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	<title>Blog da Publicidade e Propaganda</title>
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	<description>Just another Unisinos.br weblog</description>
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		<title>Pizza Hut lança ação de conscientização no trânsito do RS</title>
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		<pubDate>
		Fri, 15 Jan 2010 15:05:54 -0200		</pubDate>
		<dc:creator>mayraandrade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A ação promovida pela Pizza Hut para conscientização dos motoristas gaúchos, faz parte da campanha lançada em outubro “Viver é Hut”, que traz as coisas boas da vida relacionadas com a marca.
As 68 motos que realizam as entregas no estado, circulam com adesivos contendo frases de conscientização como “Dirigir com cuidado é Hut”, “Respeitar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ação promovida pela Pizza Hut para conscientização dos motoristas gaúchos, faz parte da campanha lançada em outubro “Viver é Hut”, que traz as coisas boas da vida relacionadas com a marca.</p>
<p>As 68 motos que realizam as entregas no estado, circulam com adesivos contendo frases de conscientização como “Dirigir com cuidado é Hut”, “Respeitar o trânsito é Hut”, “Não parar sobre a faixa de pedestres é Hut”, entre outras.</p>
<p>A campanha tem como objetivo não só divulgar o conceito, mas fazer com que os motoristas venham a aderir a essa conscientização no seu dia-a-dia.</p>
<p>Fonte:<br />
http://www.adonline.com.br/ad2005/rapidinhas_detalhe.asp?id=24701</p>
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		<title>Vai Uma Aí?</title>
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		<pubDate>
		Fri, 15 Jan 2010 15:02:57 -0200		</pubDate>
		<dc:creator>mayraandrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem  Categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Em agosto do ano passado a AMBEV criou um aplicativo que foi disponibilizado no orkut chamado “Vai Uma Aí?”, onde o usuário trabalhava na produção de bebidas.
Tendo um novo estoque a cada fase passada, sua missão era distribuir o maior número de bebidas entre seus amigos, quanto maior o número, maior era o cargo conquistado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em agosto do ano passado a AMBEV criou um aplicativo que foi disponibilizado no orkut chamado “Vai Uma Aí?”, onde o usuário trabalhava na produção de bebidas.</p>
<p>Tendo um novo estoque a cada fase passada, sua missão era distribuir o maior número de bebidas entre seus amigos, quanto maior o número, maior era o cargo conquistado dentro do jogo.</p>
<p>O Objetivo do aplicativo era de promover a empresa nas redes sociais e gerar inscrições para o programa trainee 2010 da Ambev. A iniciativa deu certo e várias pessoa se inscreveram no programa de onde foram selecionados cinco pessoas para o cargo de trainee.</p>
<p> </p>
<p><img src="http://2.bp.blogspot.com/_uSApiBsdZec/SpUdE19P5HI/AAAAAAAABhA/eBCoyU8wEwo/s400/vai-uma-ai.jpg" alt="null" /></p>
<p> </p>
<p>Mas, o que chama a atenção não é a iniciativa de dar a chance de emprego aos usuários da rede de relacionamento e sim, a questão de colocar um aplicativo que incita ao uso e venda de bebidas em um site também utilizado por crianças e adolescentes.</p>
<p>Você acha certo a Ambev ter criado este aplicativo, onde crianças e adolescentes tem a chance de usá-los?</p>
<p>Deixe seu comentário.</p>
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		<title>Curso sobre os segredos das grandes marcas</title>
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		<pubDate>
		Tue, 05 Jan 2010 17:22:07 -0200		</pubDate>
		<dc:creator>mayraandrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem  Categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir do dia 12 de janeiro a ColetivaEAC – Centro de Estudos Avançados em Comunicação, Marketing e Opinião Pública promove a terceira edição do curso “Branding – Gestão Estratégica da Marca”.
Durante quatro encontros ministrados pelo diretor da ColetivaEAC e consultor em estratégia e marketing André Arnt, serão analisados cases de sucesso como o das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A partir do dia 12 de janeiro a ColetivaEAC – Centro de Estudos Avançados em Comunicação, Marketing e Opinião Pública promove a terceira edição do curso “Branding – Gestão Estratégica da Marca”.<br />
Durante quatro encontros ministrados pelo diretor da ColetivaEAC e consultor em estratégia e marketing André Arnt, serão analisados cases de sucesso como o das marcas Louis Vuitton e Gucci, Mc Donald’s, Zaffari, Starbucks, entre outras.</p>
<p>Datas e Horários</p>
<p>Dias 12, 14, 19 e 21 de Janeiro<br />
Das 19 às 22h</p>
<p>Local</p>
<p>ESADE<br />
Rua Luis Afonso, 84 – Cidade Baixa<br />
Porto Alegre – RS</p>
<p>O investimento é de 248R$ para os primeiros 15 escritos.<br />
Maiores informações pelo telefone (51) 3331-5278 ou pelo site www.coletivaeac.com.br</p>
<p>Fonte:<br />
www.coletivaeac.com.br<br />
www.coletiva.net</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Drop Caps</title>
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		<pubDate>
		Wed, 30 Dec 2009 19:33:59 -0200		</pubDate>
		<dc:creator>Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem  Categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[a tipografia e na editoração eletrônica, Drop Cap ou Capitular é um dos muitos tipos possiveis de iniciais para um texto composto. Juntamente com as simples &#8220;letras maiúsculas&#8221; no início dos parágrafos, as drop caps são, certamente as mais interessantes formas de destaque de um texto. Tendo por início (ao que eu sei) as atividades dos monges copistas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img src="http://jhische.com/dailydropcap/N-1-cap.png" alt="N" align="left" />a <strong>tipografia </strong>e na <strong>editoração eletrônica</strong>, <strong>Drop Cap</strong> ou <strong>Capitular </strong>é um dos muitos tipos possiveis de iniciais para um <strong>texto composto</strong>. Juntamente com as simples &#8220;<strong>letras maiúsculas</strong>&#8221; no início dos parágrafos, as drop caps são, certamente as mais interessantes formas de destaque de um texto. Tendo por início (ao que eu sei) as atividades dos monges copistas na Idade Média (vide o filme <strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0091605/" target="_blank">O Nome da Rosa</a></strong>, ou leia o <a href="http://biblioteca.folha.com.br/1/02/" target="_blank">livro</a> do mesmo nome, de <strong><a href="http://www.umbertoeco.com/en/" target="_blank">Umberto Eco</a></strong>) que ilustravam a primeira letra dos textos copiados com iluminuras que resumiam o conteúdo contido no texto seguinte, estes trabalhos atingiram um status de arte ao serem vistos a partir dos dias de hoje.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://aulas.pro.br/blog4/wp-content/uploads/dropcaps1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-2475" src="http://aulas.pro.br/blog4/wp-content/uploads/dropcaps1.png" alt="dropcaps1" width="600" height="500" /></a></p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: justify"><img src="http://jhische.com/dailydropcap/A-3-cap.png" alt="A" align="left" /> designer norte americana <a title="http://jessicahische.com" href="http://jessicahische.com" target="_blank">Jessica Hische</a> possui um projeto muito interessante chamado <a title="http://dailydropcap.com/" href="http://dailydropcap.com/" target="_blank">Daily Drop Cap</a>, que consiste em disponibilizar a cada dia uma ilustração de letra para ser usada como Drop Cap. Nos links acima você pode encontrar dezenas de opções de estilos nas ilustrações para deixar seu blogue muito mais bacana.  Assim como as usadas neste post.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Post by: <a href="http://aulas.pro.br/paulopedott/" target="_blank">Paulo Pedott</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Converse divulga Vencedores do Concurso ArtCollabs</title>
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		<pubDate>
		Fri, 18 Dec 2009 19:39:53 -0200		</pubDate>
		<dc:creator>Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Concursos e Prêmios]]></category>
		<category><![CDATA[Sem  Categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta primeira edição do concurso, 922 artistas enviaram mais de 1700 modelos do tênis Chuck Taylor All Star com o tema pop art. Durante os 30 dias de votação pública, mais de 350 mil votos dados pela comunidade ajudaram a escolher dez finalistas, enquanto a equipe de design da própria marca elegeu outros dez.
Entre os 20 finalistas, o júri do Art Collabs elegeu os 3 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-top: 15px;margin-right: 0px;margin-bottom: 15px;margin-left: 0px;padding: 0px">Nesta primeira edição do concurso, <strong>922 artistas</strong> enviaram mais de <strong>1700 modelos</strong> do tênis <strong>Chuck Taylor All Star</strong> com o tema <em><strong>pop art</strong></em>. Durante os 30 dias de votação pública, mais de <strong>350 mil votos</strong> dados pela comunidade ajudaram a escolher <strong>dez finalistas</strong>, enquanto a equipe de design da própria marca <strong>elegeu outros dez</strong>.</p>
<p style="margin-top: 15px;margin-right: 0px;margin-bottom: 15px;margin-left: 0px;padding: 0px">Entre os <strong>20 finalistas</strong>, <a href="http://www.converseartcollabs.com.br/juri.aspx" target="_blank">o júri do Art Collabs</a> elegeu os <strong>3 modelos vencedores</strong>, que serão produzidos e entrarão para a linha <strong>Converse 2010</strong>, além de um prêmio de<strong>2 mil reais em dinheiro</strong> e <strong>12 meses de abastecimento de tênis Converse</strong>. Então, vamos aos vencedores!</p>
<p style="margin-top: 15px;margin-right: 0px;margin-bottom: 15px;margin-left: 0px;padding: 0px" align="center"><a title="&quot;Power Pop&quot;, por Adriano Cinelli" rel="lightbox[2471]" href="http://www.conversation.com.br/wp-content/uploads/2009/12/01-Power-Pop.jpg"><img style="border: 10px solid white" src="http://www.conversation.com.br/wp-content/uploads/2009/12/01-Power-Pop-300x202.jpg" alt="&quot;Power Pop&quot;, por Adriano Cinelli" width="300" height="202" /></a><br />
<span style="font-size: 1.1em;font-style: italic"><strong>“Power Pop”</strong>, por Adriano Cinelli</span></p>
<p style="margin-top: 15px;margin-right: 0px;margin-bottom: 15px;margin-left: 0px;padding: 0px" align="center"><a title="&quot;Cores e Formas&quot;, por Jeferson &quot;Obreta&quot; da Silveira" rel="lightbox[2471]" href="http://www.conversation.com.br/wp-content/uploads/2009/12/02-Cores-e-Formas.jpg"><img style="border: 10px solid white" src="http://www.conversation.com.br/wp-content/uploads/2009/12/02-Cores-e-Formas-300x190.jpg" alt="&quot;Cores e Formas&quot;" width="300" height="190" /></a><br />
<span style="font-size: 1.1em;font-style: italic"><strong>“Cores e Formas”</strong>, por Jeferson “Obreta” da Silveira</span></p>
<p style="margin-top: 15px;margin-right: 0px;margin-bottom: 15px;margin-left: 0px;padding: 0px" align="center"><a title="&quot;Pop Pattern&quot;, por Matheus Lopes" rel="lightbox[2471]" href="http://www.conversation.com.br/wp-content/uploads/2009/12/03-Pop-Pattern.jpg"><img style="border: 10px solid white" src="http://www.conversation.com.br/wp-content/uploads/2009/12/03-Pop-Pattern-300x202.jpg" alt="Pop Pattern" width="300" height="202" /></a><br />
<span style="font-size: 1.1em;font-style: italic"><strong>“Pop Pattern”</strong>, por Matheus Lopes</span></p>
<p style="margin-top: 15px;margin-right: 0px;margin-bottom: 15px;margin-left: 0px;padding: 0px">Os demais modelos finalistas foram: <a href="http://www.converseartcollabs.com.br/design.aspx?did=2133" target="_blank">Peel Slowly and See</a>, <a href="http://www.converseartcollabs.com.br/design.aspx?did=1360" target="_blank">Sexy Lady</a>,<a href="http://www.converseartcollabs.com.br/design.aspx?did=1173" target="_blank">Error 60</a>,<a href="http://www.converseartcollabs.com.br/design.aspx?did=2877" target="_blank">Pop You</a>, <a href="http://www.converseartcollabs.com.br/design.aspx?did=3576" target="_blank">Off The Hook</a>, <a href="http://www.converseartcollabs.com.br/design.aspx?did=2581" target="_blank">POP à Mão</a>, <a href="http://www.converseartcollabs.com.br/design.aspx?did=1620" target="_blank">OMG! It’s a Hot-Dog!</a>, <a href="http://www.converseartcollabs.com.br/design.aspx?did=3277" target="_blank">Caveiras Mexicanas</a>, <a href="http://www.converseartcollabs.com.br/design.aspx?did=1224" target="_blank">Olhar de Uma Geisha</a>, <a href="http://www.converseartcollabs.com.br/design.aspx?did=2369" target="_blank">POP UP</a>, <a href="http://www.converseartcollabs.com.br/design.aspx?did=3637" target="_blank">Massive</a>, <a href="http://www.converseartcollabs.com.br/design.aspx?did=2744" target="_blank">Lovely Heart</a>, <a href="http://www.converseartcollabs.com.br/design.aspx?did=2559" target="_blank">Icons Art</a>,<a href="http://www.converseartcollabs.com.br/design.aspx?did=2039" target="_blank">Cores 02</a>, <a href="http://www.converseartcollabs.com.br/design.aspx?did=2569" target="_blank">COLORFLOWER</a>, <a href="http://www.converseartcollabs.com.br/design.aspx?did=1175" target="_blank">Pop Zoo</a>, <a href="http://www.converseartcollabs.com.br/design.aspx?did=1704" target="_blank">Cell Phone</a>. Também confira <a href="http://www.converseartcollabs.com.br/browse.aspx" target="_blank">os outros modelos que participaram</a> do concurso.</p>
<p style="margin-top: 15px;margin-right: 0px;margin-bottom: 15px;margin-left: 0px;padding: 0px">Post por: <a href="http://aulas.pro.br/paulopedott/" target="_blank">Paulo Pedott</a><br />
via: <a href="http://www.conversation.com.br/">http://www.conversation.com.br/</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Por que a Publicidade na Internet está mudando a Publicidade</title>
		<link>http://unisinos.br/blog/publicidade/2009/12/18/por-que-esta-falhando-a-publicidade-na-internet/</link>
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		<pubDate>
		Fri, 18 Dec 2009 19:38:10 -0200		</pubDate>
		<dc:creator>Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem  Categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[por Eric Clemons, em 22 de março de 2009
Tradução e introdução pelo prof. Me Paulo R. Pedott em abril de 2009
Introdução
Desde os meados do século XX, por volta início dos anos 1950, a publicidade se alicerça na tríade TV/Cinema, Rádio e Mídia Impressa (Jornais/Revistas) e esta configuração se mantém evoluindo até meados da década de 1990, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left"><span style="background-color: #ffffff"><em>por <a title="Lugares por Eric Clemons" href="http://74.125.45.132/translate_c?hl=pt-BR&amp;ie=UTF-8&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=http://www.techcrunch.com/author/eric_clemons/&amp;usg=ALkJrhiq9A_ALe2wN4aU8i8i8dW745KVaQ">Eric Clemons,</a> em 22 de março de 2009<br />
<span style="font-style: normal;background-color: #ffffff"><em>Tradução e introdução pelo prof. Me <a href="http://aulas.pro.br/paulopedott/" target="_blank">Paulo R. Pedott </a></em><em>em abril de 2009</em></span></em></span></p>
<p><span style="background-color: #ffffff"><strong>Introdução</strong></span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="background-color: #ffffff">Desde os meados do século XX, por volta início dos anos 1950, a publicidade se alicerça na tríade TV/Cinema, Rádio e Mídia Impressa (Jornais/Revistas) e esta configuração se mantém evoluindo até meados da década de 1990, quando um novo meio de comunicação vem juntar-se a esta tríade, a Internet.</span></p>
<p style="text-align: justify">Concebida ao final dos anos 60 como uma rede de comunicação militar descentralizada, a então Arpanet passa a ser, a partir dos anos 1980 uma rede de comunicação acadêmica entre Universidades e instituições de pesquisa científica, adquirindo neste momento a denominação Internet.</p>
<p style="text-align: justify">Na década seguinte, com o acesso à rede aberto ao público em geral através dos provedores de acesso, a Internet passa a ser fortemente utilizada como um canal de comunicação comercial especializado que conta com um publico muito qualificado e de considerável poder aquisitivo.</p>
<p style="text-align: justify">A partir deste momento, com a evolução exponencial da quantidade de conteúdo disponível, surge a necessidade de se remunerar esta imensa disponibilidade de informação, pois existem custos para a produção, armazenagem e distribuição desta informação. Foi então que várias tentativas de remuneração foram aplicadas, grande parte destas adaptadas das formas tradicionais de remuneração, (custo por tempo de permanência, custo por impressão ou exibição, custo por clique, taxa de conversão&#8230;) outras nem tanto (porcentagem de lucro).</p>
<p style="text-align: justify">A mais recente das formas de monetização e, por conseguinte, de publicidade na Internet foi concebida e desenvolvida pela empresa Google.inc, e se consiste nas formas de anúncios relevantes do programa <a href="https://www.google.com/adsense/login/pt_BR/?hl=pt_br&amp;sourceid=aso&amp;subid=br-pt_br-ha-bk_brandedAS&amp;utm_term=adsense&amp;gsessionid=YWnInuTytIhFvsdHHyF6yA">GoogleAdsense</a> e do leilão de palavras em pesquisas chamado <a href="https://www.google.com/accounts/ServiceLogin?service=adwords&amp;cd=BR&amp;hl=pt-BR&amp;ltmpl=adwords&amp;passive=true&amp;ifr=false&amp;alwf=true&amp;continue=https://adwords.google.com.br/select/gaiaauth?apt=None&amp;ugl=true&amp;medium=ha&amp;term=adwords&amp;sourceid=awo&amp;subid">GoogleAdwords</a> .</p>
<p style="text-align: justify">Estas duas novas formas de monetização publicitária podem ter marcado o início de um novo paradigma na publicidade, permitindo que qualquer orçamento possa propiciar uma comunicação publicitária em (quase) pé de igualdade com qualquer concorrente.</p>
<p style="text-align: justify">Porém, a Internet é um meio dinâmico e em constante evolução e até mesmo estes novos paradigmas são colocados em cheque quando o comportamento do público começa a mudar estimulado pela própria Internet e sua capacidade de provimento de informação. Como exemplo destas mudanças, temos o fenômeno das redes sociais que, sendo muito mais do que apenas comunicadores pessoais e sites de relacionamentos superficiais, permitem que nós consumidores possamos descobrir novas formas de nos relacionar com as empresas que produzem os produtos que usamos/queremos ou prestam os serviços que precisamos.</p>
<p style="text-align: justify">Além disso, para praticamente qualquer assunto podemos encontrar Forums de discussões onde peers debatem as características destes produtos, comparando suas características positivas e negativas e, desta forma, passam a ser uma opinião valorizada por ser independente e não estar associada ao fabricante.</p>
<p style="text-align: justify">O seguinte artigo do Professor Clemons nos chama a atenção para aspectos pouco notados, pouco divulgados e às vezes um pouco indigestos sobre a publicidade nos dias de hoje, mas que de forma alguma podem ficar de fora de discussões sérias sobre Publicidade e Propaganda. Este artigo é apresentado com o intuito de estimular a reflexão sobre o tema a partir do ponto de vista do professor Clemons (PHD, Cornell University, 1976; MS, Cornell University, 1974; SB, Massachusetts Institute of Technology, 1970) sobre a evolução da publicidade nos dias de hoje e não necessariamente refletem as opiniões dos professores deste curso.</p>
<p style="text-align: justify">Boa leitura.</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-838"></span></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><em>Nota do editor: O seguinte artigo foi postado por <a href="http://74.125.45.132/translate_c?hl=pt-BR&amp;ie=UTF-8&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=http://www.wharton.upenn.edu/faculty/clemons.html&amp;usg=ALkJrhiuKXZyjxWXKqqCFfatwpBR7YI7Rg">Eric Clemons,</a> professor de Operações e de Gestão da Informação na Wharton School, da Universidade da Pensilvânia. Nela, ele argumenta que a Internet fragmenta todas as formas de publicidade. &#8220;O problema não é o meio, o problema é a mensagem, é o fato de que não é confiável, não é desejada e não é necessária&#8221;, escreve. As opiniões por ele manifestadas refletem o seu ponto de vista sobre o assunto e nós aqui (os editores originais do artigo, <a href="http://www.techcrunch.com/">www.techcrunch.com</a> N.doT.) as apresentamos para promover o debate. (Obviamente, esperamos que haja um lugar para a publicidade na Internet, uma vez que esta paga as nossas contas). </em></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">1. <strong>Deve haver algo além da Publicidade:</strong></p>
<p style="text-align: justify">A <a href="http://74.125.45.132/translate_c?hl=pt-BR&amp;ie=UTF-8&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=http://www.techcrunch.com/2009/03/22/2009/02/25/online-ads-even-the-evangelists-turning-bearish/&amp;usg=ALkJrhigswG3trgBZ9DBFE8m8bu2Q40TzA" target="_blank">esperada queda na Internet receitas publicitárias</a> este ano não foi nem imprevisível nem surpreendente e nem foi provocado exclusivamente pela recessão geral ou pelo declínio das vendas no varejo. A publicidade na Internet irá rapidamente perder o seu valor e o seu impacto, por razões que podem ser facilmente compreendidas. A publicidade tradicional simplesmente não pode ser transferida para a Internet, substituindo os anúncios de página inteira na contracapa do jornal The New York Times ou os comerciais de 30 segundos no Super Bowl por anúncios difundidos com pop-ups, banners, click-throughs sobre barras laterais. Isto pode ser um assunto onde é possível encontrarmos muitas opiniões diferentes, mas na verdade, os anúncios tradicionais ainda reinam na mídia tradicional. Porém, aparentemente eles estão falhando. Um após outro, os jornais estão sendo fechados nos Estados Unidos, e a receita advinda dos anúncios, que são a fonte tradicional de receitas da imprensa, -incluindo aí as revistas, está em declínio. Aparentemente, o final da difusão midiática da publicidade começa a tornar-se claro.</p>
<p style="text-align: justify">Empurrar uma mensagem comercial que não tenha sido solicitada a um cliente potencial quando este consumidor está no meio de alguma outra atividade na net, falhará como fonte de receita para a maioria dos sites da Internet. &#8230; A Internet encontrará novos modelos de monetização e estes modelos serão diferentes dos modelos utilizados pela publicidade nos meios tradicionais –ou físicos &#8211; de comunicação social, tal como os modelos utilizados pelos meios de comunicação social eram diferentes dos modelos de monetização utilizando o teatro e eventos esportivos antes destes. Na verdade, tem de haver alguma forma de criar sites que façam algo além de proporcionar o livre acesso aos conteúdos, alguns dos quais proprietários (pagos), alguns dos quais licenciados, e uma parte dele simplesmente chupados&#8230; mesmo assim, todos estes financiados pela publicidade.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">A idéia de que o conteúdo on-line tenha um preço e que aplicações deverão encontrar formas de gerar lucro sem dar livre acesso a outras pessoas ao conteúdo gera naturalmente reações explosivas; quando o pioneiro na realidade virtual e guru de tecnologia Jaron Lanier sugeriu em um artigo no  <a href="http://74.125.45.132/translate_c?hl=pt-BR&amp;ie=UTF-8&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=http://www.nytimes.com/2007/11/20/opinion/20lanier.html&amp;usg=ALkJrhiTxVhLmMR2aXV6V5ZJZxmosP85BA" target="_blank">New York Times Op Ed</a> que os web-autores mereciam ser pagos por seu conteúdo produzido e publicado, realmente recebeu ameaças morte. Mas outros modelos são possíveis e diversas sugestões de formas alternativas de monetização são oferecidas abaixo:</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><strong>2. A Publicidade irá acabar:</strong></p>
<p style="text-align: justify">A Internet é a mais libertadora de todos os meios de comunicação desenvolvidos até ao momento. É participativa, como a troca de histórias à volta de uma fogueira ou a uma feira de bairro. Ela não significou apenas empurrar conteúdo unidirecionalmente para um público cativo, da forma como os filmes ou a televisão tradicional faz. Ela fornece a maior variedade de entretenimento e informação, sobre qualquer assunto, com qualquer grau de formalidade e profundidade, sob demanda, ou seja, QUANDO seu público quiser e COMO quiser. A Internet é a melhor e a mais confiável fonte de informação sobre um produto comercial, sobre sua seleção, sua disponibilidade e sobre a sua adequação, utilizando conteúdo comunitário, ou seja, opiniões e análises profissionais ou não.</p>
<p style="text-align: justify">Minha premissa básica é que a Internet não irá substituir a publicidade tradicional, mas irá estilhaçá-la, fragmentá-la e nem todos os talentos criativos da Madison Avenue poderão colocar os pedaços juntos novamente. Para analisar esta afirmação, precisamos de uma definição operacional da publicidade, e por isso proponho a seguinte, que é tão geral que até mesmo eu consegui entender:</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><em>Publicidade é a utilização de mensagens comerciais patrocinadas para construir uma marca, pagando para alocar estas mensagens onde possam ser vistas por clientes potenciais enquanto estes fazem outras atividades. Estas mensagens descrevem um produto ou serviço, seu preço, ou algum atributo fundamental, onde pode ser encontrado, suas vantagens explícitas ou os benefícios implícitos de sua utilização.</em></p>
<p style="text-align: justify"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Argumenta-se frequentemente que a publicidade da indústria vai proporcionar inovação suficiente para substituir a perda dos anúncios tradicionais nos meios de comunicação tradicionais. Novamente, o meu ponto de vista rejeita esta premissa básica, sugerindo que a simples comunicação comercial, divulgada através de qualquer meio de comunicação, a fim de chegar a um cliente potencial que está no meio de alguma outra atividade, irá acabar.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>Nós não necessitamos mais desta informação para iniciar o processo de compra, ou a transação, ou seja, nós já não temos a necessidade deste tipo de publicidade para obter essa informação</em></strong>. Nós podemos obter a informação de que queremos, quando queremos, a partir de fontes que nós confiamos mais do que a publicidade paga. Nós vamos descobrir o que precisamos saber, quando queremos fazer uma transação comercial de qualquer tipo. A sabedoria convencional indica que esta informação é exatamente o que uma pesquisa paga ajuda-nos a fazer, mas, muitas vezes, eles são nada mais do que uma forma de diversão, como eu explico mais adiante. <strong><em>Em vez disso, vamos utilizar as informações que nós confiamos, obtida no momento em que as queremos obter.</em></strong></p>
<p style="text-align: justify">Uma melhor segmentação de anúncios usando os interesses individuais e comportamentos individuais podem garantir que não haja mais enfado ou irritação, como acontece com muitas pessoas a cada anúncio, mas pode não resolver o problema da confiança da fonte. Quanto às buscas pagas (Google Adwords, por exemplo), é mais perto de outros mecanismos que permitem que um website possa vender o acesso a potenciais clientes. Funciona efetivamente como uma fonte de receitas para o Google, claro. Mas certamente não é aplicável para a maioria dos websites de conteúdo.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><strong>3. Publicidade vai acabar por três razões:</strong></p>
<p style="text-align: justify">Há três problemas com a publicidade, sob qualquer aspecto, independentemente de serem transmitidos pelas mídias tradicionais ou de forma on-line:</p>
<ul style="text-align: justify">
<li><strong>Os consumidores      não confiam na publicidade</strong>. <a href="http://74.125.45.132/translate_c?hl=pt-BR&amp;ie=UTF-8&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=http://www.amazon.com/Predictably-Irrational-Hidden-Forces-Decisions/dp/006135323X/ref%3Dpd_bbs_sr_1%3Fie%3DUTF8%26s%3Dbooks%26qid%3D1237689692%26sr%3D8-1&amp;usg=ALkJrhi3nJrzhtT8FiM_mxfjfs3fe2-fjQ" target="_blank">Dan Ariely</a> demonstrou que as mensagens atribuídas      a uma fonte comercial têm muito menor credibilidade e muito menor impacto      sobre a percepção da qualidade do produto que a mesma mensagem atribuída a      um serviço de classificação (rating service – <a href="http://www.clubedohardware.com.br/">Clube do Hardware</a>, por      exemplo). A <a href="http://74.125.45.132/translate_c?hl=pt-BR&amp;ie=UTF-8&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=http://blogs.forrester.com/groundswell/2008/12/people-dont-tru.html&amp;usg=ALkJrhjs-YfGRo06veO0ksVu6UmtNVjHSA" target="_blank">Forrester Research</a> concluiu estudos que mostram      que a publicidade e os blogs patrocinados pelas empresas anunciantes são      as menos-confiáveis fontes de informação sobre produtos e serviços,      enquanto recomendações de amigos e opiniões dos clientes on-line são os      mais elevados.</li>
<li><strong>Os consumidores não      querem ver publicidade.</strong> Pense em assistir os noticiários da TV      e repare que os comerciais em todas as grandes redes estão tão perto      quanto possível de uma exibição sincronizada. Porquê? Se os executivos das      redes acreditavam que todos nós queríamos ver os anúncios, estes poderiam      ser escalonados, de forma que nós, os usuários, poderíamos trocar de canal      e ainda assim poderíamos visualizar os anúncios. Os anúncios então são      sincronizados de modo que nós usuários não podemos trocar de canal para      evitar ver os anúncios.</li>
<li><strong>A maioria dos      consumidores não precisam da publicidade</strong>. <a href="http://74.125.45.132/translate_c?hl=pt-BR&amp;ie=UTF-8&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=http://www.forbes.com/2007/12/11/consumer-internet-buying-oped-cx_ekc_1212webbuying.html&amp;usg=ALkJrhgYAm7GybEMRlBE4JDNN8ON5E65jQ" target="_blank">Minha própria pesquisa</a> sugere que os consumidores se      comportam de forma a obter a maior parte das suas informações sobre      ofertas de produtos pela Internet, através de sites profissionais e  independentes de classificação, como o  <a href="http://74.125.45.132/translate_c?hl=pt-BR&amp;ie=UTF-8&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=http://dpreview.com/&amp;usg=ALkJrhj4AkuDUDnYmxSHvsVxlC9Gkq3iQA" target="_blank">DPReview.com</a> ou de serviços independentes de      classificação comunitários, como o como <a href="http://74.125.45.132/translate_c?hl=pt-BR&amp;ie=UTF-8&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=http://www.ratebeer.com/&amp;usg=ALkJrhh-aXaaZwwGqjO3ujN2BbyYsdjzgA" target="_blank">Ratebeer.com</a> ou <a href="http://74.125.45.132/translate_c?hl=pt-BR&amp;ie=UTF-8&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=http://www.tripadvisor.com/&amp;usg=ALkJrhiXkAK7C18PQmiEHNKFMmSr_MO3vg" target="_blank">TripAdvisor</a> ou o já citado <a href="http://www.clubedohardware.com.br/">Clube do Hardware</a>.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Sim, tanto os executivos das redes de comunicação quanto os das agências de propaganda já devem ter notado que não estamos mais assistindo aos tradicionais anúncios, e eles atribuem isso ao fato de termos nos movido para além dos jornais, das redes de notícias televisivas, dos filmes e da radiodifusão, fomos para os vídeo games, iPods, e para a Internet . Portar os anúncios para um novo meio não vai resolver os três problemas acima referidos. <strong><em>O problema é que o problema não é o meio, o problema é a mensagem</em></strong>, e ao fato de que <strong><em>as mensagens comerciais publicitárias atuais não são confiáveis, e não são desejadas , e não são necessárias</em></strong>.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><strong>4. Modelos alternativos de monetização estão disponíveis:</strong></p>
<p style="text-align: justify">Mais uma vez, minha pesquisa sugere que existem três categorias gerais para a criação de valor que podem ser monetizadas, inclusive vendendo coisas reais, vendendo coisas virtuais, e vender o acesso. Alguns sites existem apenas para vender coisas reais. Muitos dos mais conhecidos sites deste tipo permitem realizar agregação da demanda, o que permite haver clientes suficientes para justificar a estocagem e venda de itens para os quais existe pouca demanda individualmente. A Amazon é apenas o exemplo mais conhecido. Sites como Amazon e Zappos são especialmente boas para os itens “long tail” ou da cauda longa (ao invés daqueles poucos produtos que vendem muito no grande mercado, um grande número de produtos de nicho)&#8230; onde mais você vai para obter uma cópia do <a href="http://74.125.45.132/translate_c?hl=pt-BR&amp;ie=UTF-8&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=http://www.amazon.com/Green-Sea-Heaven-Religions-Spirituality/dp/1883991064/ref%3Dsr_1_1%3Fie%3DUTF8%26s%3Dbooks%26qid%3D1237499726%26sr%3D8-1&amp;usg=ALkJrhhYJudsGQ4R0LWcpkLsRVn0wO3Mnw" target="_blank">Verde Mar do Céu,</a> de Elizabeth T. Gray, magnífica tradução da Ghazals de Hafiz, ou para conseguir um par de tamanho 20 de calçados de basquete? Certamente não em alguma loja âncora de um Shopping&#8230; A venda de coisas reais, palpáveis, de forma on-line, tem sido estudada desde o advento do interesse no comércio eletrônico e não irá ser discutido mais aqui. Outros sites vendem coisas virtuais. Estas atividades inserem-se em três categorias:</p>
<ul style="text-align: justify">
<li><strong><em>Vendendo informações e conteúdo</em></strong>,  de música      digital a notícias e informações. Alguns destes sites são financiados      pelas assinaturas, como a Gartner Research, alguns são de micropagamentos      direto para as compras, como o iTunes, e alguns tentam atualmente a      financiar-se através de publicidade, como Business Week      ou The New York Times, enquanto continuam buscando um      modelo de negócio mais eficaz.</li>
<li><strong><em>Vendendo experiência e participação em uma comunidade virtual</em></strong>,  incluindo      o Second Life e World of Warcraft, Facebook e MySpace, Flickr e YouTube,      ou LinkedIn, embora nem todas estas tenham encontrado uma forma de cobrar      de participação.</li>
<li><strong><em>Venda de acessórios para comunidades virtuais</em></strong>,  como por      exemplo casas e lojas, mobiliário, vestuário e animais no      Second Life ou caracteres e acessórios que seria difícil ganhar em World      of Warcraft, embora este comportamento é geralmente desprezado pela      maioria dos jogadores do  World of      Warcraft.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Por último, alguns sites criam e vendem acesso aos clientes. Novamente, isso pode ser dividido em várias categorias:</p>
<p style="text-align: justify">
<ul style="text-align: justify">
<li><strong><em>Desorientação </em></strong>(no original: Misdirection),  ou      enviar clientes para outros locais da web que não aqueles para os quais      estão pesquisando. Este é o modelo comercial da Google.  A      monetização da Desorientação freqüentemente assume a forma de cobrança das      empresas por palavras-chave, porém com o risco de desviar os seus clientes      para um concorrente, se esta deixar de pagar de forma adequada para as      palavras-chave que o consumidor provavelmente irá usar em suas buscas em      pesquisas sobre os produtos da empresa, isto é, Desorientação funciona      melhor quando as empresas realmente pagam as taxas exigidas para as suas      palavras-chave. Desorientação muito freqüentemente assume a forma de      desviar os clientes para as empresas que estes não querem encontrar,      simplesmente porque estas empresas pagaram mais pelas palavras-chave.      Desorientação também inclui desinformação, tais como dizer a um cliente que      um hotel está lotado, quando, na verdade ele ainda tem acomodações      disponíveis, se o hotel optou por não pagar uma tarifa promocional ao      sistema de adwords e, em seguida, permitindo que o hospede escolha uma      alternativa em hospedagem que tenha participado da “promoção”.      Desorientação é, lamentavelmente, um popular modelo de negócio na rede,      embora por razões que foram exploradas em um post anterior no  <a href="http://74.125.45.132/translate_c?hl=pt-BR&amp;ie=UTF-8&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=http://www.techcrunch.com/2009/03/01/what-an-antitrust-case-against-google-might-look-like/&amp;usg=ALkJrhiYAsVrTy_7v07epCmdKFJZYBFP4Q">TechCrunch</a>.      O sistema de webvertising do Google parece ser, em última análise,      insustentável. Mais significativamente (a partir da perspectiva deste      post), por não ser escalável, não é possível para todo website obter as      suas receitas a partir de pesquisas patrocinadas e, por fim, pelo menos      alguns deles terão de encontrar um modelo de receitas alternativo.</li>
<li><strong><em>Levantamento, avaliação e validação.</em></strong> O oposto de      enviar um cliente a um lugar diferente daquele onde ele quer ir é fornecer      informações suficientes para que ele faça a sua própria escolha sobre uma      base sólida de informações. Recomendações no TripAdvisor.com permitem      aos potenciais clientes avaliar e validar as recomendações fornecidas pelo      Hotels.com. Não surpreende, que, originalmente o TripAdvisor pertencesse      ao Hotels.com, e este último se beneficiou muito com ele. Desde que o      Hotels.com não tentou influenciar ou censurar o TripAdvisor, o conteúdo do      site adquiriu confiabilidade e ajudou a colocar (a partir de recomendações)      o Hotels.com em um nível de confiança comparáveis à de um experiente      agente de viagens. Presentemente, existem apenas alguns outros poucos exemplos      de simbiose como esse, onde o conteúdo em uma comunidade do site acrescenta      valor considerável para o outro; devemos considerar também a relação entre      o <a href="http://74.125.45.132/translate_c?hl=pt-BR&amp;ie=UTF-8&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=http://beeryard.com/beer/default.cfm%3Fsort%3DNA%257CD%26filter%3DNA%257C14%26srch%3D&amp;usg=ALkJrhhMeqhsrHL0unJFF8_Xa9VIM5GgWA" target="_blank">Beeryard</a> , uma lista de novas cervejas e <a href="http://74.125.45.132/translate_c?hl=pt-BR&amp;ie=UTF-8&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=http://ratebeer.com/&amp;usg=ALkJrhgbNn4QErmVdPiFQrzHdpaZnw6S2g" target="_blank">Ratebeer.com,</a> onde clicando sobre o nome de cervejas      recém-chegadas no Beeryard lhe permitirá examinar opiniões no      Ratebeer.com.</li>
<li><strong><em>Pesquisa Social</em></strong>. Pesquisa Social é uma      maneira de adequar uma pesquisa baseada na rede de amigos do usuário. Ao      invés de pesquisar por qualquer hotel em Chicago, ou para qualquer hotel      que pagou pelas palavras-chave &#8220;hotel&#8221; e &#8220;Chicago&#8221;, gostaria      de ser capaz de perguntar para qual hotel meus amigos ficam quando eles      estão em Chicago. Esta forma de pesquisa não invade a privacidade de      ninguém, evita o incômodo de anúncios a empurrar-me algo quando eu não      estou à procura de algo para comprar, e fornece resultados mais relevantes      do que a pesquisa paga geralmente pode entregar. Há muitos problemas      com isso, incluindo o fato de que meus amigos não podem estar no Facebook      ou outras redes sociais e ainda aqueles que não podem postar seu hotel,      restaurante ou automóvel ou outras preferências. De forma mais séria,      embora seja claro como a Microsoft pode se beneficiar disto, comparando as      conexões do Facebook com as pesquisas patrocinadas do Google, não é      evidente como a Microsoft ou qualquer outra empresa poderia monetizar isto      diretamente.</li>
<li><strong><em>Anúncios contextuais para dispositivos móveis</em></strong>. Atualmente,      os anúncios contextuais móveis distribuídos por SMS parecem oferecer uma      possibilidade muito promissora. Imagine, hipoteticamente, uma empresa com      uma atuação fortemente baseada em informações e banco de dados e sabendo      que esta empresa:</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify">
<li>
<ol>
<li>Conhece       a <strong>sua</strong> localização, pois <strong>você</strong> se registrou em algum lugar       (Twitter, por exemplo) para ter as informações do seu telefone       partilhadas com os seus amigos através do serviço de GPS e,</li>
<li>Sabe       que você gosta restaurantes tailandeses porque controla o conteúdo do seu       e-mail e suas buscas de restaurantes on-line e</li>
<li>Sabe       que você está com fome, porque você só disse isso em uma mensagem de       texto ou post que você enviou para o Twitter a partir de seu telefone.</li>
</ol>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify">Que grande momento para dar-lhe um texto de um anúncio de um restaurante tailandês nas proximidades de onde você está, enviado diretamente para o telefone. Mas por que você confiaria nisto? Eu me lembro quando Hotels.com me indicava ao mesmo hotel, embora a preços diferentes, quando eu pedi um hotel de duas ou três estrelas perto do meu escritório, não sei o que foi mais divertido, se os 80% de aumento dos preços para o mesmo hotel, quando eu estava disposto a fazer alarde sobre um três estrelas para o meu visitante, ou o fato de haver hotéis comparáveis 20 quarteirões mais próximos ao meu escritório. Desconfio que esta minha hipotética empresa baseada em informação irá igualmente me fornecer conteúdos patrocinados&#8230; Talvez eu vou precisar alguns segundos adicionais a fim de encontrar o restaurante que eu realmente quero. Isso provavelmente não funciona como uma forma de publicidade.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Claro que ninguém sabe ainda, mas se tivesse que adivinhar, com base na minha experiência, eu gostaria de oferecer as seguintes suposições para monetizar com êxito a Internet no futuro:</p>
<p style="text-align: justify">
<ul style="text-align: justify">
<li><strong><em>Vendendo coisas virtuais</em></strong>: As pessoas      vão pagar por <strong>conteúdo</strong> superior, oportuno, acessível e original assim      como por <strong>experiências on-line</strong>. Atualmente eu pago      voluntariamente para o <em>Financial Times</em>, <em>The Economist</em>,  e      <em>Foreign      Affairs</em>, que      valorizam o conteúdo e, na verdade, eu sinto que, se eu preciso disto, vou      continuar a pagá-las para o meu acesso on-line. Talvez eu não estivesse      disposto a pagar para material de arquivo, o que eu espero ser capaz de      encontrar em outro lugar, mas vou pagar alegremente por um <strong>novo conteúdo on-line</strong>. Da mesma      forma, de bom grado eu pago para ir aos meus clubes de jazz favoritos em      Nova Iorque, e pagaria para participar do Second Life ou World of      Warcraft, se, na verdade, eu tivesse qualquer interesse nestas      experiências virtuais. Acho que, em última análise,  vamos provavelmente      continuar a comprar acessórios virtuais como no Second Life, mas não      posso dizer que compreendo perfeitamente este ambiente ainda.</li>
<li><strong><em>Vendendo Acesso</em></strong>. A desorientação acabará      total e completamente. Eu uso um Mac, mas eu troquei o Safari pelo      Firefox. Tenho um iPhone e um iPod, mas eu nunca usei os pequenos      auriculares brancos, preferi, em vez disso, comprar um par de fones Shure      E500 que eu considero vastamente superiores. Do mesmo modo, eu seria igualmente      feliz ao comprar um serviço de pesquisa que trabalhou para mim, ao invés      de aceitar um gratuito que trabalha tanto contra mim e contra as empresas que      eu gosto. Em contrapartida, na medida em que as pessoas irão continuar a      valorizar o conteúdo comunitário e a pesquisa social,  estes      serão difíceis de monetizar. Finalmente,  os anúncios contextuais móveis,       igualmente serão difíceis de monetizar. Com a informação facilmente      disponível, vou fazer minhas próprias escolhas de restaurantes,      independentemente do que for empurrado para mim através de SMS,      especialmente quando sei que quem os empurrou a mim pagou uma taxa para      isto e não com base em uma avaliação imparcial das minhas preferências.      Sim, posso imaginar no SMS anúncios que, inicialmente, oferecem descontos,      mas, em última análise, isto leva a pouco mais que uma licitação para a      guerra do tráfego e os benefícios não são diferentes dos da empresa que      fornece serviços de mensagens de texto. Eu posso pensar em alguns serviços      comerciais SMS que irão beneficiar a todos, tais como deixar os clientes mais      fiéis de um restaurante saber quando ainda é possível obter uma reserva,      se o restaurante conseguir agir rapidamente, poderá eliminar a      ineficiência das mesas vazias, mas o restaurante vai fazer isso por si,      usando o seu e-mail ou listas de contato de telefone celular. Não vejo      isto como propaganda, ou como sendo monetizadas por qualquer      intermediário. Claro que, em uma época anterior às mensagens de texto      e do e-mail, os restaurantes teriam acolhido o sapientíssimo intermediário      (a tal da &#8220;hipotética&#8221; empresa muito conhecida baseada em      informação e banco de dados. N.doT.) como o único mecanismo disponível      para comunicar rapidamente com seus clientes mais fiéis. Agora, estes       restaurantes possuem listas de seus      clientes mais fiéis e podem mandar mensagens em tempo real de interesse. Se      a Blue Note (Tradicional casa noturna especializada em Jazz situada em      Nova Iorque. N.doT.) em um noite em que estou em Nova York me enviar um      texto dizendo que ainda é possível obter uma mesa para dois, eu tenho      certeza que gostaria de responder. Evidentemente, não há intermediário      para essa interação, e este é mais como uma comunicação direta do que a      publicidade paga.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">A Internet é a liberdade, e eu suspeito que uma população verdadeiramente livre não será mantida em cativeiro e forçada a ver anúncios. Nós sempre soubemos que a liberdade tem um preço, talvez o preço da liberdade na Internet seja o fracasso dos anúncios, preço justo para os conteúdos, as experiências e as recomendações que nós valorizamos.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><strong>Atualização: Respostas aos comentários deste post</strong> (Incluído no texto original e por isto mantido nesta tradução. N.doT.)</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">OK, pessoal. É tempo de se acalmar. Eu não insulto você, sua família, sua religião, ou o seu rotweilers.</p>
<p style="text-align: justify">Talvez eu tenha apresentado uma mensagem que não muitas pessoas não querem ouvir. Deixe-me resumi-lo novamente, para aqueles de vocês que parecem ter comentado sobre ele, sem lê-lo:</p>
<p style="text-align: justify">A publicidade on-line não pode entregar tudo o que se espera dela. Ela vai se tornar menor, não maior, do que é hoje. Ela não pode suportar todas as aplicações nem todo o conteúdo que queremos encontrar na internet.</p>
<p style="text-align: justify">Mas não se preocupe. Existem outras coisas que se pode ser feitas pela publicidade on-line e que irá funcionar bem.</p>
<p style="text-align: justify">Se não concordar comigo, seria útil pensar sobre as premissas básicas do artigo para, assim, poder refutá-lo:</p>
<ul style="text-align: justify">
<li><strong><em>As pessoas não <span style="text-decoration: underline">confiam</span> nos anúncios</em></strong>. Existe uma vasta      literatura em apoio a esta premissa. Estou errado?</li>
<li><strong><em>As pessoas não <span style="text-decoration: underline">querem</span> anúncios</em></strong>. Novamente,      existe uma vasta literatura em apoio a esta premissa. Pense no seu próprio      comportamento: Quando você próprio está assistindo a um interessante      programa de TV, quando é mesmo que você levanta para ir ao banheiro ou      apanhar algo bara beliscar ou beber? Durante seu programa ou no período de      exibição dos comerciais?</li>
<li><strong><em>As pessoas não <span style="text-decoration: underline">precisam</span> anúncios</em></strong>. Existe uma      grande quantidade de conteúdo confiável na Internet. Novamente, existe      literatura sobre o assunto. Mas pense em como você forma sua opinião sobre      um produto, a partir de <strong><em>anúncios on-line</em></strong> ou <strong><em>opiniões      on-line</em></strong>?</li>
<li><strong><em>Não há falta de locais para colocar os      anúncios</em></strong>. A      concorrência entre eles será brutal. Os preços serão mais e mais baixos para      todos, menos para o Google.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Ou você pode continuar a rir, ou me atacar. Isso não constitui uma resposta, e não vai certamente ajudá-lo a planejar o seu futuro. Mas algumas pensamentos compartilhados podem ajudá-lo a construir ataques mais fortes.</p>
<p style="text-align: justify">
<ul style="text-align: justify">
<li>Pessoas cujas experiências são diferentes das suas, podem ser desconfortáveis, mas ainda assim são experiências válidas. Pessoas cujos contatos na indústria são diferentes dos seus, ainda assim são fontes válidas de informações&#8230; Ou será que apenas os seus contatoa na indústria são válidos?</li>
<li>Já fui atacado e ridicularizado antes. Eu avisei aos Floor Traders*<a href="/@@@BLOG%20TD@@@/@artigos%20on%20the%20go/Por%20que%20est%C3%A1%20falhando%20Publicidade%20On%20The%20Internet.doc#_ftn1">[1]</a> da bolsa de Nova Iorque sobre uma queda acentuada nos valores de mercado em 1989 e fui demitido por isso. Eu avisei aos agentes de viagens sobre o alto nível de suas comissões e o eventual uso generalizado de sistemas de reserva on-line e fui ridicularizado. Eu avisei aos primeiros investidores do mercado de ações on-line (Home brokers. N.doT.) que estes não iriam ser verdadeiramente bem sucedidos no mercado de massa por pelo menos uma década e fui ridicularizado novamente. Eu avisei aos investidores iniciais de um específico modelo de negócios business-to-business, como a Covisint, que a parte vendedora não iria participar&#8230; Estes, pelo menos, me ridicularizaram mais educadamente. Mas a maioria destes aí de cima, ainda não têm dinheiro para me pagar o jantar agora&#8230;</li>
<li>E mesmo se você continuar a ridicularizar este meu artigo, existem muitos outros profissionais percebendo a mesma coisa. Considere o recente artigo da <a href="http://74.125.45.132/translate_c?hl=pt-BR&amp;ie=UTF-8&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=http://www.economist.com/opinion/displaystory.cfm%3Fstory_id%3D13326158&amp;usg=ALkJrhjFsNRhoydABb7ngEV0JlNJEmJ-bA" target="_blank">Economist</a> sobre essencialmente a mesma coisa: A publicidade pode não conseguir sustentar totalmente a Internet. E você não pode ridicularizar tudo o que você não gosta fora da Internet.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Então&#8230; Aqueles de vocês com interesses comerciais na publicidade on-line&#8230; Podem rir de mim.</p>
<p style="text-align: justify">Pode me atacar.</p>
<p style="text-align: justify">Ou, os que seria melhor para vocês, podem pensar em como vocês podem se proteger, proteger seus empregos e suas empresas em função das mudanças que estão por vir.</p>
<p style="text-align: justify">E que virão.</p>
<p style="text-align: justify">Aguardo com expectativa a continuação deste debate.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<hr size="1" />
<p style="text-align: justify"><a href="/@@@BLOG%20TD@@@/@artigos%20on%20the%20go/Por%20que%20est%C3%A1%20falhando%20Publicidade%20On%20The%20Internet.doc#_ftnref1">[1]</a> Membro de uma bolsa que não é corretor<br />
Membros da bolsa que se encontram no recinto de transações para fazerem operações por conta própria.</p>
<p style="text-align: justify">
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>CONAR lança livro sobre a relação da publicidade de alimentos e refrigerantes com a obesidade</title>
		<link>http://unisinos.br/blog/publicidade/2009/12/16/conar-lanca-livro-sobre-a-relacao-da-publicidade-de-alimentos-e-refrigerantes-com-a-obesidade/</link>
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		<pubDate>
		Wed, 16 Dec 2009 15:47:36 -0200		</pubDate>
		<dc:creator>mayraandrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem  Categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O conselho de auto-regulamentação publicitária (Conar) lançou o livro: O fator publicidade de alimentos e refrigerantes e sua relação com a obesidade &#8211; Produtos seguros, alimentação balanceada, atividade física e informação: a dieta do Conar.
 
O livro, que está sendo distribuído ao mercado, traz a regulação e a auto-regulamentação da publicidade ao redor do mundo em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O conselho de auto-regulamentação publicitária (Conar) lançou o livro: <strong><em>O fator publicidade de alimentos e refrigerantes e sua relação com a obesidade &#8211; Produtos seguros, alimentação balanceada, atividade física e informação: a dieta do Conar.</em></strong></p>
<p style="text-align: center"> <img class="aligncenter" src="http://www.conar.org.br/images/livro.jpg" alt="" width="230" height="296" /></p>
<p>O livro, que está sendo distribuído ao mercado, traz a regulação e a auto-regulamentação da publicidade ao redor do mundo em relação ao tema que vem sido debatido em vários setores da comunicação. Além de colocar o seu ponto de vista que é contra qualquer tipo de restrição ou proibição à publicidade de alimentos e refrigerantes.</p>
<p> </p>
<p>Sobre a censura que relaciona a publicidade de alimentos à obesidade, o presidente do Conar, Gilberto Leifert, escreveu na apresentação do livro &#8220;<em>Censura não esclarece sobre obesidade e sedentarismo, apenas amarra uma venda nos olhos da população</em>&#8220;, </p>
<p> </p>
<p>E sobre o objetivo do material, Leifert comentou: &#8220;<em>Nosso objetivo maior é oferecer mais argumentos àqueles que, como nós, acreditam nos benefícios da dieta do Conar: produtos seguros, alimentação balanceada, atividade física e muita informação</em>&#8220;.</p>
<p>Os exemplares podem ser solicitados através do conar@conar.br</p>
<p>Fonte: www.conar.org.br</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mudanças em 2010/1</title>
		<link>http://unisinos.br/blog/publicidade/2009/12/07/mudancas-em-20101/</link>
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		<pubDate>
		Mon, 07 Dec 2009 15:06:32 -0200		</pubDate>
		<dc:creator>camila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem  Categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O curso de Publicidade e Propaganda contará, a partir de 2010/1, com mudanças na grade curricular.
Algumas disciplinas, como a de Seminário da América Latina: Comunicação e Desenvolvimento Sustentável mudaram de nome e outras, como a disciplina de Semiótica, foram realocadas para garantir melhor aproveitamento por parte dos alunos.
O currículo 5 mantém a exigência de 168 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O curso de Publicidade e Propaganda contará, a partir de 2010/1, com mudanças na grade curricular.</p>
<p>Algumas disciplinas, como a de <em>Seminário da América Latina: Comunicação e Desenvolvimento Sustentável</em> mudaram de nome e outras, como a disciplina de <em>Semiótica</em>, foram realocadas para garantir melhor aproveitamento por parte dos alunos.</p>
<p>O currículo 5 mantém a exigência de 168 créditos, além das 180 horas complementares para graduação.</p>
<p>Confira a grade em <a href="http://www.unisinos.br/graduacao/bacharelado/publicidade/">http://www.unisinos.br/graduacao/bacharelado/publicidade/</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Orientação de matrícula para 2010/1 vai até dia 18/12</title>
		<link>http://unisinos.br/blog/publicidade/2009/12/02/orientacao-de-matricula-para-20101-vai-ate-dia-1812/</link>
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		<pubDate>
		Wed, 02 Dec 2009 21:22:01 -0200		</pubDate>
		<dc:creator>anya</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem  Categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A orientação de matrícula é feita pela coordenadora do curso, Anya Révillion, buscando esclarecer dúvidas e auxiliar os alunos sobre:
- Estudo de formatura (quais atividades fazer em cada semestre para se formar em determinado tempo)
- Escolha e esclarecimentos sobre as atividades a cursar em 2010/1
- Pré-requisitos
- Trabalho de Conclusão de Curso
- Situação curricular
Para marcar a orientação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A orientação de matrícula é feita pela coordenadora do curso, Anya Révillion, buscando esclarecer dúvidas e auxiliar os alunos sobre:</p>
<p>- Estudo de formatura (quais atividades fazer em cada semestre para se formar em determinado tempo)</p>
<p>- Escolha e esclarecimentos sobre as atividades a cursar em 2010/1</p>
<p>- Pré-requisitos</p>
<p>- Trabalho de Conclusão de Curso</p>
<p>- Situação curricular</p>
<p>Para marcar a orientação o aluno deve enviar um email para <a href="mailto:anya@unisinos.br">anya@unisinos.br</a>  colocando nome completo, número de matrícula e assunto.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Nuit Marketing</title>
		<link>http://unisinos.br/blog/publicidade/2009/11/27/nuit-marketing/</link>
		<comments>http://unisinos.br/blog/publicidade/2009/11/27/nuit-marketing/#comments</comments>
		<pubDate>
		Fri, 27 Nov 2009 17:09:12 -0200		</pubDate>
		<dc:creator>angelofc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Concursos e Prêmios]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[por Tainara Gonsalez &#124; Redatora &#8211; AgexCOM
Foi realizada na noite desta quinta, 26, a cerimônia de premiação do Top de Marketing ADVB-RS 2009, no Teatro do Bourbon Country, em Porto Alegre. Com mais de 500 convidados presentes, a cerimônia foi prestigiada por empresários, executivos, profissionais de marketing, e a Governadora do Estado, Yeda Crusius.

Foto: Leandro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por Tainara Gonsalez | Redatora &#8211; AgexCOM</p>
<p>Foi realizada na noite desta quinta, 26, a cerimônia de premiação do Top de Marketing ADVB-RS 2009, no Teatro do Bourbon Country, em Porto Alegre. Com mais de 500 convidados presentes, a cerimônia foi prestigiada por empresários, executivos, profissionais de marketing, e a Governadora do Estado, Yeda Crusius.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://multimidia.correiodopovo.com.br/thumb.aspx?Caminho=multimidia/2009/11/26/29804.JPG&amp;Tamanho=480&amp;HW=1" alt="" width="456" height="302" /><br />
Foto: Leandro Cabral</p>
<p>Além dos vencedores anunciados no último dia 18 de novembro, foram também conhecidos os vencedores do prêmio Peter Drucker, que premia o case que atinge a pontuação máxima na categoria segmento de mercado, e foi conquistado pelo Sport Club Internacional, e também o prêmio Personalidade de Marketing e Vendas 2009, entregue a Eduardo Melzer, que assumirá a presidência-executiva do Grupo RBS em 2010.</p>
<p>Na cerimônia foi ainda anunciado o nome de Daniel Santoro, sócio diretor do grupo Dado Bier, como futuro presidente da ADVB-RS para 2010. Atualmente o diretor é Cláudio Goldzstein, que permanece à frente da entidade até janeiro próximo.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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