FiatMio: o Carro Colaborativo da Fiat

Esse post é uma sugestão da mestranda Janine Moura.
 
Já faz tempo que a montadora Fiat vem trabalhando para criar novos modelos de automóveis que atendam seus consumidores nos próximos, digamos, cem anos! Mas, existe melhor forma de chegar nesse carro do futuro do que criá-lo juntamente com os próprios consumidores? A Fiat acredita que não! Por isso, desenvolveu um projeto colaborativo com seus clientes para que eles mesmos ajudem a identificar as características que um carro deveria ter no futuro: o Projeto Fiat Mio.
 
De acordo com a montadora: “O Fiat Mio é um projeto participativo, onde vamos reunir todas as suas ideias sobre o futuro dos carros para criar um imenso bloco. Este bloco será a matéria prima de onde vamos extrair um grande projeto para as próximas gerações”. Esse “bloco” que a empresa procura criar está ficando enorme. Agora, em setembro de 2009, já são mais de 4.300 ideias (isso mesmo, quatro mil e trezentas) geradas em categorias como: propulsão, design, materiais, segurança e ergonomia.
 
Veja algumas ideias sugeridas pelos participantes:
- Max teen (velocidade máxima para jovens).
- Comunicação entre automóveis.
- Carros acopláveis, podendo formar um trem.
- Bancos feitos com silicone.
- Engate de reboque retrátil.
 
Com qualquer projeto colaborativo, as pessoas podem gerar ideias, avaliar as ideias geradas, comentar, pontuar e acompanhar seu desenvolvimento via twiter. Alguns participantes são hiperativos. O Douglas Espíndola e o Reginaldo Gabriel da Silva, por exemplo, geraram mais de 120 ideias cada um (vão acabar sendo contratados pela Fiat). A maioria, no entanto, não chega a propor 10 ideias sequer. E isso é bom? É ótimo, pois a diversidade é a grande vantagem dessa forma de colaboração. A Fiat tem conseguido obter ideias de um público amplo e heterogêneo, o que já seria bom. Se essas ideias tão diversas forem ainda combinadas, a possibilidade da geração de inovações incrementais e radicais será exponencialmente maior do que aquelas geradas apenas por seus designers e engenheiros! O carro conceito desse projeto – o Fiat Concept Car III (FCC III), com todas as ideias testadas e viabilizadas, será apresentado no Salão Internacional do Automóvel em 2010. Quem (con)viver, verá!

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Crowdsourcing pop no Brasil

Em setembro, no post Crowdsourcing pop havia comentado sobre o vídeo feito pela banda pop inglesa Ben’s Brothers aproveitando as imagens enviadas pelos seus fans. Não demorou muito e a idéia já foi copiada por aqui. Desde a semana passada, está disponível no canal “Capital Inicial” do YouTube o vídeo da banda feito com imagens enviadas pelos fans que se prestaram a filmar com celulares e câmeras digitais os shows deles.
 
Para divulgar o resultado, os caras da banda publicaram o seguinte texto: “Galera, o clipe da música Dançando com a Lua, feito totalmente com imagens enviadas por fãs de todo o país, já está no ar e pode ser visto aqui no canal do Capital no YouTube. Parabéns para todos que enviaram e participaram deste momento! Valeu!”  O vídeo até que ficou bem feito, pois recebeu uma produção especial da gravadora e até de uma “Agência Web”. Veja aí!
 

 
 
Três pontos devem ser destacados. Primeiro, a iniciativa ampliou consideravelmente a interação da banda com seu público. Isto é inegável. Um dos comentários, feito por ”nandaasss“, demonstra isso: “Ficou massa, bem bacana ver quanto eh próximo, a banda e o fã…. grande ideiaaaa, parabens!
 
Segundo, quem orienta a banda, pelo jeito, conhece o poder da rede. Foi anexada ao final do texto de apresentação do vídeo a seguinte frase: “Valeu!!! Agora é só mandar pra todos seus amigos!” Isto significa que o papel de filmar e divulgar o vídeo foi terceirizado para a “galera”. Crowdsourcing neles!! Parece estar dando certo, pois em uma semana o vídeo foi assistido 50.000 vezes!
 
Terceiro, este tipo de ação através de crowdsourcing precisa ser realizada com sabedoria para evitar distorções e malefícios. Neste ponto, a produção do vídeo não teve muito cuidado. Inserir a logomarca de um patrocinador no começo do vídeo é algo fora de propósito. Deixa uma impressão de aproveitamento dos voluntários que colaboraram sem nada receber, não é mesmo? Além disso, estes voluntários poderiam ter sido melhor citados ao final. Neste caso, me parece que só um lado está realmente ganhando. Fato que prejudica a imagem da banda e da própria idéia de crowdsourcing, como fica claro no comentário sobre o vídeo feito por “packland“: ”A idéia é interessante. Mas, sinceramente, o clipe ficou muito abaixo do que eu esperava. Parece mais um anúncio publicitário do que qualquer outra coisa.” Alguém discorda?!?!

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Red Bull Animaker

Muitas vezes, comento e analiso no blog iniciativas empresariais de abertura à colaboração externa que ocorrem distantes do Brasil. Embora essa seja a realidade da maioria dos casos que se destacam, existem algumas exceções que ocorrem bem próximas de nós. Uma dessas exceções que vale a pena comentar foi a iniciativa Red Bull Animaker.
 
O Red Bull Animaker foi um concurso relacionado aos tradicionais comerciais conhecidos por “Red Bull te dá asas” realizado em três universidades do Rio Grande do Sul (UNISINOS, UFRGS e ULBRA) e em Pernambuco. Conforme a empresa, o objetivo era ampliar a interação com seus consumidores motivando-os a criar novos enfoques de comunicação do conceito “te dá asas”. Agora em novembro, a empresa premiou as melhores contribuições em termos de filme, roteiro e técnica, mas não confirmou se irá utilizá-los em suas campanhas futuras. Veja abaixo um dos filmes premiados no Rio Grande do Sul.
 
 


 

Espera-se que outras empresas tomem a iniciativa de envolver os consumidores, sejam eles universitários ou não. As ferramentas da Web 2.0 estão aí para ajudar. Sei que é um fenômeno que está ainda em seus primeiros passos, mas percebo um rápido crescimento nos últimos meses através dos e-mails que recebo com indicações de casos e textos sobre o tema. Pena que eu não consiga postar todos na mesma velocidade!

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Crowdsourcing de Natal

Este post foi uma sugestão de Janine Moura.
 
O ano de 2008, entre outras coisas, será marcado como o do primeiro natal do crowdsourcing. Primeiro, foi o Shopping Iguatemi solicitando aos clientes que enviassem fotos suas para adornar a ultra-mega-super árvore de natal. Mas a Rede Globo foi mais longe. Semana passada, ela anunciou que a mensagem de fim de ano (aquela de sempre: hoje a festa é sua, hoje a festa é nossa…) será feita com a participação dos seus espectadores.
 
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Para tanto, a empresa criou uma página específica na internet chamada a festa é sua, na qual os interessados podem ler o regulamento, tirar dúvidas, obter dicas, baixar a música-tema e a letra da campanha e, evidentemente, enviar o seu vídeo. No total, serão feitas dez mensagens, cada uma composta por cinco ou seis vídeos feitos pelos espectadores. Para quem estiver interessado, as inscrições finalizam no dia 15 de dezembro.
 
Eu visitei a página no primeiro dia do lançamento da campanha e já havia 63 comentários de interessados elogiando a iniciativa, pedindo informações e perguntando coisas absurdas. Uma das coisas que me chamou a atenção nos comentários foi o grande número de pessoas que manifestaram sua adoração total pela emissora. Li verdadeiras declarações de amor pela Globo, alguns chegando a dizer que “(…) não viveriam sem ela“. Intensa essa abertura para interação, não é mesmo?
 
Passada uma semana desde o lançamento da campanha, já são mais de 150 vídeos enviados. Eles podem ser conferidos no seguinte link. E como pode ser imaginado, é possível se encontrar e tudo, desde criancinhas cantando de mãos dadas, até gente adulta na beira da piscina e em uma academia de ginástica. Quando vocês assistirem o resultado final, irão se lembrar de mim!!!

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Redes na HBR e na PEGN

Neste mês de outubro, duas revistas nacionais do mundo empresarial deram destaque à colaboração em rede em suas edições. Na versão brasileira da Harvard Businnes Review, a manchete é “todos por um” e na Revista Pequenas Empresas - Grandes Negócios, a provocação principal é: “Que tal uma parceria com seu concorrente?” O interessante é que cada uma aborda o tema de ângulos diferentes.

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A Harvard Businnes Review aborda principalmente as redes colaborativas formadas a partir da internet. O artigo foi escrito por Scott Cook, fundador do intuit.com, site financeiro que se apóia nas redes colaborativas para auxiliar a gestão de pequenas empresas. O parágrafo inicial do autor é bastante provocativo para os gestores:
 
“No começo do ano, passei uma tarde intensa encerrado em uma sala com os 70 principais executivos da Intuit. Nossa meta era imaginar saídas para que gente de fora da empresa contribuísse voluntariamente com seu tempo, sua energia e seu conhecimento para tornar a vida de nossos clientes melhor. Soa estranho? Pois saiba que, se não estiver fazendo um exercício parecido em sua organização, sua empresa pode acabar ficando de fora de uma muidança radical – mudança que está transformando os negócios.”

O texto da HBR é bem elaborado e direto, demonstrando através de vários exemplos reais, como as empresas estão se beneficiando desta contribuição voluntária em rede. Um destes exemplos, o qual não conhecia, é das cadeias de hotéis Hyatt, que, através do site www.yattit.com, criou um ambiente para que os clientes possam compartilhar dicas sobre atrações turísticas e sugestões de viagem. Um ponto me deixou intrigado, o autor abrange largamente os diversos ganhos que as empresas podem obter, mas, as vantagens para as pessoas que colaboram recebe apenas uma coluna tímida! Qual será o motivo!?!?
  
Já a reportagem da revista Pequenas Empresas - Grandes Negócios aborda a formação de redes de cooperação entre pequenas e médias empresas estabelecidas principalmente no Estado de São Paulo. O texto de abertura diz o seguinte: “Crescem as alianças estratégicas para fazer compras, ações de marketing, treinamento e até exportações conjuntas. Saiba como tirar proveito dessa nova onda!” 
 
A reportagem é bem interessante, mas quanta desinformação do autor! Em um parágrafo apenas, chama as redes de “alianças estratégicas“, como se fosse uma espécie de colaboração entre grandes empresas para, por exemplo, gerar um nova tecnologia. Mas, pelo restante do texto, percebe-se claramente que são redes constituídas como uma nova organização para competir com as empresas que não participam delas!
 
O autor ainda propõe, no final do parágrafo, que o leitor irá saber como tirar proveito dessa “nova onda” Fiquei com duas dúvidas! As redes entre pequenas empresas são uma onda??!?! E elas são uma novidade??!?! Eu acho que um fenômeno com mais de 15 anos no Brasil não são nem uma onda, nem uma novidade!
 
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Para quem deseja conferir esses dois registros editoriais das redes de cooperação tenho uma notícia boa e uma ruim. A notícia boa é que elas podem ser acessadas gratuitamente através da internet, nos links da HBR e no da PEGN. A notícia ruim é que, por enquanto, é possível ler apenas um resumo de cada!

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NÓS somos mais inteligentes do que EU

A partir de hoje, está disponível nas livrarias a tão esperada publicação brasileira da obra “WE are smarter than ME“, escrita por Barry Libert, Jon Spector e milhares de colaboradores voluntários. O livro trata de todos os assuntos que são abordados neste blog, (crowdsourcing, empresa 2.0, inovação colaborativa, redes, …), de maneira bastante direta e repleta de exemplos e de casos de empresas reais.
 
A inovação do livro não se limita aos temas apresentados, mas, principalmente, à forma de sua elaboração: foi escrito por uma rede de colaboração de milhares de voluntários em todo o mundo, no melhor espírito wiki, através do site www.wearesmarter.org . Em 2007, foi escolhido pela Amazon como o sexto melhor livro de negócios do ano.

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Eu e o Prof. Balestrin ficamos responsáveis pela apresentação e pela revisão técnica da publicação brasileira. Foi um enorme desafio, pois a linguagem adotada no livro utiliza muitos termos de difícil tradução. Outros termos são apenas compreensíveis para quem vive nesse mundo 2.0. O próprio título “NÓS somos mais inteligentes do que EU” não representa a essência da idéia em sua totalidade, pois “smart” não possui uma tradução perfeita na nossa língua. Ainda assim, o livro merece sua leitura! Veja a descrição (por nós já revisada é claro) da Editora Bookman/Wharton:
 
“A colaboração em massa, ou o crowdsourcing, está se desenvolvendo de forma crescente, como evidencia o sucesso da Wikipédia, do Linux, do MySpace e do YouTube. Este livro mostra que o esforço colaborativo de uma comunidade, cujas idéias, compreensões e conhecimento são compartilhados coletivamente, gera resultados superiores do que os de um indivíduo. Muitas empresas já vêm se beneficiando do poder coletivo, mas nem todas obtiveram sucesso. Há muitas ciladas a serem evitadas e obstáculos a serem sobrepostos para cultivar a sabedoria das comunidades. Este livro mostra como fazê-lo.”
 
Evidentemente, sugiro, de maneira enfática, sua leitura. Principalmente, por se tratar de um livro atual e riquíssimo em informações. Mesmo se você não está procurando um livro de negócios rico e atual, ainda assim vale a pena comprá-lo, pois ele é realmente muito legal! Caso estejas convencido, podes acessar o seguinte link para maiores informações.

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Projeto 10^100 da Google

A Google está completando 10 anos neste mês de setembro. Sabe o que a empresa criou para comemorar a data: um mega projeto de inovação colaborativa!
 
A idéia recebeu o nome de Projeto 10^100 (deve ser lido 10 elevado a 100, o que aliás corresponde ao número googol) e pretende distribuir U$ 10 milhões para premiar idéias que possam melhorar o mundo. Segundo a empresa “Nunca tantas pessoas tiveram tantas informações, tantas ferramentas disponíveis e tantas maneiras de dar vida a suas ótimas idéias“, então, a melhor coisa a ser feita é utilizar essa inteligência coletiva para gerar soluções aos nossos problemas.
 
O Projeto 10^100 já está ocorrendo e receberá propostas de idéias até 20 de outubro. Em um primeiro momento, 100 idéias serão selecionadas e abertas para votação através da internet. Na sequência, as 20 mais votadas serão analisadas por um comitê escolhido pela empresa, o qual será o responsável pela seleção das 5 idéias que receberão financiamento! Conforme os CEOs da Google: ”Estamos em busca de idéias que ajudem de alguma forma o maior número de pessoas possível e nos comprometemos a investir na sua concretização“.
 
Quem se interessou e deseja conhecer melhor o Projeto 10^100, sugiro acessar sua página de FAQs. Quem já tem uma idéia brilhante para ajudar as pessoas, deve cadastrá-la no seguinte link. Abaixo, o vídeo de lançamento do projeto.
 

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Crowdsourcing pop

Cerca de um ano atras surgiu na internet uma epidemia de Lip dubs (espécie de brincadeira de dublagem de músicas conhecidas). Uma das primeiras deve ter sido a do gordinho que dublou “Dragostea din tei” em 2005. 
 
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Um dos vídeos que provocou o crescimento dessa prática foi postado por Amanda Lin Ferry no site vimeo.com e apresentava o Lip dub da música Flagpolle Sitta da banda  indie dos anos 90 Harvey Danger. O vídeo foi assistido mais de um milhão de vezes e gerou um excelente  artigo escrito por por Tom Johnson em seu blog, no qual sustenta que o Lip dub é um fenômeno típico da Web 2.0, sustentada em quatro características: espontaneidade, autenticidade, participação e diversão. Abaixo, destaco vídeo para se ter uma idéia.
 
 


 
Mas o que quero destacar em Crowdsourcing pop não é o Lip dub, mas sim a idéia dos caras da banda pop inglesa Ben’s Brothers. Eles aproveitaram o fenômeno do Lip dub e utilizaram a rede a seu favor. Transformaram o vídeo da música Stuttering, que era bem chatinho, numa versão crowdsourcing com vários fans fazendo o Lip Dub da música! Veja ele abaixo, no mínimo, ficou mais legal. Mas é claro que a rede já está fazendo sua parte na divulgação – inclusive eu aqui que nem gosto desses caras aí! Perceberam o poder?
 

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Putting People First

Resolvi que toda vez que adicionar um novo link no Blogroll irei fazer uma breve apresentação do mesmo. Para começar, apresento o Blog Putting People First.
 
Mantido por Mark Vanderbeeken, um dos sócios da empresa italiana de design Experientia, o Blog Putting People First engloba questões de design e inovação centradas nos clientes. Ou seja, seus posts abordam assuntos bastante relacionados com o que tratamos aqui.
 
Um dos últimos posts é particularmente interessante. Conforme o Blog, a montadora de computadores Dell está focando sua atenção aos chamados Digital Nomads, – profissionais sem fronteiras organizacionais e territoriais, mas que estão fortemente conectados em comunidades específicas.
 
A Dell acredita que esta será uma grande tendência de carreira para diversos tipos de profissionais, os quais deverão consumir milhões de dólares em notebooks, aplicativos e, é claro, em comunicação wi-fi. Já existem comunidades de nômades digitais no facebook, twitter, linked-in e you tube. As trajetórias de alguns nômades digitais podem ser lidas seguinte link.

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A sabedoria das multidões no YouTube

No dia 12 de junho postei a informação de que a PBS estava produzindo um vídeo sobre a sabedoria das multidões. Ele ficou pronto e achei bem fraquinho. Para quem está começando a tentar entender o tema, o vídeo é até interessante. Para quem deseja de aprofundar um pouco mais no assunto, o vídeo deixa a desejar.
 
Como qualquer vídeo, ele já está disponível também no YouTube. Então, aproveitando essa facilidade, disponibilizo ele aqui no blog também!
 

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