Arquivos da categoria ‘Meio ambiente’

Você é a favor da construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte? Concorda com a reformulação do Código Florestal? Não?

Amanhã (20), manifestações contra estes dois projetos serão realizadas em todas as capitais brasileiras. Em outros países os manifestos também serão realizados em frente às embaixadas brasileiras.

Confira os locais e horários das manifestações.

Saiba mais sobre o Manifesto e sobre as implicações em torno do Código Florestal e Belo Monte no vídeo a seguir. A produção é de Rodrigo Guim e a iniciativa é do Movimento Xingu Vivo e do Brasil Pelas Florestas.

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Para ler mais:

Que tal transformá-las em decoração? Enfeites de mesa e arranjos suspensos são algumas das inúmeras opções de decorações que podem ser produzidas com o bulbo da lâmpada.
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Aprenda como fazer:
Passo 1 – Organize o seu espaço de trabalho: Coloque em suas luvas e óculos de segurança para não ter acidentes.
Passo 2 – Retire a ponta de metal da lâmpada: comece por puxar a ponta de metal na parte inferior do bulbo usando o alicate. Uma vez que você pegar o lado, fica mais fácil de puxá-la.
Passo 3 – Retire o miolo de vidro preto: essa é a parte mais difícil. É preciso esmagar a peça preta de vidro com o alicate. Feito isso, puxe para fora. Esse processo pode ser mais demorado, levando uns minutos para conseguir tirar tudo.
Passo 4 – Retire a parte interna: depois de quebrar o vidro preto, é hora de tirar as “vísceras” da lâmpada. Pegue uma chave de fenda de ponta chata e insira no bulbo. Dobre o punho para baixo, puxando devagar. Mesmo com cuidado para não quebrar a lâmpada, é necessário ter bastante firmeza nesse momento.
Passo 5 – Adicione areia e material vegetal: comece por acrescentar um pouco de areia como base. Cerca de três ou quatro colheres de sopa, dependendo do tamanho do seu bulbo. Adicione a muda de planta usando a pinça.
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Esta dica foi retirada do site Pense Imóveis do Grupo RBS.

A ONG WWF promove uma forma de impedir que arquivos digitais sejam impressos. Quantas vezes nos deparamos ou até utilizamos aquelas assinaturas de e-mail que recomendam pensar antes de mandar as páginas para a impressora? A ideia da ONG vai além: ao salvar um arquivo com a extensão.wwf ele fica bloqueado para impressão.

O software que lê e transforma documentos em .wwf  é gratuito e simples de ser usado. Depois de instalado, ele cria uma espécie de impressora virtual no computador. Para gerar o arquivo “verde”, que permanece apenas no meio digital, é preciso simular uma impressão e selecionar a opção de impressora save as wwf.

A iniciativa economizaria a derrubada de árvores e os gastos com água para a produção de papel, além da energia e tinta das impressoras e no descarte exagerado das folhas.

De acordo com a WWF, mais de 53 mil empresas, organizações e pessoas em todo mundo já aderiram à prática. A campanha reforça a lembrança para que não se caia na tentação de imprimir à toa.

Por outro lado, vale lembrar que arquivos digitais também ocupam algum espaço e geram impacto ambiental.

Veneno sobre a mesa

Em 6 agosto, 2011 Comentar

O Brasil é, desde 2008, o país que mais consome agrotóxicos no planeta. Muitos desses herbicidas, fungicidas e pesticidas que consumimos estão proibidos em quase todo o mundo pelo risco ambiental. O perigo é tanto para os trabalhadores, que manipulam os venenos, quanto para toda a população do campo e das cidades, que consomem os produtos agrícolas com agrótóxicos. Só quem lucra com isso são as transnacionais fabricantes do veneno.

O filme abaixo, intitulado O veneno está na mesa mostra como estamos nos alimentando mal por conta de um modelo agrário perverso, baseado no agronegócio. É tempo de mudar!

O documentário, dirigido por Silvio Tendler, conta com o apoio da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio/Fiocruz e faz parte das iniciativas da Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida.

Clique na imagem abaixo para assistir ao vídeo:

Para ler mais:

Veneno sobre a mesa

Em 6 agosto, 2011 Comentar

O Brasil é, desde 2008, o país que mais consome agrotóxicos no planeta. Muitos desses herbicidas, fungicidas e pesticidas que consumimos estão proibidos em quase todo o mundo pelo risco ambiental. O perigo é tanto para os trabalhadores, que manipulam os venenos, quanto para toda a população do campo e das cidades, que consomem os produtos agrícolas com agrótóxicos. Só quem lucra com isso são as transnacionais fabricantes do veneno.

O filme abaixo, intitulado O veneno está na mesa mostra como estamos nos alimentando mal por conta de um modelo agrário perverso, baseado no agronegócio. É tempo de mudar!

O documentário, dirigido por Silvio Tendler, conta com o apoio da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio/Fiocruz e faz parte das iniciativas da Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida.

Clique na imagem abaixo para assistir ao vídeo:

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