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As Metrópoles e a Política da Multidão será tema de debate da última atividade do Ciclo de Estudos – Metrópoles, Políticas Públicas e Tecnologias de Governo, neste semestre. O evento, ministrado pelo Prof. Dr. Adriano Pilatti, será realizado no dia 10 de junho, na Sala Ignacio Ellacuría e Companheiros – IHU, das 19h45min às 22h.

Confira a programação do 2º Ciclo de Estudos Metrópoles, Políticas Públicas e Tecnologias de Governo. Territórios, governamento da vida e o comum, que será realizado entre os dias 28 de agosto e 5 de novembro com o objetivo de discutir os principais problemas que emergem da realidade das metrópoles

Sobre o palestrante:

Foto: puc-riodigital.com.puc-rio.br

Adriano Pilatti é graduado pela Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio de JaneiroUFRJ, mestre em Ciências Jurídicas pela PUC-Rio e doutor em Ciência Política pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro – Iuperj, com Pós-Doutorado em Direito Público Romano pela Universidade de Roma I – La Sapienza.

Foi assessor parlamentar da Câmara dos Deputados junto à Assembleia Nacional Constituinte de 1988. Traduziu o livro Poder Constituinte — Ensaio sobre as Alternativas da Modernidade, de Antonio Negri (Rio de Janeiro: DP&A, 2002). É autor do livro A Constituinte de 1987-1988 — Progressistas, Conservadores, Ordem Econômica e Regras do Jogo (Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2008).

 Por Fernanda Forner

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Não restrição ao público e ao privado é o principal traço do conceito de comum, afirmou Alexandre Mendes (foto) durante sua participação no Ciclo de Estudos sobre Metrópole promovida pelo IHU, onde ministrou, na última quinta-feira, 07 de maio, a palestra Metrópole e comum: crise e novas plataformas de mobilização.

“Quando o direito romano foi convertido em direito moderno, as concepções de ‘res communis’ ou ‘bem comum’, não foram consideradas”. Foi a partir da constatação da não inclusão do bem comum no direito moderno que o palestrante se interessou pelo tema e deu inicio às suas pesquisas. Ele explicou que a gestão do comum, referindo-se à gestão dos bens naturais, não é mais o ponto chave nas discussões sobre o tema. Mendes esclarece que hoje o comum é interpretado como “um conceito de classe denominado por um antagonismo e uma luta em torno da liberdade e da igualdade”.

O pesquisador explicitou ainda como o conceito de “comum” é abordado a partir de diferentes perspectivas, chamando a atenção para a abordagem feita pela Nobel da Economia de 2009, Elinor Ostrom. “Os bens comuns são de todos e é possível gerir esses recursos a partir do comum e comum nesse sentido não é apenas a gestão desses recursos em pequena escala, trata-se de uma perspectiva mais ampla”, ilustrou o professor.

Alexandre Mendes sustentou que “as jornadas de junho de 2013 foram um ponto de ebulição onde os novos mecanismos de mobilização em torno do comum se afloraram, surgindo como grande questionamento à antiga forma de mobilização e como um movimento que colocou em questão a relação entre metrópole e comum”, e provocou perguntando: “Quais os desafios para prolongar essas jornadas?”.

Fique atento: o próximo IHU ideias terá como tema o “Consumo colaborativo em bazares de trocas do Facebook: Um estudo de caso”. A atividade será ministrada pela Bel. Nathalia Schoen Munhoz, no dia 28 de maio, às 17h30min, na Sala Ignacio Ellacuría e Companheiros, no IHU.

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 Por Cristina Guerini

Na próxima quinta-feira, dia 7 de maio, serão debatidos, no IHU, temas de grande atualidade tais como Metrópoles, Multidão, Políticas Públicas, Políticas do Comum.

Estará conosco para debater estes temas Alexandre Mendes que proferirá duas conferências:

1.- Metrópole e comum: crises e novas plataformas de mobilização que será ministrada pelo Prof. Dr. Alexandre Mendes, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ, no dia 07 de maio, às 17h30min, na Sala Ignacio Ellacuría e Companheiros, no IHU.

2.- Nesse mesmo dia, às 19h45min, Mendes também estará participando do Ciclo de Estudos Metrópoles, Políticas Públicas e Tecnologias de Governo, com a  conferência: Metrópoles e Multidão: das políticas públicas as políticas do comum.

Alexandre Mendes:

Foto: arquivo pessoal

Doutor em direito pela Universidade do Estado do Rio de JaneiroUERJ e mestre pela Universidade Cândido MendesUCAM, participa de várias atividades relacionadas aos movimentos sociais urbanos, principalmente sobre a proteção e promoção do direito à moradia e à cidade. Mendes também é associado do Laboratório Território e ComunicaçãoLABTEC / UFRJ.

 

 

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Nesta quinta-feira, 27 de novembro, no último IHU Ideias do ano, o Prof. Dr. Moysés Pinto Neto iniciou sua palestra fazendo uma breve leitura do cenário político atual: “Vamos viver tempos difíceis no próximo ano; minha impressão é negativa, nutro um sentimento pessimista em relação ao nosso cenário”. O tema do debate foi o Brasil pré e pós eleições: contradições e possibilidades.

Moysés trouxe conceitos de uma visão nacional-desenvolvimentista ou “neodesenvolvimentista”, afirmando que vivemos em um governo que se orienta por uma visão política progressista – a qual ele chamou de nacional desenvolvimentista – em busca do progresso, e quem se opõe a esse projeto é conservador ou de alguma forma está ali possuído por algum afeto.

O palestrante fez também uma análise sobre a questão pré-eleitoral. Iniciou com uma provocação, ressaltando o principal argumento que foi usado pelos que estiveram alinhados com o governo federal (que ele chamou de governistas e aliados), de que a eleição de outro candidato ou outra candidata representaria um retrocesso, e questionou: “Será que nós já não começamos esse retrocesso há mais tempo? Esse retrocesso começaria mesmo em outro governo”?

Sobre Marina Silva, ele comentou que alguns de seus projetos lhe pareciam superiores, porém seu campo ficou traumatizado com a atuação do PT. Supôs que ela não é mais uma alternativa equivocada pós-Lula, mas pode vir a se tornar forte como líder de oposição ao PT. Ainda comentou que Marina entendeu que foi sabotada por uma conspiração no seu partido, fazendo referência ao seu texto: As Contradições estão aí para todos, já publicado no sítio do Instituto Humanitas Unisinos-IHU.

Interrogado sobre a Operação Lava-Jato, Neto respondeu: “A Operação desestabilizará o governo, mas já produziu o que tinha de produzir; vai deixar o governo sangrando até que ele possa reagir”.

Confira alguns comentários sobre a palestra:

Sobre o cenário político atual não me surpreendeu sua reafirmação sobre a posição de gestão do governo à direita, de que visivelmente não há uma esperança á esquerda para o país no governo atual”. Sabrina Teixeira, estudante de Jornalismo e estagiária no Tribunal de Contas do Estado.

 

 

O PSOL não soube entender corretamente e se inserir nesta insatisfação popular que desaguou nas mobilizações de julho de 2013”. Henrique, advogado.

 Sobre o palestrante:

Moysés Pinto Neto é graduado em Ciências Jurídicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS, mestre em Ciências Criminais pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS e doutor em Filosofia nessa mesma instituição. Leciona no curso de Direito da Universidade Luterana do Brasil – Ulbra Canoas e da Univates.

Nahiene Alves

Fonte: my.opera

O evento “50 anos do Golpe de 64. Impactos, (des)caminhos, processos”, acontecerá de 13 de março a 24 de abril de 2014.

Com objetivo de elucidar questões sobre o Golpe de Estado ocorrido no ano de 1964, diversos professores debaterão questões em vários âmbitos.

Entre os especialistas que estarão presentes, o Prof. Dr. Carlos Fico da Silva Júnior  bacharel em história pela UFRJ (1983), mestre em história pela UFF (1989) e doutor em história pela USP (1996), irá palestrar “Os sistemas repressivos das ditaduras militares na América Latina e o papel dos Estados Unidos”. O professor discorrerá sobre os principais temas como a ditadura militar, a repressão e a política durante os últimos 50 anos.

Para participar do evento, inscreva-se aqui.