Arquivos da categoria ‘Revista IHU On-Line’

Celebram-se, neste ano, os 500 anos de nascimento do reformador francês João Calvino (1509-1564).

O Instituto Humanitas Unisinos – IHU, dedicou um amplo espaço nas Notícias do Dia, publicadas e atualizadas diariamente na sua página eletrônica, a este importante evento. Esta edição da IHU On-Line quer aprofundar a análise e o debate sobre o legado deste grande teólogo, reformador e humanista.

Contribuem nesta edição o filósofo e o teólogo presbiteriano Leonildo Silveira Campos, da Umesp; Bernard Cottret, biógrafo francês de Calvino, da Universidade de Versailles – Saint-Quentin; Carlos Eduardo Oliveira, professor da Universidade Federal de São Carlos – UFSCar, um dos tradutores de A instituição da religião cristã, obra em dois volumes de João Calvino, para o português; Yves Krumenacker, da Universidade Lyon 3, historiador, autor do livro Calvin. Au-delà des legendes (Paris, Bayard, 2009); Volker Leppin, decano da Faculdade de Teologia da Universidade de Jena; Hermisten da Costa, pastor e professor do Seminário Presbiteriano Reverendo José Manoel da Conceição; Ricardo Rieth, professor da professor da Universidade Luterana do Brasil – Ulbra, e da Escola Superior de Teologia – EST; e Risto Saarinen, pastor da Igreja Evangélica Luterana e professor da Universidade de Helsinki.

Completam esta edição as entrevistas com Maria Celina D’Araújo, cientista política e professora da PUC-Rio e com Ana Luísa Janeira, professora da Universidade de Lisboa.

Agradecemos ao professor Henrique Amorim, pesquisador do Departamento de Sociologia da Unicamp, a entrevista que fez com Antoine Artous, coordenador da coleção Cahiers de Critique Communiste e membro do comitê de redação da revista ContreTemps, e que publicamos nesta edição.

A versão eletrônica da revista IHU On-Line estará disponível, nesta segunda-feira, nesta página, a partir das 18h.

A edição impressa da revista circulará, nesta terça-feira, a partir das 8h, no câmpus da Unisinos.

A todos e todas, uma ótima leitura e uma excelente semana!

Nos próximos dias 12 e 13 de novembro, realiza-se, na Unisinos, a segunda parte da Jornada Argentino-Brasileira de Estudos de Kierkegaard. Ela é antecedida, nos dias 9 e 10 de novembro, pelo evento que acontece em Buenos Aires. A atualidade do filósofo dinamarquês Soren Kierkegaard (1813-1855) é discutida nesta edição da IHU On-Line por especialistas que estarão tanto em Buenos Aires como aqui em São Leopoldo, RS.

Patricia Carina Dip, pesquisadora do Conselho Nacional de Investigações Científicas e Técnicas (CONICET), na Argentina, fala sobre a filosofia de Kierkegaard como aporte ético à alteridade. O indivíduo como ponto inicial na filosofia kierkigaardiana é um dos aspectos abordados por Márcio Gimenes de Paula, da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Os pontos de proximidade e ruptura entre as ideias de Kierkegaard e Schopenhauer são o foco de Deyve Redyson de Melo dos Santos, professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Álvaro Valls, da Unisinos, faz um balanço das pesquisas sobre o dinamarquês no Brasil. Luiz Rohden, também da Unisinos, fala sobre a crítica de Gadamer e Kierkegaard à filosofia abstrata. Ana María Fioravanti e Maria Jose Binetti (Universidade John F. Kennedy, na Argentina) oferecem um panorama sobre os estudos sobre esse autor na Argentina, e comentam aspectos sobre a filosofia pós-moderna e a força infinita do espírito humano. Either/Or e o texto como arena é o tema que instiga a pesquisadora Jaqueline Ferreira em sua entrevista à IHU On-Line. Comparando Kierkegaard e Paul Tillich, Jonas Roos, da Universidade Federal de Juiz de Fora – UFJF, examina a virada nos conceitos tradicionais religiosos proposta por ambos pensadores. O filósofo e psicanalista Mario Fleig, da Unisinos, reflete sobre a leitura de Lacan sobre Kierkegaard.

A programação completa do evento pode ser conferida no sítio do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, que está apoiando o evento.

No próximo dia 16 de novembro celebram-se os vinte anos do assassinato de seis jesuítas, todos eles professores da Universidade Centro-Americana José Simeón Cañas (UCA), em El Salvador. Juntamente com eles, foram também assassinadas a senhora Elba Ramos e sua filha Celina, que trabalhavam na residência dos jesuítas. O debate de Noam Chomsky e John Sobrino, nos EUA, sobre o tema e o evento a ser realizado na Unisinos, são temas desta edição.

Completam esta edição mais duas entrevistas. Uma com Julius Lipner, professor de Hinduísmo na Universidade de Cambridge, e outra com a médica Maria Teresa Bustamante Teixeira, professora da UFJF, sobre gestão e saúde coletiva.

A edição eletrônica da revista IHU On-Line estará disponível na tarde desta segunda-feira, a partir das 18h, nesta página.

A edição impressa circulará, no câmpus da Unisinos, a partir das 8h desta terça-feira.

A todas e todos uma ótima leitura e uma excelente semana!

O centenário do nascimento de Simone Weil, escritora, operária e filósofa francesa, que morreu aos 34 anos de idade, enseja que a revista IHU On-Line, retome, em parceria com o Centro de Teologia e Ciências Humanas da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – CTCH – PUC-Rio, a sua fascinante trajetória filosófica, mística e espiritual.

Especialistas nacionais e internacionais na filosofia weiliana contribuem nesta edição: Bartomeu Estelrich, filósofo e professor do Boston College, USA; Emmanuel Gabellieri, professor da Universidade Católica de Lyon, França; Giulia Paola di Nicola e Attilio Danese, italianos, diretores da revista Perspectiva Persona; Maria Clara Bingemer, professora do Departamento de Teologia da Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC-Rio; Fernando Rey Puente, filósofo e professor de Filosofia da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG e Miguel Ângelo Guimarães Juliano, professor de Filosofia do Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora, MG.

Sobre Simone Weil, a IHU On-Line dedicou, anteriormente, duas edições:

Simone Weil. Palavra viva. Edição número 84, de 17-11-2003.

Hannah Arendt, Simone Weil e Edith Stein. Três mulheres que marcaram o século XX. Edição número 168, de 12-12-2005.

Três entrevistas completam esta edição: Ana Luisa Janeira, professora na Universidade de Lisboa, Portugal, e que numa edição anterior desta revista narrou a sua trajetória intelectual, informa algo das suas pesquisas sobre as Missões Jesuíticas. Aliás, no próximo ano, celebra-se o quarto centenário do início deste experimento. Por sua vez, José Antonio Zamora, professor no Instituto de Filosofia do Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC) da Espanha, reflete sobre a contribuição de Walter Benjamin na compreensão do progresso como ideologia que institui o império do instante, destruindo a experiência em função da fugacidade e da velocidade sempre mais acelerada na modernidade capitalista. Por fim, François Euvé, teólogo francês, descreve a sua trajetória intelectual de diálogo com a ciência, especialmente a física.

A edição eletrônica da revista, na versão ‘folhear‘ e ‘em pdf” estará disponível, no sítio do IHU, nesta terça-feira, a partir das 18h.

A edição impressa circulará, no câmpus da Unisinos, nesta quarta-feira, a partir das 8h.

A todas e todos uma ótima leitura e uma excelente semana!

“Apesar de ser um livro grande e conter uma literatura pesada, tenho a convicção de que não podemos deixar passar esta obra, com uma visão tão brilhante da identidade brasileira”
Com esta frase o professor Marçal afirma a elasticidade do significado da obra de Euclides da Cunha, ao participar do IHU Idéias do dia 15 de outubro. Ele toma como fio condutor a expressão de Guilherminho César, que considera Os Sertões um livro-estuário. Articulando a configuração intelectual do final do século XIX ao resultado discursivo da obra, chama a atenção para a mobilização teórica explicitada pelo autor, sobretudo através de seu cuidado estilístico para a definição do sertanejo e, no limite, da própria identidade nacional no Brasil.

O professor Marçal realiza uma releitura da obra Os Sertões, através de uma perspectiva que tem como pano de fundo a formação das identidades nacionais. Para ele, o livro de Euclides da Cunha é entendido como uma resposta peculiar à questão sobre quem é o brasileiro, que ultrapassa os limites entre História, Sociologia, Jornalismo, Antropologia e Literatura.

Destaca que, utilizando os conceitos de identidade, memória e tempo, Euclides da Cunha mostra que as dualidades tradição/modernidade e objetividade/subjetividade não estão dissociadas na construção do discurso acerca da nacionalidade brasileira. A compreensão de Euclides da Cunha do sertanejo, em particular, e da nacionalidade brasileira, em geral, sofreu alterações na medida em que o autor aproximava-se do sertão. No decorrer da viagem a Canudos, gradativamente, a experiência vivenciada derruba-lhe as certezas iniciais sobre o sertanejo, e é, paradoxalmente, a base de uma admiração inconfessa pelo jagunço, afirma o professor Marçal.

Assim, em seu livro, Euclides da Cunha amplia o escopo de análise, focalizando a construção de discursos sobre a memória coletiva e sua relação com as identidades nacionais para recolocar a questão sobre quem é o brasileiro.

Diante do exposto e de outros IHU Idéias que assisti, percebo que na verdade, quanto mais ouço sobre história, mais sei que não conheço, que a história tem muito de importante que acabou sendo tornado invisível pelo “conto” hegemônico, ou seja, por quem conseguiu contar a “sua” história, a sua maneira. Percebi isso em diferentes eventos que participei no IHU, onde a memória e a história da África enquanto berço do mundo acabou invisível à atualidade, onde a memória da ditadura no Brasil acaba abafada e agora também no que tange a identidade do brasileiro. No mínimo, muito instigante tudo isso!!! (Postado por Lucas Luz).

Sempre por ocasião do assim Dia de Finados, a IHU On-Line aborda, sob diversos olhares, o tema da morte. Nesta edição, instigada por um certo fascínio de adolescentes e jovens pela morte, o psicanalista gaúcho Mário Corso, que, não acreditando que o flerte com a morte seja maior na adolescência, constata, no entanto, que ele é mais perigoso. Contribuem também com o debate do tema a antropóloga e professora na PUC-SP, Silvia Borelli e a psicóloga Thaís Roloff.

Nesta edição continua também o debate sobre diversos temas que foram destaque nas últimas edições. Assim, Cybelle Shattuck, professora assistente de Religiões Orientais na Western Michigan University, compartilha as suas pesquisas sobre o hinduísmo e o geólogo norte-americano Charles Smith, comenta o papel de Wallace, contemporâneo de Charles Darwin, sobretudo o seu interesse em zoogeografia. Por sua vez, Paulo Brack, ecólogo e professor da UFRGS, expõe as suas preocupações com a Convenção do Clima a ser realizada, em dezembro, em Copenhague. Ele fala, nesta quinta-feira, às 17h30min, no Instituto Humanitas Unisinos – IHU, sobre O futuro em Copenhague? Mudanças e mudanças.

O tema de gestão e saúde coletiva é analisada por Maria Teresa Bustamante Teixeira, professora na UFJF e pesquisadora do Instituto Nacional de Câncer e o professor Sérgio Mattos, professor Adjunto da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia – UFRB, publica um artigo sobre “TV digital, a convergência tecnológica e a função do celular”.

A edição eletrônica da IHU On-Line estará disponível nesta página, nesta segunda-feira, a partir das 18h.

A edição impressa da revista circulará no câmpus da Unisinos, nesta terça-feira, a partir das 8h.

A todas e todos uma ótima leitura e uma excelente semana!