Arquivos da categoria ‘Teologia’

No dia 3 de outubro o jesuíta, astrônomo e ex-diretor do Observatório Vaticano, Prof. Dr. George Coyne estará presente no XIII Simpósio Internacional IHU: Igreja, Cultura e Sociedade. Será possível conferir o trabalho do também teólogo e filósofo norte-americano em dois momentos. Primeiramente em Implicações da evolução científica para as semânticas da fé cristã, que acontecerá a partir das 9 horas. Depois, a partir das 19h30min em Fé e ciência: um diálogo possível? Onde George Coyne participará de um debate com o Prof. Dr. Marcelo Gleiser, físico e profesor
na Darthmouth College/EUA.
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Pe. Coyne é professor na Arizona University e em seus estudos defende que embora fora criado por Deus, o Universo já tinha os elementos necessários para crescer por conta própria, chamando essa linha de pensamento de “Universo Fértil” e não vê uma posição conflitante entre ciência e religião, como pode ser visto na entrevista Dançando com as estrelas que está disponível no site do IHU.
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Inscreva-se aqui para o XIII Simpósio Internacional IHU: Igreja, Cultura e Sociedade.
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Para inscrições de estrangeiro envie um email para simposioihu@unisinos.br
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Por Wagner Altes

O  Prof. Dr.  Roger Haight estará presente no XIII Simpósio Internacional IHU: Igreja, Cultura e Sociedade abordando a temática da religião nos tempos modernos com a palestra Seguir a Cristo em uma era científica.
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O teólogo jesuíta norte-americano já publicou diversas obras envolvendo questões da teologia na cultura moderna e assuntos como a Teologia da Libertação, a Eclesiologia e a Cristologia.  Atualmente ele leciona na Union Theological Seminary de Nova York.
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Autor do Livro Jesus Symbol of God (Jesus, Símbolo de Deus, Paulinas, 2003) que foi duramente criticado pela Congregação para a Doutrina da Fé e seu então presidente Joseph Ratzinger(atualmente Papa Bento XVI) por suas teses presentes nesse livro. Em Jesus, Símbolo de Deus, Haight teorizou sobre a legitimidade de certos dogmas da Igreja em função de muitas pessoas que deixaram e deixam o Catolicismo nos Estados Unidos por não haver respostas adequadas aos seus questionamentos.
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No dia 4 de outubro a partir das 10:45 ele estará no XIII Simpósio Internacional IHU: Igreja, Cultura e Sociedade.
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Por Wagner Altes
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Para ler mais

Com os avanços tecnológicos, acabamos passando mais tempo conectados e no “mundo on-line” pela facilidade e diversas possibilidades que a rede nos permite. O jesuíta e ciberteólogo, Antônio Spadaro recebe destaque por seus estudos sobre as novas tecnologias de comunicação, sendo considerado um dos principais pesquisadores da área. Ele afirma que pode existir uma relação entre espiritualidade cristã e ambiente digital e, no blog chamado Cyberteologia, desenvolve o conceito para expressar “a inteligência da fé no tempo da rede” e descreve alguns temas, como de que forma o cyberespaço reflete o nosso desejo pelo divino e a decodificação de Deus a partir de todas as informações que provêm da internet.
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Além disso, Spadaro é diretor da conceituada revista italiana La Civiltà Cattolica, professor no Centro Interdisciplinar de Comunicação Social da Universidade Gregoriana de Roma e desenvolve trabalhos nas áreas da crítica literária, música, cinema e arte.
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“Ele parte de um princípio interessante, de que a técnica não é um instrumento neutro e que a internet não é um simples exercício na técnica, ou seja, neutra. Mas, sim, que esta é um ‘novo contexto existencial’ e que o desafio da igreja não é o modo de usar bem a rede ‘como se acreditava’, mas ‘como viver bem o tempo da rede’”, comenta Thamiris Magalhães, mestranda da Unisinos e participante da linha de pesquisa do PPGCCOM, que coincide com a de Spadaro, intitulada Midiatização e Processos Sociais.
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Antônio Spadaro estará presente no XIII Simpósio Internacional IHU, com a conferência “A semântica do Mistério da Igreja no contexto da(s) gramática(s) da midiatização”, no dia 03 de outubro, a partir das 14h.
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Por Mariana Staudt
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Para ler mais:

Referência nas áreas de Cristologia, Antropologia Teológica, Teologia Trinitária e Teologia Cristã das Religiões, Manuel Hurtado dissemina estudos de destaque, como o sobre Teologias Índias, fator em ascensão na América Latina e rompendo fronteiras. “As Teologias Índias convergem no esforço de pensar, meditar e reflexionar tudo o que concerne a Deus e ao mais profundo da vida do homem crente de nossas terras americanas”, assinala o teólogo.
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Doutor em teologia pelas Faculdades Jesuítas de Paris, na França, Hurtado defendeu a tese intitulada La doctrine de l’Incarnation en théologie chrétienne des religions: Ses enjeux pour le débat contemporain (A doutrina da Encarnação na teologia cristã das religiões: suas contribuições para o debate contemporâneo). Também é professor na Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE), em Belo Horizonte, além de ser um dos responsáveis pelo projeto Diálogo Inter-religioso na Teologia Recente, que trata de pesquisar os principais teólogos que se dedicam a este diálogo e discutir as principais tendências. Para Hurtado, é tarefa da cristologia contemporânea compreender a medição, a humanidade do homem e a humanidade de Deus.
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Em outubro, o teólogo participará do XIII Simpósio Internacional IHU, apresentando “Dizer o mistério da Igreja ao estilo de Jesus. Em busca de novas interlocuções com a cultura contemporânea”. Para mais informações, é só acessar o nosso sítio.
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Por Mariana Staudt

“Diante da gravíssima crise econômica que vivemos hoje, Merton por sua vida, obra e morte, inspira-nos a adotarmos um estilo de vida mais sóbrio, mais partilhado, mais respeitador da alteridade e da diversidade. Inspira a estendermos o conceito de compaixão e opção preferencial pelos pobres também ao planeta Terra, fragilizado e ferido de morte. Vivemos um momento purificador da humanidade, em que a ganância dos ricos foi golpeada duramente. Talvez a duras penas todos aprendamos a ascese monástica que Merton praticou nos 27 anos de vida religiosa: viver com sobriedade, desfazendo-nos do supérfluo, para que todos possam ter vida”, respondeu Getulio Bertelli sobre a importância de Thomas Merton (foto) após os 40 anos de sua morte, na entrevista concedida para a IHU On-Line.
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Segundo Bertelli, apesar de incompreendido pelos superiores hierárquicos, impedido pelo Vaticano de transferir-se para a América Latina, Merton decidiu permanecer “filho de uma Igreja contestada”, como escreve Antonio Merino, a respeito de São Francisco de Assis. Merton também “sabia que a Igreja é frágil… inclusive a hierarquia é composta de pessoas limitadas, que devem ser compreendidas e ajudadas, mas das quais não se deve desertar, e que muito menos se deve detestar”.
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Para falar sobre “O Mistério da Igreja e o silêncio de Deus. Uma reflexão a partir de Thomas Merton“, o Prof. Dr. Getúlio Antonio Bertelli – UNESPAR-PR virá à Unisinos participar do XIII Simpósio Internacional IHU, no dia 2 de outubro. Para maiores informações sobre o evento, acesse o sítio do IHU.
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Por Luana Taís Nyland