Arquivos da categoria ‘espiritualidade’

“Quem ama, faz sempre comunidade; não fica nunca sozinho” – Santa Teresa d’Ávila.

Quem foi Santa Teresa d’Ávila?
Por que ela se tornou uma Doutora da Igreja?
Quais são as características de sua espiritualidade?

Se você tem o interesse de conhecer mais sobre o seu legado, participe neste sábado, 24 de setembro, do evento ‘Rezar com os Místicos – 2011’, em Curitiba – PR.

O encontro será coordenado por Maria Cristina Giani, que durante muitos anos trabalhou no Instituto Humanitas Unisinos – IHU. Atualmente colabora esporadicamentecom o IHU, pois ela é a coordenadora geral das Irmãs Missionárias de Cristo Ressuscitado.

O Ciclo é promovido pelo Centro de Pesquisa e Apoio aos Trabalhadores – CEPAT, parceiro estratégico do IHU.

As vagas são limitadas. Faça já sua inscrição!

Outras informações:


Para ler mais:

“Quem ama, faz sempre comunidade; não fica nunca sozinho” – Santa Teresa d’Ávila.

Quem foi Santa Teresa d’Ávila?
Por que ela se tornou uma Doutora da Igreja?
Quais são as características de sua espiritualidade?

Se você tem o interesse de conhecer mais sobre o seu legado, participe neste sábado, 24 de setembro, do evento ‘Rezar com os Místicos – 2011’, em Curitiba – PR.

O encontro será coordenado por Maria Cristina Giani, que durante muitos anos trabalhou no Instituto Humanitas Unisinos – IHU. Atualmente colabora esporadicamentecom o IHU, pois ela é a coordenadora geral das Irmãs Missionárias de Cristo Ressuscitado.

O Ciclo é promovido pelo Centro de Pesquisa e Apoio aos Trabalhadores – CEPAT, parceiro estratégico do IHU.

As vagas são limitadas. Faça já sua inscrição!

Outras informações:


Para ler mais:

Neste espaço se entrelaçam poesia, arte e mística. Através de orações de mestres espirituais de diferentes religiões, mergulhamos no Mistério que é absoluta transcendência e absoluta proximidade.Este serviço é uma iniciativa feita em parceria com o Prof. Dr. Faustino Teixeira, teólogo, professor e pesquisador do PPG em Ciências da Religião da Universidade Federal de Juiz de Fora e com Paulo Couto Teixeira (“Pulika“), artista plástico de Brasília, autor da ilustração.

Eu te trarei no sangue

Apaga-me os olhos: eu posso ver-te!
Fecha-me os ouvidos: eu posso ouvir-te!
E sem pés posso ir ao teu encontro
e mesmo sem boca eu posso chamar-te!
Arranca-me os braços, e eu  te seguro
com o coração, como com minhas mãos.
Pára meu coração, e em mim o cérebro
há de pulsar; e se puseres fogo
em meu cérebro, eu te trarei no sangue.

Fonte: Rainer Maria Rilke. O livro de horas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1993, p. 101.

Neste espaço se entrelaçam poesia, arte e mística. Através de orações de mestres espirituais de diferentes religiões, mergulhamos no Mistério que é absoluta transcendência e absoluta proximidade.Este serviço é uma iniciativa feita em parceria com o Prof. Dr. Faustino Teixeira, teólogo, professor e pesquisador do PPG em Ciências da Religião da Universidade Federal de Juiz de Fora e com Paulo Couto Teixeira (“Pulika“), artista plástico de Brasília, autor da ilustração.

Sensação (Arthur Rimbaud)

Nas tardes de verão, irei pelos vergéis
Picado pelo trigo, a pisar a erva miúda:
Sonhador, sentirei um frescor sob os pés
E o vento há de banhar-me a cabeça desnuda.

Calado seguirei, não pensarei em nada:
Mas infinito amor dentro do peito abrigo,
E como um boêmio irei, bem longe pela estrada
Feliz – qual se levasse uma mulher comigo.

Fonte: Arthur Rimbaud. Poesia completa. Rio de Janeiro: Topbooks, 1994, p. 41

Neste espaço se entrelaçam poesia, arte e mística. Através de orações de mestres espirituais de diferentes religiões, mergulhamos no Mistério que é absoluta transcendência e absoluta proximidade.Este serviço é uma iniciativa feita em parceria com o Prof. Dr. Faustino Teixeira, teólogo, professor e pesquisador do PPG em Ciências da Religião da Universidade Federal de Juiz de Fora e com Paulo Couto Teixeira (“Pulika“), artista plástico de Brasília, autor da ilustração.

As fontes

Um dia quebrarei todas as pontes
Que ligam o meu ser, vivo e total,
À agitação do mundo do irreal
E calma subirei até às fontes.

Irei até às fontes onde mora
A plenitude, o límpido esplendor
Que me foi prometido em cada hora
E na face incompleta do amor.

Irei beber a luz e o amanhecer,
Irei beber a vos dessa promessa
Que às vezes como um voo me atravessa,
E nela cumprirei todo o meu ser

Fonte: Sophia de Mello Breyner Andresen. Poemas escolhidos. São Paulo: Companhia das Letras, 2004, p. 42.