Arquivos da categoria ‘Entrevistas do dia’

No mês de setembro, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança – CTNBioautorizou a comercialização do feijão transgênico. Você colocaria este alimento no cardápio de sua família?
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Com a finalidade de aprofundar o debate acerca da liberação deste produto, nossa equipe de Jornalismo entrevistou o agrônomo José Maria Gusman Ferraz. Segundo Ferraz, mesmo após serem apontadas várias irregularidades que mostravam que os estudos eram falhos, a maioria dos cientistas optou pela aprovação do feijão transgênico. “A avaliação de efeitos sobre os animais alimentados com o feijão foi feita em apenas com 35 dias. Em poucos dias é possível avaliar possíveis efeitos sobre a saúde da população?”, questiona.
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O feijão transgênico é o primeiro organismo geneticamente modificado totalmente produzido por uma instituição nacional e o primeiro feijão transgênico do mundo. “Com as liberações de transgênicos que estão por vir, com a vinculação de transgênicos e agrotóxicos mais perigosos, haverá uma piora nos casos de contaminação”, alerta o agrônomo. Além disto, Ferraz ressalta que a “liberação do feijão transgênico colocará em risco também a soberania alimentar, uma vez que compromete a posse da semente pelos seus verdadeiros detentores.”
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Confira a entrevista na íntegra.
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Para ler mais:

O estado do Pará deve ou não ser dividido? Este será o questionamento de um plebiscito que será realizado no dia 11 de dezembro. Entretanto, o jornalista Manuel José Sena Dutra afirma que “há uma grande indiferença quanto ao plebiscito”. Para ele, “na verdade as pessoas estão mais preocupadas com o seu dia a dia, com a violência que ameaça a população de Belém e do interior do estado”.
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Dutra foi entrevistado pela IHU On-Line para analisar a atual situação do Pará. Esta entrevista foi a mais acessada entre os dias 25 a 30 de setembro.
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Na entrevista, Dutra questiona se, permanecendo o “Pará unido”, haverá mais igualdade e honestidade no trato do dinheiro público. Para ele, “há riscos, sim, para os novos estados. Porém, onde, em que estado do país não há desmandos?”. Leia aqui a entrevista na íntegra.
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Para ler mais:

As instituições religiosas, em especial as neopentecostais, têm mudado suas lógicas e regras de atuação em função da midiatização, modificando até mesmo o discurso religioso, o adaptando com mais visualidade, coloquialidade e menos aprofundamento. Esta é a opinião da jornalista Viviane Borelli, autora do livro “Mídia e religião: Entre o mundo da fé e o do fiel”  (imagem). A entrevista com Borelli foi a mais acessada entre os dias 16 a 22 de setembro.
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Na entrevista Viviane Borelli também comenta a iniciativa da Igreja Universal do Reino de Deus, que convocou seus fiéis a não consumirem informações não religiosas durante 21 dias. Segundo a jornalista, não há garantias de que esta convocação tenha sucesso, pois a decisão final cabe ao fiel. Ela destaca que a Igreja Universal utiliza estratégias midiáticas “para continuar existindo como igreja”.
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Neste período, o Instituto Humanitas Unisinos – IHU, publicou outras entrevistas exclusivas produzidas pela equipe de Jornalismo.

São elas:.

As mulheres estão em crise. Esta é a opinião da teóloga Sandra Duarte de Souza em entrevista concedida por e-mail à IHU On-Line. Para ela, os livros evangélicos que ensinam as mulheres a serem “boas esposas”, “boas mães e “boas donas de casa” estão entre os mais vendidos no mundo, justamente porque as mulheres estão em busca de respostas religiosas para uma “crise que extrapola nossa capacidade humana de lidar com tantas atribuições”, comenta. Esta entrevista foi a mais acessada entre os dias 05 a 09.
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De acordo com a teóloga, as religiões ainda legitimam relações de dominação entre os sexos. “Essa maneira sacrificial de conceber o feminino tem sido um dos grandes problemas para a superação da dominação de gênero. A carga de culpa das mulheres por não corresponderem àquilo que é considerado ‘coisa de mulher’ é enorme”, avalia.
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Neste período, outras entrevistas foram publicadas em nosso site. Confira:

As mulheres estão em crise. Esta é a opinião da teóloga Sandra Duarte de Souza em entrevista concedida por e-mail à IHU On-Line. Para ela, os livros evangélicos que ensinam as mulheres a serem “boas esposas”, “boas mães e “boas donas de casa” estão entre os mais vendidos no mundo, justamente porque as mulheres estão em busca de respostas religiosas para uma “crise que extrapola nossa capacidade humana de lidar com tantas atribuições”, comenta. Esta entrevista foi a mais acessada entre os dias 05 a 09.
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De acordo com a teóloga, as religiões ainda legitimam relações de dominação entre os sexos. “Essa maneira sacrificial de conceber o feminino tem sido um dos grandes problemas para a superação da dominação de gênero. A carga de culpa das mulheres por não corresponderem àquilo que é considerado ‘coisa de mulher’ é enorme”, avalia.
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Neste período, outras entrevistas foram publicadas em nosso site. Confira: