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No próximo mês, uma equipe formada por profissionais do Tecnosociais/Unisinos e do Instituto Humanitas Unisinos – IHU irá participar da 7ª Feira de Economia Solidária do MERCOSUL, em Santa Maria.

Entre os dias 8 e 10 o município de Santa Maria será sede desta Feira e de mais seis eventos. São eles: a 18ª edição da Feira Estadual do Cooperativismo, a 10ª Feira Nacional de Economia Solidária, a 11ª Mostra da Biodiversidade e Feira de Agricultura Familiar, o 7º Seminário Latino Americano de Economia Solidária, a 7ª Caminhada Internacional e Ecumênica pela Paz e o 6º Levante da Juventude.

A Feira de Economia Solidária faz parte do calendário nacional de Feiras e do Projeto Nacional de Comercialização em Economia Solidária, promovidos pelo Projeto Esperança/Cooesperança da Diocese de Santa Maria, da Prefeitura Municipal, Cáritas Brasileira e Cáritas – RS.

Nestes eventos além de exposição de produtos de alimentação artesanais, estarão expostos também artesanato e produtos de limpeza desenvolvidos ecologicamente. E, dentro da programação, debates, vídeos, seminários, oficinas e atividades culturais estão previstos para os eventos que serão realizados no Centro de Referência de Economia Solidária Dom Ivo Lorscheiter.

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O quarto módulo do “Ciclo de Estudos em Ead: Sociedade Sustentável”, que está sendo realizado desde o mês de março, irá abordar a temática “Pensar global e agir local”. Este módulo é o penúltimo do ciclo, iniciando nesta segunda-feira (13) e se estendendo até o dia 02 de julho.
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“Os debates buscam fomentar ideiais que possibilitem pensar soluções para os problemas enfrentados pelo Planeta, devido às ações dos empreendimentos humanos, questionando a ideia de desenvolvimento”, afirma Gilberto Faggion, coordenador do ciclo.
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Faggion é graduado em Comércio Exterior e Administração de Empresas, pela Unisinos, e mestre em Administração pela UFRGS. Atualmente Faggion é professor na Unisinos e trabalha no Instituto Humanitas Unisinos – IHU.
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Para os nossos leitores que não estão participando deste estudo e que possuem interesse no tema, recomendamos a leitura do Cadernos IHU em Formação “Sociedade Sustentável”. Neste caderno você pode conferir 29 entrevistas com diversos especialistas como Serge Latouche, Washington Novaes e André Trigueiro.

A carioca Lena Lavinas esteve, nesta segunda-feira (23), na Unisinos para discutir o que é e como o Brasil está inserido na ideia de Renda Básica de CidadaniaLena estuda a questão há bastante tempo e é sempre muito requisitada no país para debater sobre políticas sociais, como o Bolsa Família. Intitulado Renda Básica de Cidadania. Um panorama da situação brasileira, o evento começou com a economista analisando as experiências políticas de combate à pobreza e transferência de renda desde o século XVII no mundo.

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Não somente políticos e economistas de todo o país tiveram um início de ano de expectativas. Os cidadãos comuns, que vão à luta todos os dias para sustentar suas famílias, também estiveram atentos ao polêmico debate a respeito do reajuste do salário mínimo.
Em meio a debates e propostas, o ministro Gilberto Carvalho afirmou: “A vida não termina no salário mínimo. Não faremos loucura. O corte de R$ 50 bilhões no Orçamento da União mostra a gravidade da situação fiscal e, ao mesmo tempo, a seriedade do governo”.
Mas será que a vida não termina no salário mínimo? O Instituto Humanitas Unisinos – IHU questionou seus leitores a respeito do assunto. 39,51% dos internautas discordam radicalmente da opinião do ministro.
Confira os resultados.
» 39,51% dos leitores discordam radicalmente do ministro;
» 27,16% concordam plenamente com o ministro;
» 17,28% concordam parcialmente;
» 13,58% discordam parcialmente;
» 2,47% dos leitores afirmaram não ter opinião formada sobre o tema.

O leitor Francisco Magon acredita que “se o salário mínimo fosse no mínimo o suficiente para garantir os direitos nos quais a constituição determina, com certeza a vida aí não terminaria. É uma vergonha esses hipócritas que falam com ares de Majestade, mas podemos mudar. Basta ter tempo”.
O leitor Antonio Amort espera “que a senhora presidenta tenha a gentileza de ir ao público, explicando direitinho para o povo porque o seu governo tanto insistiu e lutou para limitar o mínimo assim”.
“A vida não acaba mesmo no salário mínimo, ela acaba quando o suor do trabalho de um mês inteiro não é o suficiente para pagar a conta de água, luz, IPTU, comida…”, aponta Greyce Vargas.
O leitor Rogério Antônio Rosa destaca que “gostaria de saber se esse tal de Gil conseguiria viver com R$ 545. O povo paga seu gordo salário, motoristas, cartão corporativo, auxílio moradia, empregados, assessores, viagens. Ele que tenha cara e coragem de homem e explique-se para o povo a besteira que falou. E os partidaristas de direita ou esquerda que analisem melhor, pois o PMDB é coligado ao PT, ou seja, tudo farinha do mesmo saco”.
“O que dá raiva é ver a demagogia da direita com o salário mínimo. No governo deles matavam de fome, o Salário Mínimo chegou aos níveis mais baixos da história. Agora, só porque estão na oposição falam de R$600. Se estivessem no governo iriam propor uns R$300 e olha lá! Dá nojo ver e ouvir o ACM Neto e a tucanada”, ressalta o leitor C. Barbosa.
Valdir Almeida escreve: “Lamentável. Quem te viu, quem te vê, Gil. Lhe conheci nas lutas dos anos 1970 e como militante da Pastoral Operária. Onde você foi parar! Nada como um dia após o outro. Tudo muito triste”.

“A habitabilidade da Terra não é mais garantida automaticamente, mas se transformou num desafio para a humanidade. Será que ainda é possível salvar o ecossistema Terra e encontrar outros modos de ser e agir econômica e socialmente?”, questiona o Prof. Ms. Gilberto Antonio Faggion, que está coordenando o Ciclo de Estudos em Ead: Sociedade Sustentável. Questionamentos como este compõem o debate do curso, que iniciou no mês de março.

Os módulos “O estado atual da crise civilizacional: onde estamos?” e “A questão energética no mundo contemporâneo” já foram debatidos.  O terceiro módulo intitulado “Por um novo paradigma civilizacional“, inicia hoje (02) e se estende até o dia 11 de junho.

Gilberto Faggion é graduado em Comércio Exterior e Administração de Empresas, pela Unisinos, e mestre em Administração, pela UFRGS. Atualmente, é professor da Unisinos e trabalha no Instituto Humanitas Unisinos – IHU.

O Ciclo de Estudos tem como objetivo refletir sobre questões de emergência de uma sociedade sustentável, evidenciando a necessidade de um novo paradigma social. “Os debates buscam fomentar ideiais que possibilitem pensar soluções para os problemas enfrentados pelo Planeta, devido às ações dos empreendimentos humanos, questionando a ideia de desenvolvimento”, afirma Faggion.

Para o professor, constata-se que “a economia moderna fundamenta-se nos princípios do egoísmo e da escassez, os quais põem todo o papel na ação egoísta do homem, como preconizou Bernard de Mandeville, e do instinto animal, como indicou Albert Hirschman. Percebe-se que a racionalidade baseada na escassez precisa ser mudada, pois somente pela lógica do lucro não se resolve problemas atuais, como os ecológicos, o que acaba por se expressar na insustentabilidade do planeta diante das ações humanas”, finaliza.

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