O automóvel é um dos produtos mais bem sucedidos do advento da sociedade industrial. Ajudou a moldar a indústria, as cidades, a vida em comum e individual e até seus substratos psíquicos. O carro a motor sintetiza alguns dos elementos simbólicos mais almejados pelo “homem moderno”: visibilidade, distinção e poder.

A crise civilizacional que vivemos – e para a qual o Dia Mundial Sem Carro quer chamar a atenção – nos quer alertar para o fato de que este subsistema (o automóvel) do subsistema (a economia) encontra seus limites mais fortes exatamente no sistema (a biosfera).

Ao pensar este paradoxo da civilização do automóvel, a conjuntura dessa semana – publicada nas segundas no site do Instituto Humanitas Unisinos (IHU) – traz uma análise sobre as dimensões do impacto do carro na sociedade mundial e brasileira. Elaborada pelos colegas do Centro de Pesquisa e Apoio aos Trabalhadores – CEPAT em fina sintonia com o IHU, a conjuntura apresenta uma (re)leitura das ‘Notícias do Dia’ publicadas diariamente em nosso site. Não deixe de conferir!

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