de uma conferência no dia 21 de outubro, às 14h30min, onde falará sobre os marcos e ferramentas éticas nas tecnologias de gestão.

O “XIV Simpósio Internacional IHU: Revoluções tecnocientíficas, culturas, indivíduos e sociedades” aborda os desafios, paradoxos e contradições que a humanidade se defronta nos marcos da civilização tecnocientífica. De um lado, conquistas admiráveis no campo da ciência, da produção, da cultura; de outro, desenvolvimento de mercados da guerra cada vez mais poderosos. Para conferir a programação completa, clique aqui.

 Sobre Jesús Conill

Prof. Dr. Jesús Conill é um filósofo espanhol e professor de Filosofia Moral e Política na Universidad de Valencia. Ele também é patrono e fundador da Fundación ÉTNOR, que surgiu em 1991 com o intuito de difundir e promover a ética organizacional. Jesús Conill foi bolsista do D.A.A.D (sistema de bolsas de estudo alemão) em Munique, e desenvolveu diversos projetos nas Universidades de Bonn, Frankfurt a.M., St. Gallen (San Galo) e Notre Dame. Entre suas obras estão El tiempo en la filosofía de Aristóteles. Un estudio dedicado especialmente al análisis del Tratado del Tiempo (1981), El crepúsculo de la Metafísica (Barcelona: Anthropos, 1988), El poder de la mentira. Nietzsche y la política de la transvaloración (Madrid: Tecnos, 1997), Horizontes de economía ética. Aristóteles, Adam Smith, Amartya Sen (Madrid: Tecnos, 2004), Ética de los medios. Una apuesta por la ciudadanía audiovisual (Barcelona: Gedisa, 2004) e seu título mais recente, Ética Hermenéutica. Crítica desde la facticidad (Madrid: Tecnos, 2006).