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Second Life trata-se de um ambiente virtual e tridimensional que simula em alguns aspectos a vida real e social do ser humano. Pode ser visto como um jogo, um mero simulador, um comércio virtual ou uma rede social. O nome “Second Life” significa em inglês “Segunda Vida”, que pode ser interpretado como uma “vida paralela”, uma segunda vida além da vida “principal”, “real”. Dentro do próprio jogo, o jargão utilizado para se referir à “primeira vida”, ou seja, à vida real do usuário, é “Real Life”, que se traduz literalmente por “vida real”. Foi criado em 1999 e desenvolvido em 2003 e é mantido pela empresa Linden Lab. Nas ilhas produzidas especialmente para os brasileiros, encontram-se ambientes que reproduzem a cultura nacional.
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Também é possível fazer dinheiro real neste mundo virtual. O Second Life tem uma economia totalmente integrada e planejada para recompensar o risco, a inovação e a arte. Residentes criam seus próprios bens e serviços virtuais. Por manterem seus Direitos de Propriedade Intelectual sobre suas criações, eles são capazes de vendê-los em vários pontos in-world. Second Life tem sua própria moeda corrente, o Linden Dollar  (L$). Os residentes usam seus Linden Dollars para pagar pelos bens ou serviços fornecidos por outros residentes. Hoje, já é possível comprar Linden Dollar (L$) com Reais (R$). Basta adquirir a moeda virtual KAIZEN  Cash (KC$) e trocá-la por Linden Dollar (L$).
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Enfim, o Second Life reúne principalmente jovens para uma chance de realizar sonhos que não são possíveis no “mundo real”. Há quem se preocupe com o excesso de horas que a juventude tem passado em frente ao computador, pois alguns jovens esquecem seus afazeres da vida real para se dedicar somente as suas vidas no “jogo”, mas há, ainda, muitos pontos positivos desse mundo de “fantasia” como, por exemplo, pessoas que utilizam o “jogo” para afazeres da vida real. Algumas Universidades estão utilizando as “Ilhas” para inovar as aulas em distância, criando um ambiente de comunicação entre os alunos e o professor, de uma maneira mais diversificada. As ilhas são ambientes, também conhecidos por comunidades, onde é possível reunir um grupo de pessoas. O custo para manter uma ilha é elevado. Geralmente, mais de uma pessoa ajuda a pagar uma ilha para poder mantê-la on-line. O custo atual de uma ilha gira em torno de R$ 400 a R$ 500 por mês, dependendo da cotação do dólar. Todas as ilhas são pagas, e o não pagamento da mesma causa a desativação da ilha. Para colocar uma ilha on-line, o custo inicial é em torno de R$ 1.200.
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A Unisinos foi a primeira universidade brasileira a ter uma ilha no Second Life. Estão no mundo virtual o Centro Administrativo, a Biblioteca, o Anfiteatro Padre Werner e o prédio principal das Ciências Humanas. A Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) criou a ilha na comunidade virtual para que os avatares (personagens virtuais) possam explorar e experimentar novas formas de organização, convivência e metodologias educacionais no mundo digital, assim como participarem de aulas em Educação à Distância (EaD).
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“Nossa intenção não é só simular o campus, a vida presencial, ou seja, a “first life”. Queremos mesclar a primeira e a segunda vida, criar ícones e construir espaços que fogem às representações do mundo físico, utilizando as propriedades específicas desse mundo que é de outra natureza”, diz Eliane Schlemmer, do programa de pós-graduação em Educação e coordenadora do grupo de pesquisa edu Unisinos/Cnpq. Envolvida em pesquisas sobre mundos virtuais desde 1997, a idealizadora do ambiente de aprendizagem Ava-Unisinos, Eliane explica que, além da linguagem textual, a tecnologia possibilita o uso da linguagem oral, gestual e gráfica e potencializa os processos de ensino e de aprendizagem.
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Gostou de Second Life? Crie sua conta no site www.secondlifebrasil.com.br e entre para este universo online, onde é possível voar ou se teletransportar, trabalhar, fazer novos amigos, estudar, criar produtos e obras de arte, passear, namorar, fazer compras, vender, dançar, anunciar…
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Second Life Brasil
Assinatura básica: gratuita
Configuração mínima: processador Pentium 3 ou Athlon 800 MHz, 250 MB de memória RAM, placa de vídeo ATI Radeon 8500 ou 9250, nVidia GeForce 2 ou GeForce 4mx, 37 MB de espaço livre em disco, conexão de internet cabo ou DSL e Windows XP (Service Pack 2) ou Windows 2000 (Service Pack 4).
Configuração recomendada: processador Pentium 4 ou Athlon 2000+ 1.6 GHz ou superior, 512 MB de memória RAM, placa de vídeo , ATI Radeon 9600 ou X600, nVidia GeForce FX 5600, GeForce 6600 ou superior, 37 MB de espaço livre em disco conexão de internet cabo ou DSL e Windows XP (Service Pack 2).
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Para ler mais:

A construção da democracia é um empreendimento social de ampla envergadura, cuja dinâmica requer regras claras. Um patamar elementar dessas regras deveria versar sobre a comunicação. E é sobre essas perspectivas que o Seminário “Comunicação, Ética e Cidadania”, que será realizado nos dias 18 e 19 de novembro, Miniauditório da Biblioteca da Unisinos, pretende refletir.

Organizado em parceria entre a Escola Superior de Teologia – EST, Unisinos e Instituto Humanitas Unisinos – IHU, o seminário buscará debater a construção da democracia a partir da comunicação social e das questões éticas envolvidas. Haverá quatro mesas redondas que se debruçarão sobre as seguintes temáticas:

  1. Sociedade contemporânea: Caracterização
    Após os acontecimentos do 11 de setembro de 2001, a população mundial passou a viver com medo e o crescente número de informações contribuiu para a percepção desse sentimento.
  2. Mídia e jornalismo: Perspectiva crítica
    Sendo o jornalismo um importante serviço social, que tem entre os objetivos mostrar as realidades do mundo, o seminário pretende questionar se o jornalismo feito atualmente corresponde à função que lhe cabe.
  3. Comunicação e ética: Posições e proposições
    Com base na teoria de que o jornalismo revela o que muitos querem esconder e o que o público precisa saber, esse seminário vai discutir a ética na comunicação.
  4. Comunicação em rede: O cenário da comunicação virtual
    O seminário vai debater as transformações na comunicação devido à constante evolução da tecnologia.

As inscrições devem ser feitas pelo site www.unisinos.br/eventos. Para estudantes o valor é de R$ 15, e R$ 30 para comunicadores e demais profissionais.

Para ler mais:

As instituições religiosas, em especial as neopentecostais, têm mudado suas lógicas e regras de atuação em função da midiatização, modificando até mesmo o discurso religioso, o adaptando com mais visualidade, coloquialidade e menos aprofundamento. Esta é a opinião da jornalista Viviane Borelli, autora do livro “Mídia e religião: Entre o mundo da fé e o do fiel”  (imagem). A entrevista com Borelli foi a mais acessada entre os dias 16 a 22 de setembro.
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Na entrevista Viviane Borelli também comenta a iniciativa da Igreja Universal do Reino de Deus, que convocou seus fiéis a não consumirem informações não religiosas durante 21 dias. Segundo a jornalista, não há garantias de que esta convocação tenha sucesso, pois a decisão final cabe ao fiel. Ela destaca que a Igreja Universal utiliza estratégias midiáticas “para continuar existindo como igreja”.
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Neste período, o Instituto Humanitas Unisinos – IHU, publicou outras entrevistas exclusivas produzidas pela equipe de Jornalismo.

São elas:.

No próximo dia 10 de outubro, os internautas de todo o mundo são convidados a gravar e a mostrar o estado do mundo em que se encontram.

Essa é a proposta do “One Day On Earth”, “um documentário e um projeto de novas mídias que retrata a incrível diversidade de conflitos, de tragédias e de triunfos que ocorrem durante um período de 24 horas sobre a Terra”, naquilo que os organizadores chamam de “o maior evento midiático participativo da história”.

A ideia é que, no dia 10 de outubro, cada habitante da Terra use essas 24 horas para filmar um vídeo sobre o tema de sua preferência, focando-se naquilo que quiser, e depois compartilhar sua produção no site do projeto.

O resultado final, com a contribuição de pessoas de todo o mundo, será um documentário de duas horas que irá ao ar em 2011.

Clique na imagem abaixo para ver o vídeo explicativo do projeto:

Maria da Penha, símbolo da luta pelo fim da violência contra as mulheres, foi homenageada pelo governo dos Estados Unidos.

mariadapenha

O embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Thomas A. Shannon, entregou à Maria da Penha uma placa de homenagem. Todo ano, o governo americano elege uma mulher para receber o título de ‘mulher coragem’. Segundo o embaixador,  Maria da Penha foi a primeira brasileira condecorada pela Casa Branca.

Confira um vídeo da TV Verdes Mares.

O vídeo da TV Verdes Mares nos foi encaminhado por Sandoval Alves Rocha, mestrando do PPG em Ciências Sociais da Unisinos.

Obrigado, Sandoval!