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<br/><a href="http://oi49.tinypic.com/2zprz87.jpg" target="_blank">View Raw Image</a>Mario de França Miranda, nos convida a pensar as novas configurações e rumos eclesiais buscando uma nova roupagem e identificação para a Igreja. o filósofo e teólogo que participou do XIII Simpósio IHU Igreja Cultura e Sociedade, teve seu artigo Rumo a uma nova configuração eclesial, publicado na edição 71 dos Cadernos Teologia Pública.

Para o professor, tem de haver uma mudança gradual da instituição esclesial e para isso, alguns pontos-chave devem ser considerados tais como a maior aproximação do laicado para que haja uma real participação de todos e a renovação e reconhecimento da fé como libertadora.

Em entrevista à IHU On-Line ele reitera essa opinião, “O leigo quer que sua voz seja reconhecida. Se o pároco somente escuta, mas não aceita a opinião do leigo, essa participação fica reduzida a pó. Por isso, tem de haver mudanças estruturais na Igreja, para que ela possa voltar a seguir a proposta de Paulo”.

Os Cadernos Teologia Pública podem ser adquiridos na Livraria Cultural, no campus da Unisinos ou pelo endereço livrariaculturalsle@terra.com.br.

A versão completa desta edição estará disponível neste sítio a partir de 29 de novembro de 2012 para download em formato PDF.

O XIII Simpósio Internacional IHU já passou, mas seus frutos ainda estão sendo colhidos. Um deles é o livro com os artigos apresentados no evento, que acaba de sair.

O debate fomentado pela publicação acontece em um contexto em que “a sociedade atual, entendida por alguns pensadores como sociedade pós-metafísica, vem transformando profunda e radicalmente não só a ideia de Deus na cultura contemporânea, mas também as condições e possibilidades do discurso e narrativa teológica no contexto hodierno. Essa realidade coloca em questão as possibilidades e também o significado e a relevância do discurso teológico na sociedade em que vivemos na forma como tem se desenvolvido até o presente momento”.

Assim, o objetivo geral é refletir “em perspectiva transdisciplinar a semântica do Mistério na Igreja no contexto das novas gramáticas da tecnociência, desenhando possibilidades e perspectivas de interlocução com a nova cultura”.

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Por Natália Scholz

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A última edição do Cadernos IHU ideias, edição 179, apresenta o texto de Mateus Boldori e Paulo César Nodari, “Um caminho de educação para a paz segundo Rousseau”, com o pensamento de Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) sob a perspectiva da educação para a paz.

“A educação para a paz coaduna-se, pois, com o respeito à dignidade da pessoa e à sua liberdade, conforme a educação proposta por Rousseau no Emílio. O pensamento de Rousseau oferece, sem dúvidas, algumas pistas para a efetivação de uma cultura de paz na perspectiva da educação integrada para a paz. O filósofo genebrino mostra principalmente que a paz é fruto de uma educação que procura valorizar o sujeito enquanto tal e de uma sociedade constituída a partir da soberania e da igualdade. Sociedade e educação estão interligadas para o genebrino em uma situação de igualdade, onde todos se sentem protagonistas.”

Mateus Boldori é bacharel em Filosofia pela Universidade de Caxias do Sul – UCS e Paulo César Nodari é professor do Programa de Pós-Graduação em Filosofia na mesma instituição.

Os Cadernos IHU Ideias podem ser adquiridos na Livraria Cultural, no campus da Unisinos ou pelo endereço livrariaculturalsle@terra.com.br. Informações pelo (51) 3590 4888.

A versão completa desta edição estará disponível a partir de 23 de novembro de 2012 para download em formato PDF.

A mais recente publicação dos Cadernos IHU ideias traz o texto de Lenio Luiz Streck, professor titular do Programa de Pós-Graduação em Direito (mestrado e doutorado) da Unisinos. A 178ª edição do caderno intitulada “Crime e sociedade estamental no Brasil: De como la ley es como la serpiente; solo pica a los descalzos” traz a análise do autor sobre o Brasil e a sociedade estamental.

“Talvez tenhamos que enfrentar de vez essa criminalização da pobreza e passar a falar da ‘pobreza da criminalização’ dos setores que, de fato, colocam em xeque os bens jurídicos mais relevantes. E, para tanto, não é preciso pensar em estender as graves penas aos crimes do ‘andar de cima’. A aplicação da Constituição no plano penal por certo não exige que se use o direito penal como uma vingança dos setores dominados da sociedade contra a histórica criminalização dos pobres. Parece evidente que não. Mas, com certeza, a Constituição não abre mão do direito penal. Ou seja, a Constituição não extingue o Direito Penal. Ora, se isso é assim, se estamos de acordo que Hobbes e Freud possam ter parcela de razão, então podemos afirmar que ‘não é proibido proibir’. O dilema é: como fazer isso sem que o Direito Penal se torne autoritário/arbitrário e ao mesmo tempo não mais seja um direito penal ‘de classe’?”

O caderno pode ser adquirido na Livraria Cultural, no campus da Unisinos ou pelo endereço livrariaculturalsle@terra.com.br. O texto também estará disponível no sítio em formato PDF a partir do dia 19 de novembro de 2012.

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A informática e a informatização já estão arraigadas em nós, não há dúvida disso, e cada vez mais precisamos – ou nos fazemos precisar – da gama de recursos que a tecnologia está disposta a nos oferecer.

Quando a tecnologia por meio da internet tomou conta de vez dos âmbitos sociais, um dia se viu que a religiosidade estava se inserindo dentro desse contexto. As ‘correntes’ com imagens de Nossa Senhora ou de outros santos e orações e novenas sendo compartilhadas nas redes sociais há tempos só fizeram indicar o que era inevitável, que o transcendente estava também presente nos sites e redes sociais.

Hoje não são raros de se ver os chamados altares virtuais, onde é possível acender velas para o seu santo de devoção, rezar terços e inclusive ler a bíblia na íntegra, no caso dos sites direcionados ao Catolicismo, pois já existe esse recurso com o intuito de atingir seguidores de outras religiões.

O mundo mudou, ele sempre muda e a maneira da sociedade enxergá-lo e vivenciá-lo também sofre metamorfoses, com a religião/religiosidade não seria diferente. Grandes instituições tais como a Santa Sé, resolveram usar o artifício do online para enviar suas mensagens ao mundo e aos seus fieis. Estaríamos nós deixando de lado certas convicções e crenças? O loco já não seria mais tão importante para se alcançar o sagrado?

A edição nº 70 dos Cadernos Teologia Pública traz o tema Deus digital, religiosidade online, fiel conectado: Estudos sobre religião e internet, de autoria do doutorando em Ciências da Comunicação pela Unisinos, Moisés Sbardelotto, onde afirma que, aos poucos, haveria uma “diáspora” de experiências e sensações que substituídas do que é vivido ao vivo, se molda aos meios eletrônicos.

O exemplar impresso do caderno está disponível na Livraria Cultural ou através do endereço eletrônico humanitas@unisinos.br. A versão completa desta edição estará disponível no sítio do IHU a partir de 8 de novembro de 2012 para download em formato PDF.

Por Wagner Altes 

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