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“Os seres humanos são iguais às demais criaturas, não são superiores”. A partir de um resgate histórico de como a questão ambiental começou a despertar a atenção das pessoas, durante sua exposição no Ciclo de palestras Rio+20 ocorrida na última terça-feira, 03/04, a ambientalista Telma Monteiro afirmou que o fato de a humanidade se considerar superior acarretou em problemas ambientais.
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Telma acredita que os homens atropelaram a natureza, buscando uma evolução forçada. E essa evolução foi o que gerou a contaminação do meio ambiente. “Se não mudarmos ou tentarmos mudar o modelo que está aí, vamos ficar sem alimentos”, enfatizou.
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Quando se referiu à Rio+20, propôs um questionamento: O que foi feito até agora e de que forma vamos chegar nas conferências? Para a ambientalista, desde as primeiras conferências e reuniões mundiais criadas para debater o tema, o Estado criou regras que só servem para legitimar as preocupações, mas não houve mudanças no ambiente. Para encerrar sua apresentação, Telma ressaltou que não houveram evoluções devido ao fato de que o capital é que tem determinado o que vamos fazer.
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O Ciclo de palestras objetiva debater e refletir sobre os desafios e as perspectivas que a Rio+20: Conferência Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável traz de avanços para o Planeta rumo a uma economia verde e de baixo carbono.

Existem mais opções para agir ecologicamente ao fazer compras. A abolição das sacolas plásticas está longe de ser total, mas as ideias para a substituição do plástico estão cada vez mais criativas e acessíveis.
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Ontem, no sítio do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, foi publicada a entrevista com a psicóloga e especialista em comunicação corporativa Ludmila Frateschi. Ela afirma que o primeiro passo para que o uso de sacolas reutilizáveis vire hábito já está acontecendo entre os brasileiros: a conscientização. “Considero um avanço o fato de que a maioria dos brasileiros seja a favor de utilizar as sacolas reutilizáveis. No dia a dia, a opção deveria ser utilizar a mesma sacola reutilizável várias vezes. Nesse sentido, planejar as compras é importante. São essas mudanças de hábito que o consumidor deve fazer”, diz a psicóloga.
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As sacolas reutilizáveis podem ser feitas dos mais diversos materiais, inclusive com uma camiseta que você não usa mais.  Na imagem abaixo, veja os passos para criar essa sacola ecológica, que são fáceis: corte as mangas e a gola da camiseta e costure a base.
A ideia é simples, mas de extrema importância para cuidar do planeta Terra. Faça a sua parte!

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Por Natália Scholz

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Para ler mais:

Hora do Planeta 2012

Em 3 março, 2012 Comentar

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Em 2009 e 2010, o Instituto Humanitas Unisinos – IHU compartilhou a ideia do projeto “Hora do Planeta” fazendo um pedido para que a sociedade apague todas as luzes durante sessenta minutos. As tentativas de conscientização da sociedade pela economia de energia continuam em 2012 com intuito de que as pessoas economizem durante todos os dias do ano. Para reforçar a ideia promovida há cinco anos pela ONG WWF, a população mundial está convidada a apagar as luzes por uma hora, no dia 31 de março, a partir das 20h30.

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Esta será a quarta vez que o Brasil participará, oficialmente, da Hora do Planeta..Nos outros anos, não só sociedade civil mas também governos e empresas nacionais aderiram à mobilização e símbolos importantes do país – como o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, e o Auditório do Ibirapuera, em São Paulo – foram apagados durante os sessenta minutos. Em 2012, a WWF pretende conseguir ainda mais adeptos para a iniciativa. No ano passado, 1 bilhão de pessoas participou da ação e, agora, a ONG internacional espera a adesão de cerca de 1,8 bilhão de cidadãos, de mais de 5250 cidades de 135 países de todos os cantos do planeta. Que tal aderir também? Apague as luzes da sua casa e, se possível, desligue também os aparelhos eletrônicos – como TV, computador e micro-ondas.
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As imagens, algumas vezes, falam mais do que as palavras. Por isso, com a intenção de sensibilizar as pessoas, foi criado um vídeo mostrando como o mundo se mobiliza na Hora do Planeta.
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[youtube]FovYv8vf5_E[/youtube]

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Vamos participar! Entre nessa causa conosco!

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Por Luana Taís Nyland

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Para ler mais:

Dia 22 de fevereiro, em Nairobi (Quênia), onde a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, reuniu-se com o diretor executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Achim Steiner, foi dado o anuncio de que o Brasil sediará as comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente, lembrado no dia 5 de junho. O tema deste ano será Economia Verde: Ela Te Inclui?

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O evento pede a todos para avaliar quais os hábitos diários contribuem para o desenvolvimento econômico, social e ambiental de um mundo de 7 bilhões de pessoas — e que deve chegar a 9 bilhões em 2050. As comemorações vão ocorrer três semanas antes de o Brasil sediar a Rio+20, encontro que vai discutir os progressos do desenvolvimento sustentável nos últimos 20 anos, além dos futuros desafios para o meio ambiente.

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Há duas décadas, o Brasil sediou as comemorações pelo Dia Mundial do Meio Ambiente, durante a Cúpula da Terra e, pelo visto, toda a preocupação do nosso país com o meio ambiente está bem visível para os outros países. O Brasil foi o anfitirão em 1992 da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (CNUMAD). Mais conhecido como Eco92 (Cúpula da Terra), o evento reuniu líderes globais para discutir o futuro, diante de um mundo que começava a se preocupar com o meio ambiente e a sustentabilidade.

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Em um novo relatório intitulado “Foresight Report”, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) identifica e classifica as 21 questões ambientais mais urgentes, oferecendo a governos, sociedade civil e empresas análises científicas visando construir um resultado positivo para a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (Rio +20).

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Esperamos, assim, que a população brasileira continue se preocupando com os casos ligados ao meio ambiente, para que seja possível preservá-lo às nossas futuras gerações.

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Por Luana Taís Nyland

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Para ler mais:

Entre os dias 26 de março e 09 de julho ocorrerá o Ciclo de Estudos em EAD sobre a Sociedade Sustentável. O Ciclo de Estudos em Educação a Distância (EAD) – Sociedade Sustentável, através de um debate transdisciplinar e sistêmico, busca relacionar as crises energética, financeira, climática e alimentar, para, a partir delas, caracterizar a crise civilizacional pela qual se passa, como parte do processo de esgotamento do capitalismo e, com isso, identificar os fatores causadores em comum, a fim de pensar em novas possibilidades para a vida em sociedade.  Busca assim fomentar ideias que possibilitem pensar soluções para os problemas enfrentados pelo Planeta devido às ações dos empreendimentos humanos, questionando a idéia de desenvolvimento.

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O Ciclo de Estudos visa refletir sobre as perspectivas de emergência de uma sociedade sustentável, no sentido de evidenciar, teoricamente, a necessidade de um novo paradigma civilizacional, prospectando alternativas sustentáveis de organização social e econômica, capazes de contribuir à sustentabilidade do Planeta e da sociedade.

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O público-alvo prioritário do presente projeto constitui-se de sujeitos envolvidos diretamente no enfrentamento da pobreza e na emancipação das pessoas, tais como, líderes comunitários, conselheiros municipais, agentes públicos das diferentes secretarias e participantes de grupos de geração de trabalho e renda.

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A programação inicia no dia 26 de março no Módulo 1 com duração de 26 de março a 14 de abril de 2012 – 3 semanas – 15h. O tema deste módulo será “O estado atual da crise civilizacional: onde estamos?“. No total serão cinco módulos para o estudo, na tentativa de contextualizar e caracterizar a atual crise civilizacional e também debater a questão energética e evidenciar a necessidade de criar matrizes energéticas descentralizadas, entre outras questões.

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A programação completa pode ser encontrada no sítio do IHU.

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Programas relacionados:

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Para ler mais: