• Programa Descarte Consciente para medicamentos usados ou vencidos

    O projeto Descarte Consciente, desenvolvido pela BHS (Brasil Health Service), busca estimular o correto descarte de medicamentos, oferecendo postos de coleta acessíveis a todos os cidadãos. Localizadas em farmácias e universidades, as estações coletoras recebem comprimidos, pomadas, sprays, líquidos, caixas e bulas. E os farmacêuticos presentes nos pontos de coleta estão aptos a auxiliá-lo no [...]

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  • Resultados 2011 do Energia Positiva

    Confira no site do Energia Positiva os resultados do projeto referentes ao primeiro semestre de 2011. Lá estão disponíveis os números de consumo de água, energia elétrica, papel e da geração de resíduos de papel,  no campus de São Leopoldo. Há, ainda, uma breve avaliação dos resultados até o momento, bem como a projeção de consumo [...]

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Preservação do Meio-AmbienteMuito se tem falado na preservação do meio ambiente, mas não se criou ainda a consciência de que o planeta precisa urgentemente dos nossos cuidados. Um dos exemplos deste descaso da sociedade é a proliferação dos lixões clandestinos a céu aberto. O ABC Domingo ouviu especialistas sobre o que leva as pessoas a agir desta maneira em relação ao nosso habitat.

“Uma das boas respostas para essa questão é propor iniciativas. Convido o Vale para enfrentarmos grandes desafios impostos às cidades, tais como gestão ambiental, resíduos sólidos e licenciamentos. Para tanto, preparamos encontros em datas a serem divulgadas. Todos podem participar, e os contatos devem ser feitos pelo e-mail asstec@sema. rs.gov.br. São as ações colaborativas que contribuem para a mudança de hábito capaz de desenvolver e manter a cultura de respeito ao ambiente.” - Helio Corbellini, secretário estadual do Meio Ambiente do Rio Grande do Sul

“Basicamente porque nossa cultura acredita que não fazemos parte do meio ambiente. O desenvolvimento tecnológico convenceu o imaginário humano que somos superiores ao meio ambiente. Que é moral e ético submetermos ele aos nossos caprichos sem que soframos nenhuma consequência dos nossos atos. Para a maioria das pessoas, cuidar da natureza é um ato de bondade ao qual podemos nos dar ao luxo se não atrapalhar muito os negócios ou a satisfação de nossos desejos egoístas.” - Amo Kayser, agrônomo, ecologista, escritor e presidente do Comitesinos

“A natureza nos oferece paisagens e recursos naturais em profusão, mas, no entanto, ainda vislumbramos como bens inesgotáveis. As ações de cada cidadão devem ser mais valorizadas, mesmo que pareçam não fazer tanta diferença. A cultura ambiental traz vantagens como a melhoria da qualidade de vida, principalmente sob o aspecto de saúde. Há doenças que se manifestam somente após longo tempo de ingestão de alimentos contaminadas ou exposição a ambientes degradados.” - Albert Welzel, professor coordenador do curso de Engenharia Ambiental da Ulbra

“De uma maneira geral, a natureza vem absorvendo essa falta de interesse da sociedade sem que grandes eventos no passado estivessem em pauta. Hoje nós já temos uma percepção e a comunidade científica mundial já demonstra com mais clareza e firmeza o fato de que a ação humana vem gerando um impacto ambiental que a natureza não absorve mais. Com cerca de sete bilhões de seres humanos habitando o planeta, fica difícil dizer que essa ação não exerce um efeito no meio ambiente.” - Jackson Müller, mestre em Bioquímica pela Ufrgs e atualmente professor da Unisinos

“Vivemos uma cultura baseada na produção, no consumo. E o que é pior, continuamos a perpetuá-la em nome do crescimento econômico. Pensemos na forma como fomos educados. Vamos perceber que desde sempre fomos educados para vermos o ambiente como um infindável armazém de mercadorias. Esse sistema de educação precisa mudar, inserindo-se o respeito ao ambiente na rotina escolar para deixarmos de ser a principal ameaça da sustentabilidade planetária.” - Berenice Adams, professora, idealizadora do Projeto Apoema de educação ambiental

 

Fonte:  ABC Domingo – Geral | Pág. 14 – Em 24/02/2013

Gestão completa

0 Comentário em 21 - janeiro - 2013

universidade-instituto-tecnologico-unisinosCom o desenvolvimento de institutos tecnológicos no campus de São Leopoldo, cresce o comprometimento da Unisinos em promover uma boa gestão ambiental. Amparado por essa meta, surge o objetivo de gerir com eficácia os critérios de qualidade envolvidos nos processos de produção de tais organizações, critérios esses que são regulamentados, entre outros, pela ISO 17025. A certificação descreve os requisitos gerais para competência de laboratórios de ensaio e calibração e está cada vez mais próxima de chegar à instituição.

A 17025 aborda ferramentas do sistema de gestão da qualidade (SGQ) em laboratórios abrangendo os requisitos de gestão (controle de documentos e registros, auditorias, ações corretivas e preventivas, melhorias, análise crítica do SGQ, entre outros) e requisitos técnicos (recursos humanos, materiais, métodos, controle de dados, equipamentos, manuseio de itens de ensaio, rastreabilidade e garantia da qualidade dos resultados).

O desafio agora é integrar as ferramentas da qualidade com as ferramentas já consolidadas pela ISO 14001, de gestão ambiental. A fase de elaboração dos documentos já está concluída, e os próximos passos compreendem a implementação, verificação e análise crítica do sistema de gestão. A previsão é de que, ainda em 2013, a Unisinos seja acreditada pela Rede Metrológica do Rio Grande do Sul em um escopo de ensaio para o ITT Fuse. As próximas metas são a acreditação do INMETRO e as ampliações dos escopo de ensaios, incluindo os demais institutos tecnológicos da universidades.

O artigo Environmental Management on University Campuses in Southern Brazil,  desenvolvido por professores da Unisinos e Ufrgs, foi publicado internacionalmente por Peter Lang Publishing Group.

A publicação relata sobre a experiência das instituições de ensino superior na gestão e preocupação com o meio ambiente e dos seus sistemas adotados que são referência no Brasil e no mundo.

Leia o artigo na íntegra aqui.

A região do Vale do Rio dos Sinos passa por momento delicado em relação ao uso de água. O baixo nível do rio, aliado à expectativa de pouca chuva para os próximos dias, tem resultado em verdadeira força tarefa do Serviço Municipal de Água e Esgotos (Semae) e da população de São Leopoldo para o consumo consciente do recurso. Desde quarta-feira, 14/11, o município enfrenta um rodízio de racionamento, medida que afeta também a universidade.

De acordo com André Cavalheiro, gerente de serviços de manutenção e infraestrutura da universidade, medidas estão sendo tomadas para contornar o impasse: “Contratamos caminhões pipa e efetuamos o fechamento de alguns sanitários e áreas de banho. Além disso, estamos informando a comunidade acadêmica sobre a situação e recomendando o uso racional”. Até a normalização no fornecimento de água, o consumo ainda mais consciente é uma atitude necessária e urgente.

A Unisinos se coloca à disposição da comunidade acadêmica e solicita o reporte imediato de quaisquer possíveis casos de desperdício à gerência de serviços de manutenção e infraestrutura. Em caso de constatação de eventuais problemas (falhas em equipamentos, torneiras pingando, etc.), comunique o setor pelo número (51) 3591-1122, ramal 5108.

 

universidade-projeto-energia-positiva-campanha-conscientizacaoO Sistema de Gestão Ambiental promove mais uma campanha para alertar a comunidade acadêmica quanto ao uso racional de energia elétrica, em especial no que se refere aos aparelhos condicionadores de ar. A equipe estará distribuindo adesivos, a partir de sexta-feira (16/11), em todas as salas que possuem os equipamentos, lembrando que estes só devem ser usados em ocasiões realmente necessárias, com portas e janelas fechadas.

Os adesivos podem ser afixados em portas e interruptores de luz. Faça o download:

Adesivos conscientização uso de água e papel toalha

Adesivos conscientização uso de energia e ar condicionado

Colabore e ajude a divulgar a campanha!