PPGD da Unisinos abre prazo para inscrições de trabalhos no 1º Encontro Discente de Estudos Jurídicos na Pós-graduação (EDEJ)

No dia 19 de outubro será realizado o I Encontro Discente de Estudos Jurídicos na Pós Graduação (EDEJ), das 9h às19h, no Auditório Mauricio Berni (1º andar do prédio do Direito).

O evento tem o objetivo de promover a apresentação de pesquisas realizadas por discentes matriculados ou recém-egressos do programa de pós-graduação em direito da Unisinos e outras instituições de ensino superior.

A inscrição no evento é gratuita e deverá ser feita no endereço http://www.unisinos.br/eventos . No momento da inscrição, deverá ser escolhido o tipo de participação desejada: participante ouvinte (sem submissão e apresentação de trabalhos) ou participante palestrante (para aqueles que desejarem submeter e apresentar seus trabalhos).

Os participantes palestrantes deverão, após a inscrição no endereço supramencionado, submeter os trabalhos até o DIA 25 DE SETEMBRO DE 2011, através do e-mail: edej.unisinos@gmail.com

Mais informações podem ser obtidas no blog do evento: http://www.edej-unisinos.blogspot.com/

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Professores do PPGD participam de Congresso em Salvador

Os professores José Luís Bolzan de Morais e Taysa Schiocchet, do PPGD da Unisinos, participaram no último dia 25 de agosto do II Congresso Baiano de Pesquisadores em Direito, realizado no auditório da Procuradoria Regional do Trabalho de Salvador.

No evento, o professor Bolzan proferiu palestra intitulada “As Crises do Estado e o tratamento de conflitos: um ‘ambiente cidadão’ para a construção dos direitos humanos”, enquanto que a professora Taysa abordou o tema “Direitos da personalidade e autonomia privada: impactos biotecnologicos sobre a humanização da pessoa“.

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Coordenador do PPGD da Unisinos recebe título de Professor Honorário da Academia de Polícia do RS

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O Prof. André Luís Callegari, Coordenador do PPGD da Unisinos, recebeu no último dia 29/08 o título de Professor Honorário da Acadêmia de Polícia do RS, pelos relevantes serviços prestados à Instituição.
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O título foi concedido durante as homenagens aos 54 anos da Academia de Polícia do RS.

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“O mundo realmente mudou?”

Luciano Benetti Timm, professor do PPGD da Unisinos, publicou coluna intitulada “O mundo realmente mudou?” na edição do dia 23/08/2011 do jornal Zero Hora.

A íntegra da publicação, em versão PDF digitalizada diretamente do jornal, pode ser baixada no seguinte link:

http://sharex.xpg.com.br/files/6787564404/Coluna_ZH.pdf.html

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Confira a agenda de eventos do PPGD para as próximas semanas

Para as próximas semanas, estão previstas as seguintes atividades junto ao PPGDireito-Unisinos.

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Seminário “Transformações no Processo: neoliberalismo e jurisdição”
Data: 22 e 23 de agosto

Horário: 15h às 18h
Ministrantes: Dr. Alexandre Morais da Rosa(Jurisdição e Direito de Exceção Econômica”; Dr. Marcelo Cattoni de Oliveira (“Jurisdição Constitucional, Democracia e Judicialização da Política: considerações a partir da PEC n.º3, de 10 de fevereiro de 2011″); Dr. Luiz Inácio Gaiger(Eficiência e Neoliberalismo); Dra. Luciana Gross Cunha(As Reformas processuais e a Democratização do Acesso àJustiça); Dra. Flaviane de Magalhães Barros (Cautelaridade e Processo Penal); Dr. Jeferson Dytz Marin (A Perda da Personalidade das Demandas: crônica da morte do ‘fato’: tecnologia, mecanização e estandardização da causa). Local: Auditório Mauricio Berni

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Seminário  De la Penalizacón de la Homosexualidad a la Criminalización de la Homofobia: el Tribunal Europeo de Derechos Humanos y la orientación sexual
Data: 22 de agosto
Horário: 19h
Ministrante: Dr. Daniel Borillo – Professor da Université Paris Ouest Nanterre La Defense.
Local: Auditório Mauricio Berni

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Banca de Defesa de Dissertação
Aluno: Ricardo Zamora
Título: Limites do poder de polícia frente ao direito à liberdade inscrito na Constituição Brasileira de 1988.
Data da banca: 23/08 às 10h
Banca: Profa. Dra. Fernanda Bragato; Prof. Dr. Paulo Weyl – Universidade Federal do Pará; Profa. Dra. Têmis Limberger; Prof. Dr. Alfredo Culleton (suplente)
Local: Sala 4A414

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Banca de Defesa de Dissertação
Aluna: Carolina Ellwanger
Título: Da crise jurisdicional à Jurisconstrução: uma mudança de paradigma focada nos atores do conflito e no papel do mediador
Banca: Prof. Dr. José Luis Bolzan de Morais; Profa. Dra. Fabiana Spengler – UNISC; Profa. Dra. Jânia Saldanha; Profa. Dra. Têmis Limberger (suplente)
Data da banca: 23/08 – 11 horas
Local: Sala 4A416

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Encontro do Núcleo de Direitos Humanos e o Grupo de Pesquisa A Fundamentação Ética dos Direitos Humanos com o Prof. Paulo Weyl
Data: 23 de agosto
Horário: 17h
Ministrante: Prof. Dr. Paulo Sérgio Weyl, professor da UFPA
Local: Sala 4A401

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SEMINÁRIO PROCAD/CAPES UNISINOS/UFPA/UNICAP

Jogando com os Precedentes: Regras, Analogias e Princípios”
Data: 24, 25 e 26 de agosto
Horário: 14h às 16h30min
Ministrante: Dr. Antonio Gomes Moreira Maués Professor do PPG Direito da Universidade Federal do Pará.
Local: Auditório Mauricio Berni

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Evento: Pesquisando o Direito
Data: 29, 30 e 31 de agosto de 2011 (29/08 noite; 30/08 manhã e noite; 31/08 manhã)
Oficinas do Pesquisando na parte da tarde (29, 30 e 31/08 – das 16h às 17h30min)
Ministrante: Professores do PPGD e alunos da iniciação científica
Organização: Alunos da iniciação científica
Inscrição: www.unisinos.br/eventos
Valor inscrição: R$10,00
Local: Auditório Bruno Hammes

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Banca de Defesa de Dissertação
Aluna: Simone Martins
Título: Justiça de transição e o direito à memória e à verdade: os direitos humanos entre o direito positivo e o direito justo.
Banca: Prof. Dr. Wilson Engelmann; Profa. Dra. Fernanda Bragato; Profa. Dra. Ruth M. Chitto Gauer – PUC/RS; Profa. Dra. Taysa Schiocchet (suplente)
Data da banca: 31/08 às 14h
Local: Sala 4A417

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Banca de Defesa de Dissertação
Aluna: Taís Ferraz Gomes
Título: Os desafios e as possibilidade de uma (re)leitura da responsabilidade civil a partir da emergência dos riscos produzidos pelas nanotecnologias.
Banca: Prof. Dr. Wilson Engelmann; Prof. Dr. Eugênio Facchini Neto – PUC/RS; Profa. Dra. Taysa Schiocchet; Prof. Dr.  Delton Winter de Carvalho (suplente)
Data da banca: 05/09 às 9h
Sala 4A401

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Globalização e internacionalização do direito

O Prof. Luciano Benetti Timm, do PPGD da Unisinos, publicou o artigo abaixo no jornal Valor Econômico do dia 17/08/2011.

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Globalização e internacionalização do direito

Embora o tema da globalização traga consigo uma carga ideológica e passional, é possível também analisá-lo a partir de um ponto de vista pragmático. Nesse sentido, muitos sociólogos e economistas têm se debruçado a tratar cientificamente do tema, longe das ideologias que contaminaram o mundo no século XX.

Visto dessa forma, a globalização nada mais seria do que uma internacionalização da atividade empresarial e econômica, com uma rapidez e força jamais vistas na história da civilização ocidental (Faria, 1999). Essa internacionalização foi potencializada por uma série de fatores, tais como a redução dos custos de transporte, a tecnologia e a informática. Com isso, o mundo perdeu parte de suas fronteiras e o Estado-Nação perdeu parte de sua soberania.

Nesse período de globalização, parecem existir evidências de que os países em desenvolvimento se beneficiaram do processo, como é o caso da China, Índia, Coreia do Sul e Brasil. Quem parece ter mais perdido foi a Europa, isto é, fundamentalmente os países que criaram um amplo sistema de proteção social, sem o correspondente crescimento da população economicamente ativa e, portanto, de sua economia (caso da França por exemplo).

Os juristas teriam de considerar os reflexos dessa realidade para o seu campo. Se não se pode simplesmente abandonar direitos constitucionais adquiridos, bem como ceder a toda e qualquer exigência de empresas dispostas a investir em diferentes países, também não se pode mais pensar em soluções jurídicas afeitas a apenas ao território de um país.

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O desafio aos nossos juristas será construir um direito dentro de novos paradigmas

Portanto, em tempos de globalização econômica, não é apenas a atividade econômica que se internacionaliza. O direito também acaba seguindo este caminho. Isso significa que, paralelamente à atividade das empresas, surge um direito costumeiro, derivado das práticas e usos comerciais fundado, sobretudo (mas não exclusivamente), nas relações contratuais estabelecidas para dar organização à atividade produtiva e financeira das empresas (o que se convencionou chamar de lex mercatoria e mesmo de soft law no jargão jurídico).

Mas as mudanças no campo jurídico não terminam por aí. Paralelamente à perda de força do Estado-nação, sua ordem jurídica normativa também cede espaço a soluções internacionais.

Nesse sentido, pouca força tem o direito ambiental brasileiro de combater as mudanças climáticas, pois ele não obriga empresas que atuam em outros países, inclusive que fazem fronteira com o Brasil. O mais provável é que o rigorismo local tenda a dificultar investimentos em infraestrutura, sem a contrapartida de proteger à coletividade, sujeita à mesma atividade em outros países. Portanto, não chegaremos a lugar algum sem um direito internacional do meio ambiente. Eis o espaço para uma discussão de padrões mínimos de proteção ambiental no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC), como, aliás, foi feito em relação à propriedade intelectual – e não se acredita que a proteção das patentes e direitos autorais seja mais importante para a sociedade do que a do meio ambiente.

Da mesma forma, o direito tributário brasileiro terá de competir com estruturas tributárias de outros países. Não é mais possível construir um aparato estatal obeso e sugador de recursos da sociedade se isso descolar das práticas de países que concorrem com o Brasil e que podem ter um Estado mais eficiente, enxuto e com menor amplitude de proteção social (como China e India).

No mesmo diapasão, o direito administrativo brasileiro é tipicamente do século XIX. Costuma-se ainda colocar o Estado em um pedestal, que tudo pode ao longo da relação contratual. O direito administrativo terá de deixar os governos livres para parcerias público privadas. O jurista terá de pensar em contratos que protejam a administração pública, mas sem encontrar “inconstitucionalidades” em toda a esquina. A própria licitação dá sinais de esgotamento e de agonia, deixando muitas empresas públicas à beira da falência pela lentidão do procedimento e ineficiência na seleção de melhores parceiros.

E talvez o mais caduco de todos os campos do direito brasileiro seja o trabalhista. O direito trabalhista brasileiro serve tanto para grandes multinacionais (com padrões superiores muitas vezes ao da legislação estatal), como também para as micro e pequenas empresas que sofrem para sobreviver nos seus primeiros anos de surgimento. Além de atingir empresas absolutamente distintas da mesma maneira, o direito laboral brasileiro (ainda de raiz marxista de “luta de classes”) pode estar defasado frente a uma maior flexibilidade de outras legislações. Surge aí também o espaço para um direito mínimo do trabalho e que poderia ser discutido igualmente no âmbito da OMC.

No passado, os juristas foram obrigados a pensar em soluções jurídicas provenientes de países desenvolvidos, sobretudo da Europa. Mas não são esses países que ameaçam o sucesso do Brasil, se é que se pode fazer essa metáfora. O desafio aos nossos juristas será construir um direito dentro de novos paradigmas, que pavimente o caminho para o século XXI. Os principais ramos que devem ser flexibilizados e reestruturados são o ambiental, o tributário e o trabalhista cujas soluções deverão ser trabalhadas dentro de padrões mundiais mínimos construídos em consenso com orientais e latino-americanos, sob pena de sermos vítimas de um excesso de regulação estatal sem o correspondente benefício à comunidade.

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PPGD da Unisinos realiza o VI Pesquisando o Direito

Nos próximos dias 29, 30 e 31 de agosto acontecerá o evento Pesquisando o Direito, VI edição (29/08 – noite; 30/08 – manhã e noite; 31/08 -manhã).

O evento Pesquisando o Direito é um evento organizado pelos alunos da graduação vinculados ao Programa de Pós-Graduação em Direito pela iniciação científica, com a supervisão das coordenações da graduação e pós-graduação.

O objetivo do evento é divulgar a produção científica e os projetos de pesquisa dos professores e bolsistas de iniciação científica vinculados ao Programa de Pós-Graduação, bem como demonstrar a integração dos alunos da iniciação científica nos projetos de pesquisa dos professores aos quais estão vinculados.

Certificado: Será fornecido certificado para os alunos que tiverem 75% de freqüência.

Horas Complementares: Evento válido como 11 horas complementares

Valor da inscrição: R$10,00

Inscrições: http://www.unisinos.br/eventos

Público-alvo: Alunos do curso de Graduação em Direito e alunos do Programa de Pós-Graduação em Direito.

Confira a programação nos folders (clique nas imagens para ampliá-las).

Oficinas do Pesquisando o Direito na parte da tarde – Este ano, na parte da tarde, acontecerão as oficinas que não estão
incluídas nas horas do evento. A participação nas oficinas é gratuita e as inscrições podem ser feitas por oficina no site acima ou no local no dia da oficina. O aluno poderá participar das oficinas de seu interesse.

Clique nas imagens para ampliá-las.

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Professor do PPGD palestra em evento na Universidade de Coimbra

O professor Delton Winter de Carvalho, do PPGD da Unisinos, participou no último mês de julho do Seminário de Verão “Os desafios do Direito face aos espaços de integração e à globalização“. O evento ocorreu entre os dias 5 e 7 de julho na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, em Portugal.

Na ocasião, o professor Delton proferiu palestra sobre o tema “efeitos da proteção ambiental no Mercosul”.

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Professor do PPGD lança novo livro sobre nanotecnologia e direito


Foi lançado o novo livro do professor Wilson Engelmann, do PPGD da Unisinos. A obra é intitulada Nanotechnology, Law and Innovation (Nanotecnologia, Direito e Inovação) e pode ser adquirida junto ao site da Amazon, no link abaixo:

http://www.amazon.com/Nanotechnology-Law-Innovation-Wilson-Engelmann/dp/3845412593/ref=sr_1_1?s=books&ie=UTF8&qid=1313316040&sr=1-1″>

Dados do livro: ENGELMANN, Wilson.
Nanotechnology, Law and Innovation. Saarbrücken,
Germany: LAP LAMBERT Academic Publishing GmbH & Co. KG, 2011.
ISBN: 978-3-8454-1259-7.

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Professora do PPGD participa de evento sobre os impactos da sentença do Caso Araguaia

A professora Dra. Fernanda Bragato, do PPGD da Unisinos, participou na última sexta-feira (05/08) de evento onde foram discutidos os impactos da sentença do Caso Araguaia no Brasil. O evento foi realizado no Rio de Janeiro, na sede da OAB-RJ.

O caso Araguaia, como ficou conhecido o caso Julia Gomes Lund x Estado Brasileiro, foi julgado, em 2010, pela Corte Interamericana de Direitos Humanos. Na oportunidade, a Profa. Fernanda participou do painel intitulado “Exposição dos Amici Curiae do Caso Araguaia”, para relatar a experiência da Unisinos que, dentre outras entidades, participou do processo como Amicus Curiae.


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