“A universalização da banda larga é meta para 2010”. A afirmação é do ministro das comunicações, Hélio Costa. Em processo de conclusão desde o final do ano passado, o Plano Nacional da Banda Larga (PNBL) deve ser definido em março, segundo Costa. Ele afirma que a demora na definição do plano se explica pela quantidade de assuntos a serem tratados, e não por discordância entre setores do governo, e que até março, cada ministério envolvido terá tempo de avaliar com seus técnicos e colaboradores cada ponto do plano.
O plano busca levar banda larga a todo país, mas o ministro acredita que é impossível fazer tudo em um ano. “Nós vamos começar. Temos o ano todo para fazermos o projeto vingar”, garante.
A respeito do assunto, uma enquete realizada pelo IHU questionou: “A universalização da banda larga deve ser feita por meio…”?
» 55.81 % dos que opinaram acreditam que deve ser feita por meio da criação de uma empresa estatal;
» 13.37 % acham que deve ser feita a partir da entrega a empresas privadas;
» 18.02 % acreditam na criação de uma estatal em parceria com as empresas privadas;
» 2.91 % dos participantes não defendem essas opções;
» E 9.88 % não tinham opinião formada sobre este tema;
Jorge Artur acha que política de informação clara e objetiva sobre este assunto é urgente. Compartilhando da mesma opinião, Gilson acredita que o estado necessita participar junto com a iniciativa privada como agente regulador, para evitar a formação de trustes manipaladores e exploradores. Para ele A participação de ambos os setores é a garantia democrática da universalização.
Para Dimas, o estado deve se preocupar, primeiramente, com a saúde e a educação do nosso país. Nelson concorda. Ele defende a saúde pública, segurança e educação em primeiro lugar. Osires acha que não há uma necessidade de o estado entrar nesta área, já que ele deve se preocupar antes de tudo em cumprir bem o seu papel, que é o de zelar pela ordem natural.
