Arquivos da categoria ‘Memória’

No dia 31 de agosto, falecia Dom Leonidas Proaño.

Nascido no dia 29 de janeiro de 1910, no Equador, Leonidas Eduardo Proaño Villalba fundou a Ação Operária Católica (AOC) e a Juventude Operária Católica (JOC) logo depois de ser ordenado sacerdote

Após passar sete anos como canônico da Igreja Catedral de Ibarra, trabalhado dez anos no jornalismo de sua província e realizado estudos dos problemas sociais, no dia 26 de maio de 1954, Proaño foi consagrado bispo da diocese de Bolivar, designação feita pelo papa Pio XII.

Ao chegar a Riobamba, sua sede episcopal, deparou-se com os graves problemas dos camponeses chimborasenses. Proaño, chamado de bispo dos índios, entregou-se ao estudo dos problemas de camponeses e indígenas e à procura de soluções adequadas.

Nessa diocese, trabalhou incansavelmente durante 31 anos, afastando-se por limite de idade. Proaño faleceu no dia 31 de agosto de 1989, aos 78 anos, em Quito, no Equador.

Por esse motivo, publicamos aqui a pequena homenagem enviada pela Fundação Pueblo Índio do Equador, que reuniu alguns fragmentos da conferência apresentada por Dom Proaño no dia 12 de janeiro de 1986 na província de Cotopaxi, Equador, com o tema “Los Indígenas y sus Derechos”:


(por Moisés Sbardelotto)

Entre as diversas manifestações aconteceram no RS em protesto pela morte de Elton Brum da Silva, assassinado pela brigada militar gaúcha por ocasião de despejo em São Gabriel, esta quinta-feira, 27 de agosto, realizou-se uma vigília e ato interreligioso na Praça da Matriz em Porto Alegre. A manifestação contou com a participação de diversos movimentos sociais, de lideranças de partidos e de lideranças religiosas.
Os diversos pronunciamentos foram marcados pela denúncia da cumplicidade do governo do Estado com relação à violência contra os Sem-terra e à assassinato de Elton; pela indignação e protesto frente à morosidade e até descompromisso do Governo no processo de Reforma Agrária; pelo repúdio à criminalização dos movimentos sociais no RS, especialmente do movimento dos Sem-terra, os quais vêm sendo tratados como “caso de polícia”. O movimento dos Sem-terra carregou até a frente do palácio um caixão simbólico para ser entregue à Governadora, denunciando a responsabilidade do Governo pela morte de Elton Brum da Silva.
Os cantos e os símbolos das velas e das cruzes que acompanharam a vigília apontam para
uma esperança e um compromisso: “Elton, sua morte não foi em vão”.Chegada à Praça da Matriz

Há três anos falecia D. Luciano Mendes de Almeida.

Celebrando a sua memória acesse as Notícias do Dia de hoje clicando aqui.

Giovanni Arrighi pensava que o seu livro “Adam Smith em Pequim” (Boitempo, 2008) deveria ser o primeiro de uma série de estudos sobre como a economia capitalista está mudando a sua geografia. Estava convencido de que o declínio dos Estados Unidos era irreversível e de que Washington tinha, em si, só o poderoso exército para enfraquecê-lo.

Giovanni Arrighi, que foi entrevistado pela IHU On-Line em 09-06-2008, morreu.

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Faleceu, hoje, Lucilda Selli. Ela era professora e pesquisadora do PPG de Saúde Coletiva da Unisinos.

Há vários anos lutava contra um câncer.

O Instituto Humanitas Unisinos – IHU iniciou o evento IHU Ideias, sempre às quintas-feiras, com a exposição da tese de doutorado de Lucilda, em 2002.

O evento continua acontecendo sempre às quintas-feiras, das 17h30min às 19h.

Os Cadernos IHU Idéias, no. 21, publicaram o texto, de sua autoria: Construindo novos caminhos para a intervenção societária.

Lucilda possuía a graduação em Enfermagem e Obstetrícia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (1991), mestrado em Enfermagem pela Universidade Federal de Santa Catarina (1997) , Especialização em Bioética pela Universudade de Brasília(1998) e doutorado em Ciências da Saúde Bioética, pela Universidade de Brasília (2001).