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“A biologia sintética se integra num conjunto de tecnologias convergentes (…), nas quais se concentram grandes promessas e maiores inversões. Trata-se antes de tudo, de uma técnica de produção material: diversamente da engenharia genética ‘tradicional’, seu propósito não é tanto recombinar a informação genética de organismos existentes, senão desenhar e criar formas de vida parcial ou totalmente artificiais”, diz Jordi Maiso em seu texto “Desafios éticos, filosóficos e políticos da biologia sintética”, publicado na 201ª edição dos Cadernos IHU Ideias.

Você pode adquirir essa e outras edições dos Cadernos IHU Ideias  diretamente no Instituto Humanitas Unisinos – IHU ou solicitar pelo endereço humanitas@unisinos.br.

Mais informações pelo telefone: 55 (51) 3590 8247.

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