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Foto: Nahiene Alves

“A segunda e mais recente agenda global é a do desenvolvimento sustentável. Ela vem para substituir a agenda dos objetivos do milênio e tem origem na mesma equipe macroeconômica que pensa saúde como sendo resultado, como sendo importante para o desenvolvimento”, afirma a professora Maria Inês Azambuja.

Desenvolvimento Sustentável foi o tema abordado durante sua palestra na última quinta-feira, 18, como programação do IHU ideias: As agendas globais para a Saúde e o Desenvolvimento sustentável, e nós… Para a médica Maria Inês Azambuja, o verdadeiro desenvolvimento sustentável dos grandes centros oferece espaços dignos, qualidade de vida e promoção da saúde de seus habitantes.

Segundo Maria Inês, antes se pensava que primeiramente devíamos tratar a saúde para que as pessoas tivessem condições de trabalhar e, portanto gerar riqueza. Hoje, é dito que precisamos tratar a saúde, mas é preciso tratar também as condições ambientais para que seja possível garantir melhores condições de saúde.

A professora ressalta que essa discussão tem dois caminhos: “Agora nós temos que fazer uma conversa para os dois lados, a agenda faz isso. Precisamos investir em infraestrutura para melhorar as condições de vida e melhorar a saúde. Precisamos investir em saúde para também melhorar as condições das pessoas para que elas também possam produzir”, comenta.

O modelo da Europa do século XIX é uma de suas inspirações, como expõe em entrevista à IHU On-Line, nº 467. Vários estudiosos da Europa mostraram a associação entre pobreza e adoecimento. A partir disso, investiu-se em convencer as elites econômicas, técnicas e políticas, de que melhorar as condições de vida e de saúde da população era uma questão econômica, de Estado, já que a doença e a pobreza colocavam limites ao crescimento da Inglaterra.

Gradiente de Saúde. Foto: policynote.ca

“Possivelmente por ver a indústria biomédica faturando tanto em nossos países, há outras indústrias se organizando para disputar uma fatia dos nossos recursos. Vem aí a agenda do desenvolvimento sustentável pós-2015, agora focada em infraestrutura urbana e desenvolvimento social”. E finaliza questionando a plateia: “Como vamos nos preparar para ela?”.

Maria Inês é graduada em Medicina pela UFRGS. Atualmente, é professora adjunta em regime de dedicação exclusiva no Departamento de Medicina Social da UFRGS. Acesse o site!

O próximo IHU Ideias ocorrerá no dia 25 de junho, às 17h30min, abordando o tema “Gênero e políticas públicas: a feminização da inclusão social“.

Por Nahiene Alves

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“Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) são uma agregação de boas intenções, mas não tocam no essencial do processo de acumulação de capital, não tem mecanismos para interferir e reduzir o complexo militar global que gasta mais de um trilhão e meio de dólares por ano, não contêm metas para reduzir as atividades antrópicas e nem para deter a depreciação do capital natural”, escreve José Eustáquio Diniz Alves, doutor em demografia e professor titular do mestrado e doutorado em População, Território e Estatísticas Públicas da ENCE/IBGE.

O Desenvolvimento Sustentável está sendo um tema recorrente em 2015.

Para falar sobre o assunto estará presente na Unisinos,  nesta quinta-feira, dia 18 de junho, a professora Maria Inês Azambuja, às 17h30min na Sala Ignacio Ellacuría e Companheiros, no IHU, com a palestra As agendas globais para a Saúde e o Desenvolvimento sustentável, e nós…

Maria Inês é graduada em Medicina pela UFRGS, com Residência em Medicina Interna, mestrado em Epidemiologia pela Universidade da Califórnia, Los Angeles, e doutorado em Medicina – Clínica Médica, pela UFRGS. Foi sanitarista do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, aposentada em junho de 2009. Tem experiência na área da epidemiologia de doenças cardiovasculares/promoção da saúde do adulto, e saúde do trabalhador. É ex-colaboradora no PPG-Epidemiologia da UFRGS. Atualmente, é professora adjunta em regime de dedicação exclusiva no Departamento de Medicina Social da UFRGS.

Por Nahiene Alves

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Alunos da Turma 2012 do curso de Comunicação Digital da Universidade estão promovendo evento que abordará temas da área da Comunicação. A atividade, chamada ComDig Talk ocorre hoje, 15 de junho de 2015, das 8h45min às 11h30min, na sala Conecta, localizada no centro administrativo do campus São Leopoldo da Unisinos (Redondo).

O ComDig Talk é um evento promovido pelos alunos do último ano do curso de Comunicação Digital da Universidade como parte das atividades de formatura.

Na edição deste ano, a programação apresenta palestras que abordam tópicos emergentes em campos diversas da comunicação digital – mercado, cultura digital, comportamento, cidadania, tendência, cultura pop etc.

Todas as palestras serão ministradas pelos alunos da turma 2012 do curso de Comunicação Digital e terão em torno de 15 minutos de duração e mais 10 minutos de debate aberto ao público espectador. O evento é gratuito e aberto ao público.

Programação:

– Metodologias de negócios em comunicação digital com Lucas de David
– Reciclagem por fãs com Pedro Botega
– Instagram e o fenômeno retro na fotografia com Rodrigo Mattos
– O papel das interfaces na experiência do usuário em jogos com Daniel Sartor
– Gamificação: motivação para educação com Lucas Inhaia

Acesse a página do evento.

De que forma se constrói, especificamente, as interfaces digitais fundamentadas no controle e operacionalizadas pela Arquitetura de Informação como Técnica de organização de dispersões na Internet? Nos dias de hoje, nossas ações são monitoradas pela web, segundo Ricardo Machado.

Graduado em Jornalismo pela UNISINOS e mestre em Comunicação, ele ministrará uma palestra sobre o assunto, chamada Técnica e Arquitetura de Informação. O governo dos algoritmos e a emergência humana no século XXI, nesta quinta-feira, às 17h30 min, na Sala Ignacio Ellacuría e Companheiros, no IHU.

Machado abordará a maneira que somos monitorados o tempo todo e como a subjetividade é monitorada pelas interfaces web, não só pelas redes sociais e aplicativos, mas pelos sítios também, e de que maneira elas se atualizam monitorando nossas ações, produzindo um tipo específico de subjetividade.

O jornalista também descrevera o panóptico contemporâneo, digital, atualizando a teoria de Foucault sobre a possibilidade de algum tipo de observação, nós passamos a mudar o comportamento. A forma hegemônica de construção de audiovisualidades se constitui em um dos principais sistemas panópticos contemporâneos.

Por Nahiene Alves

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Informamos que as Notícias do Dia, publicadas diariamente pela página do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, voltará a ser atualizada somente na próxima segunda-feira, dia 08-06-2015.

Assim também a Newsletter voltará a ser expedida naquele dia.

Agradecendo a compreensão,
Instituto Humanitas Unisinos – IHU