Algumas dicas para ter um ano mais feliz

· Pense positivamente – Pense nas coisas boas que irá realizar durante o dia, e tenha pensamentos positivos. Os pensamentos, sentimentos e ações precisam estar em sintonia para que as coisas fluam e as mudanças aconteçam. Perceba que dentro de você existe uma força capaz de motivá-lo a resolver seus problemas com otimismo, esforço próprio e fé. Toda vez que surgir um pensamento negativo, substitua-o imediatamente por um pensamento positivo e você viverá melhor.

· Abra-se para o novo – Pessoas realizadas sabem aonde querem chegar e têm metas bem definidas, para isso, busque sempre adquirir novos conhecimentos e procure desenvolver seus talentos. Desfaça-se dos hábitos que o mantenha parado no tempo.

· Cuide do seu corpo – Para ter uma vida saudável é fundamental que você tenha bom sono, boa alimentação e pratique exercícios. Aprenda a gostar de si mesmo, gostar dos outros e deixe as portas abertas para que gostem de você também.

· Invista em você todos os dias – Seja você mesmo o autor do livro da própria vida. Quando nascemos Deus nos dá um potencial infinito que poucas pessoas aproveitam. Em seu interior, existem duas forças incríveis: a fé e o pensamento positivo. Acredite no seu potencial, tenha fé e trabalhe firme rumo ao seu objetivo.

· Celebre as vitórias – Compartilhe as coisas boas, celebre as vitórias e conquistas por menor que sejam. Ao expressarmos a alegria e a gratidão que são emoções que validam profundamente o esforço da nossa trajetória nos sentimos motivados para novas e maiores realizações.

· Cultive sua vida espiritual - Independentemente de qual seja a sua crença, reserve um momento do dia para agradecer as boas coisas da vida. Peça também pelas suas necessidades, mas tenha em mente que você já recebeu o maior presente: o dom da vida!

· Tenha tempo para o lazer - A vida não é feita só de obrigações e compromissos. Equilibre dever e lazer e nos fins de semana, faça programas que realmente sejam do seu agrado com sua família, seus amigos e até mesmo sozinho.

· Mude a si mesmo – Sabemos que não podemos modificar ninguém, a não ser nós mesmos, por isso mude sua maneira de lidar com os outros e perceba o que acontece. Comece a mudança a partir de si mesmo!

· Contemple todas as áreas da sua vida – todas as áreas de sua vida devem estar em harmonia para que seu crescimento seja integral, por isso, trace objetivos e metas para a área familiar, profissional, financeira, afetiva e para tudo mais que julgar necessário.

· Busque o equilíbrio financeiro – o desequilíbrio financeiro é um problema sério na vida de qualquer pessoa, pois além de trazer preocupação com as finanças, acabam desencadeando conflitos nos relacionamentos e afetam até mesmo o sistema emocional, por isso é primordial que haja equilíbrio entre o que se ganha e o que se gasta.

Que o novo ano lhe indique novos caminhos, novas possibilidades, novas conquistas. Que as possibilidades lhe proporcionem mudanças que lhe permitam acreditar na realização de suas metas e sonhos, proporcionando-lhe um leque de escolhas e oportunidades.

As mudanças fazem parte da vida, mas mudar exige força de vontade, disciplina e determinação… e isso só depende de você! Sucesso!
por:

Rosemary de Ross – formada em Letras e cursou Teologia para Leigos.Reside em Pato Branco – Paraná. Impelida pelo desejo de evangelizar por meio da linguagem escrita, elaborou estes dois livros e por meio de suas mensagens, espera ajudar as pessoas a reencontrarem a paz , a alegria e a esperança.

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5 pesquisas que provam que aparência importa (sim) para a carreira

Contrariando o politicamente correto, estudos mostram que a beleza tem um peso importante para o desenvolvimento profissional

Se você perguntar para qualquer headhunter quais são os fatores que realmente pesam na seleção para uma oportunidade profissional, ele (provavelmente) responderá sem hesitar: experiência, qualificação e perfil profissional.

Mas, estudos recentes mostram que, além desses quesitos, a aparência também conta (e muito) para o sucesso profissional.

Traços do rosto, postura e, pasmem, até se a pessoa usa ou não óculos podem influenciar, inconscientemente, a avaliação final do recrutador ou da chefia na hora de determinar uma promoção.

Confira cinco destes estudos que denunciam que os mais bonitos (ou mais bem arrumados) podem ter um futuro promissor pela frente.

- Estudo 1 Pessoas bonitas têm salários maiores

Homens não tão bonitos, segundo o senso comum, podem ter um salário 17% menor do que aqueles que se enquadram nos padrões de beleza. Enquanto para as mulheres, a diferença poderia ser de 12%.

É o que mostra cálculo feito pelo economista Daniel Hamermes, no livro “Beauty Pays: why attractive people are more successful”.

Entre os motivos para essa discrepância podem estar fatores como segurança em si mesmo e bons níveis de autoestima. Geralmente, as pessoas ditas bonitas são bem resolvidas nesse quesito. E isso poderia influenciar o comportamento delas no trabalho.

- Estudo 2 Marcas faciais distraem headhunters

Um estudo conduzido por pesquisadores da Rice University, em Houston (EUA), mostrou que marcas faciais podem tirar o foco dos recrutadores e, até, pasmem, induzir a uma avaliação negativa na hora da entrevista.

Dois experimentos contribuíram para essa conclusão. No primeiro, 171 estudantes de graduação ouviram ao áudio de uma entrevista de emprego enquanto viam imagem do candidato em uma tela. Uma parte dos participantes viu imagens de pessoas com cicatrizes no queixo ou marcas de nascença. A outra, de pessoas sem qualquer marca facial. O experimento foi repetido com 38 profissionais em cargos de gestão.

E os resultados não poderiam ser menos desanimadores. Das 20 questões feitas na entrevista, os estudantes que miravam imagens de pessoas com cicatrizes só se lembraram de oito. Aqueles que viram pessoas sem as cicatrizes se recordaram de 11.

Motivo? Os primeiros não conseguiam tirar os olhos das marcas faciais durante a entrevista, segundo revelou um programa de eye tracking. Os candidatos com cicatrizes também tiveram uma avaliação inferior a dos que não possuíam qualquer marca no rosto.

- Estudo 3 Formato do rosto pode determinar sucesso profissional

Para descobrir como as características faciais dos gestores podem estar relacionadas ao sucesso de uma companhia, pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, submeterem fotos atuais e da formatura de 73 sócios dos principais escritórios de advocacia dos Estados Unidos à avaliação de um grupo de 67 pessoas.

Elas deveriam julgar critérios como características que representavam dominância, maturidade facial, aptidão e confiança.
Os resultados mostraram que pessoas com traços faciais que denotavam poder tendem a ter carreiras mais bem sucedidas nas culturas ocidentais. Qual a combinação para isso? Um rosto com formato angular, maxilar grande, olhar profundo, ossos da face proeminentes e sobrancelhas com curvatura marcante.

Estudo 4 Quer passar na entrevista? Use óculos

Pesquisa da College of Optometrists sugere que usar óculos pode aumentar as chances de conseguir um emprego. Segundo o levantamento, um terço do adultos britânicos acredita que pessoas que usam óculos têm uma aparência mais profissional e 43% afima que elas parecem mais inteligentes. E o mais curioso: 40% dos participantes da pesquisa admitem que topariam usar óculos em uma entrevista apenas para impressionar.

- Estudo 5 Decote pode ser passaporte para implosão da carreira

Para quem gosta de provocar um pouco na profundidade do decote, uma pesquisa do empresário britânico Peter Jones, CEO da Dragons, serve como um alerta. Metade dos executivos britânicos admite que já deixou de promover ou aumentar o salário de uma funcionária que vestia roupas muito justas ou decotadas.

Mas a situação pode ficar mais nebulosa para quem aposta nesse risco. Um em cada cinco executivos consultados pela pesquisa assume que trajes inapropriados já foram motivo para a demissão de uma funcionária.

Fonte: Jornal Valor Econômico

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O que NÃO escrever no currículo

Você enche o seu currículo de informações sem nenhum critério acreditando assim atrair o recrutador? Saiba que dessa forma você está fadado a não ser chamado para entrevistas. Na hora de elaborar o seu documento profissional também vale a máxima de que quantidade não é qualidade. A recomendação é escrever informações sobre formação, experiências e resultados que possam agregar no seu currículo.

É válido lembrar ainda que objetividade é a maneira mais eficaz de prender o recrutador. Portanto, se você é aficionado pela escrita, não caia na tentação do rebuscamento. Já dizia o poeta Carlos Drummond de Andrade: “Escrever é cortar palavras.”

Com a ajuda de especialistas, o Empregos.com.br listou os principais excessos cometidos pelos candidatos no momento de montar o currículo. Livre-se deles.

Imagem: Thinkstock


1. Informar número de documentos

Mencionar número do RG, CPF ou outros documentos oficiais é uma “perda de tempo”, diz Renata Schmidt, diretora da Foco Talentos, empresa do Grupo Foco especializada no recrutamento e seleção de estagiários e trainees. “No primeiro momento o recrutador quer mesmo é bater o olho no resumo de suas qualificações.”

2. Colocar foto
Só envie a foto se a empresa pedir. Segundo Daniela Ribeiro, gerente da divisão de engenharia da Robert Half, empresa de recrutamento especializado, colocar a imagem no currículo sem ser solicitado pode soar negativo. “Alguns profissionais não têm muita noção e colocam uma foto que poderia ser postada no Facebook”, afirma ela. “A ausência da foto não muda em nada na avaliação do recrutador”, ressalta.

3. Preferir o cargo à área
No objetivo profissional entre citar o cargo e a área de atuação fique com a segunda alternativa. “Ao informar o cargo o candidato pode ser eliminado já que as nomenclaturas variam muito de empresa para empresa”, afirma Daniela Ribeiro. Exemplo: Vendas (varejo) e não Supervisor de Vendas.

4. Informar redes sociais
Ainda conforme Daniela, o profissional só deve informar o endereço de rede social se julgar a ferramenta adequada. “Recomendo o Linkedin, rede de relacionamento profissional em que é possível visualizar o resumo do currículo.” Na opinião da consultora, o candidato não deve mencionar as mídias sociais em que expõe mais a vida pessoal.

5. Cursos fora da área ou defasados
O profissional sabe que o recrutador valoriza a formação constante e vai “incrementando” o currículo com cursos realizados durante toda a trajetória sem nenhum critério. Se você faz isso, reveja agora o seu documento. “Um curso de culinária ou de vinhos só será interessante se o profissional trabalha na área gastronômica ou de nutrição”, aponta Renata Schmidt, da Foco Talentos.

6. Desequilíbrio entre formação e experiência
Não dê mais importância à formação acadêmica em detrimento da experiência e vice-versa. Segundo Daniela Ribeiro, da Robert Half, o currículo deve retratar com coerência a trajetória profissional. “Se você tem poucos anos de experiência não faz sentido ter um currículo com muitas páginas. Por outro lado, não corte informações importantes que possam te vender”, destaca a especialista.

7. Citar características comportamentais
Iniciativa, espírito de equipe e liderança, facilidade na comunicação, entre tantas outras habilidades são bastante valorizadas pelas companhias, mas não é para estampar no currículo. “Informe resultados obtidos em sua carreira”, sinaliza Renata.

Daniela destaca que os números são muito bem-vindos. “Se você não pode quantificar os resultados, cite alguma atividade em que fez a diferença.” A especialista lembra que competências comportamentais são checadas na entrevista.

8. Apelar para o social
Houve uma fase em que o profissional socialmente responsável tinha pontos com o recrutador. A onda, contudo, passou. A verdade é que nem todas as empresas estão interessadas em causas maiores, nem quer saber se você participa delas. “Às vezes a organização até valoriza esse tipo de ação, mas não está procurando profissionais com esse perfil”, diz Renata.

Para a diretora da Foco Talentos, a informação também pode ser mencionada durante a entrevista de emprego.

9. “Matar” a língua
Salvo alguns cargos ter pleno domínio da língua portuguesa não é exigência das empresas. Isso não quer dizer que você pode escrever o currículo como se estivesse teclando com um amigo no Messenger. Dependendo da falha você pode ser desclassificado. Conte com o corretor ortográfico e dicionário. Em caso de dúvidas, peça para alguém revisar seu currículo.
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O que as escolas não ensinam

Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:53 hs.


Recentemente, Bill Gates enumerou em uma conferência em uma escola secundária, 11 coisas que os estudantes não aprenderiam na escola.


Aqui vão elas:

1) A vida não é fácil. Acostume-se com isso.

2) O mundo não está preocupado com sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele antes de sentir-se bem.

3) Você não ganhará R$ 20.000,00 por mês assim que sair da escola. Você não sera vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição, antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.

4) Se você acha seu professor rude, espere até ter um Chefe. Ele não terá pena de você.

5) Vender jornal velho ou trabalhar durante asférias não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de “oportunidade”.

6) Se você fracassar, não é culpa dos seus pais. Então não lamente seus erros, aprenda com eles.

7) Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim, por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir voce dizer que eles são ridículos. Então, antes de salvar o planeta para a próxima geração, querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto.

8 ) Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na boa, está despedido: RUA. Faça certo da primeira vez.

9) A vida não é dividida em semestres. Você não terã sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.

10) Televisão não é a vida real. Na vida real as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.

11) Seja legal com os CDF’s (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns bobos). Existe uma grande probabilidade de você ir trabalhar para um deles.

Bill Gates está certo. Tanto lá quanto cá, estamos criando uma geração de monstros ególatras, que se acham o centro do universo. Vivemos a era de Narciso. Se você tem dúvida, respire fundo, tampe o nariz e assista pelo menos um dia o pior programa da TV Brasileira, o famigerado BBB. Você vai ver um monte de jovenzinhos mimados, batendo no peito e bradando “eu sou autêntico”, como se isso fosse uma enorme qualidade. Para eles, ser autêntico (que no caso, nada mais é dizer e fazer o que quer e sem conseqüencias, sem se preocupar com as outras pessoas) é a maior das qualidades. Maior do que ser caridoso, fraterno ou compreensivo, por exemplo.

Quer outro exemplo? Bem-nascidos da USP lutando pelo “nobre” direito de fumar maconha na universidade (que nós pagamos) sem serem perturbados pela polícia. Ora, faça-me o favor. Uma enxadinha pra cada um e uma glebazinha de terra de sol a sol, para eles aprenderem o que é viver.

Temo muito por essa geração que manda nos pais e ignoram os avós. Temo muito uma sociedade onde nem as escolas nem as famílias sabem mostrar aos jovens o que é a vida.

Quando dei aulas de criação publicitária e de redação em uma faculdade, dizia aos alunos no primeiro dia de aula que eu não era professor e eles não eram alunos. Eu era cliente e eles, agências. E, que, se não entregassem os trabalhos nos prazos, perderiam o cliente. Se fizessem algo meia-boca, seria rejeitado e haveria refação. Se não viessem a aula, seria como perder uma reunião. Dei vários zeros. Mas formei muita gente para o Mercado. Acho que assim tem chance de funcionar.

Artigo Inédito escrito para a Revista Gestão Educacional

Fonte: Portal MKT Educacional

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VOCÊ VAI DAR CERTO?

A dúvida que paira hoje em dia sobre a cabeça dos profissionais quase sempre é esta: SERÁ QUE EU VOU DAR CERTO? Estou na direção adequada? Vou conseguir um emprego novo? Vou conseguir mantê-lo durante quanto tempo? Estou preparado para o futuro que está chegando? Não vou ficar obsoleto a curto prazo? Para responder a esta pergunta, isto é, para que seja bem sucedido profissionalmente você precisa reunir três coisas essenciais: conhecimento, perspectivas e atitude. O sucesso em qualquer profissão depende fundamentalmente desse triângulo. É ele que faz a diferença entre os que são realmente muito bons e os demais funcionários que não conseguem decolar na carreira. E entre o sucesso e a mediocridade há uma diferença enorme. O profissional que vale ouro no mercado de hoje e o futuro precisa reunir esses três requisitos. Vejamos eles:

CONHECIMENTO

Ser um profissional que conheça bem o seu trabalho e mantenha constantemente atualizado esse conhecimento. A capacidade de continuar aprendendo o tempo todo é um atributo valioso, frente à certeza de que daqui a poucos anos o profissional estará lidando com realidades que nem sequer são hoje imaginadas. Há muita gente com currículos maravilhosos e cursos de pós-graduação – que adquiriu conhecimento – mas que não dispara na frente. Falta-lhe perspectiva.

PERSPECTIVA

É fundamental para as empresas contar com profissionais dotados de uma visão própria individual e diferenciada na aplicação prática de seus conhecimentos. As atividades de rotina estão se tornando um componente cada vez menor nos cargos modernos, pois elas podem ser automatizadas, transferidas ou eliminadas. Perspectiva é a capacidade de colocar o conhecimento em ação. O conhecimento é um recurso; a perspectiva é sua aplicação. O importante no ato de agregar valor está em saber aplicar o conhecimento e a criatividade para situações novas. Em suma, você precisa ter perspectiva própria.  Isto é, aprender a pensar. E pensar em empresas tradicionais nunca foi um requisito na hora de preencher um cargo. O profissional que tem luz própria para pensar, por si só, diante de situações que enfrenta tende a levar vantagem sobre o colega que, diante das mesmas situações, somente sabe aplicar regras, usar soluções do passado ou então pedir a opinião do chefe. Há muita gente que tem perspectiva e capacidade de colocar a teoria em prática – mas que é ignorada. Falta-lhe atitude.

ATITUDE

Os fatores que levam a eficácia de uma empresa e que mudam seus resultados estão diretamente ligados aos valores e modo de pensar e agir das pessoas que compõe a organização. O conhecimento e a perspectiva dependem da atitude da pessoa. Uma atitude passiva impede sua exteriorização. Para que possam acontecer é necessário que o executivo tenha uma atitude empreendedora e assertiva capaz de assumir riscos, negociar metas e objetivos, confrontar situações de resistência e ultrapassar obstáculos pela frente.

Essas são três competências duráveis – aquelas que nunca irão tornar-se obsoletas – neste mundo de mudanças e transformações. O triângulo da excelência – conhecimento, perspectiva e atitude – precisa seriamente ser considerado por quem pretende ser bem sucedido profissionalmente. E qual é o mais importante dos elementos que compõem o triângulo? Todos eles são importantes, mas decisivamente o conjunto dos sinais que costumam descrever como atributos de atitude sai disparado na frente. Pela simples razão de que tanto a aplicação do conhecimento como da perspectiva dependem da atitude e postura da pessoa. Cada vez mais os órgãos de RH, mesmo antes de entrar no exame das qualificações técnicas e profissionais dos candidatos no processo seletivo, estão tentando mapear a atitude e a postura da pessoa diante do trabalho. E porque? A resposta é elementar: de nada adianta ter na empresa um grande talento dotado de conhecimento e perspectiva, se a pessoa não tem uma atitude adequada frente às situações importantes que surgem no trabalho. Sem a atitude, o conhecimento e a perspectiva ficam na berlinda e se apagam. A chama do sucesso é proporcionada pela atitude. Ela é fundamental e preciosa.

De: Talento e empregabilidade – Chiavenatto

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Veja os piores erros cometidos num estágio

Um estágio pode significar a primeira etapa para o seu objetivo de carreira ou tornar-se umaexperiência desastrosa. Depende de como você está preparado para lidar com o novo ambiente de trabalho e os colegas com quem irá dividir espaço. É natural estar inseguro sobre como se portar. Afinal, você ainda é jovem e inexperiente. Não deixe, porém, que a imaturidade tome espaço no seu dia-a-dia. Para ajudar você a se dar bem no estágio e evitar os erros que põem em risco seu aprendizado e até uma possível chance de efetivação, o Universia conversou com especialistas no tema para contar quais os 10 maiores erros no estágio.

Acomodar-se

“O estudante precisa entender que o estágio serve para ele aprender e o fato de estar nesta posição significa que ele deve demonstrar interesse por novos conhecimentos. Tem muito estudante que entra na empresa e pensa: “legal, agora que passei na seleção vou relaxar.” Por causa disso, assume uma postura mais passiva do que deveria. O estudante não pode ser acomodado a ponto de achar que a empresa vai adivinhar as necessidades e as dificuldades dele. Se tem dúvida, pergunte, se não entendeu, esclareça. Uma postura passiva pode ser encarada como má-vontade e falta de iniciativa. Para quem pretende evoluir ou mesmo disputar uma efetivação, estará longe de alcançar seus objetivos.”

Jô Furlan – especialista comportamental

Entrar de “salto alto”

“O primeiro ponto para quem ingressa no mercado de trabalho é entender que está na condição de aprendiz. Portanto, não cabe agir como se já fosse empregado há muito tempo e questionar paradigmas ou tratar as diretrizes da empresa como se estivessem obsoletas. O estagiário deve ouvir mais do que falar. Com o tempo e com mais experiência profissional é que irá adquirir a maturidade necessária para opinar e contestar determinados pontos de vista. Tem muito rebelde sem causa que traz isso para o ambiente de trabalho. O estagiário que reclama de todas as tarefas, não se enturma e ainda por cima é resistente às políticas da empresa tem menos chance de ser bem-sucedido em relação ao candidato que é humilde, gentil e cortês”.

Reinaldo Passadori – especialista em Recursos Humanos e Comunicação Verbal

Abusar de linguagem vulgar

“Em casa ou com os amigos até cabe o uso de gírias ou expressões menos elaboradas, comuns ao dialeto da juventude. No ambiente de trabalho a coisa já muda de figura. A comunicação deve ser uma preocupação constante do jovem. ? pela maneira com a qual ele se comunica que suas mensagens serão recebidas e decodificadas pelo outro. Por isso, é fundamental evitar gírias e palavras que denotem baixo nível intelectual. Além do jovem ser ‘percebido’ de uma maneira imatura por causa da maneira como fala, uma linguagem vulgar deve ser evitada, sobretudo, porque é nesta fase que ele deve se preocupar em evoluir. O estudante tem de ler muito para ampliar seu vocabulário e ter uma pronúncia melhor. Uma comunicação eficaz poderá demonstrar seu talento, potencial e suas habilidades.”

Reinaldo Passadori – especialista em Recursos Humanos e Comunicação Verbal

Prender-se ao estágio pela bolsa-auxílio

“Tem muito estudante que se preocupa mais com o quanto ganha do que com aquilo que realmente aprende no estágio. Sei que a condição do jovem brasileiro não é fácil e muito aluno depende do dinheiro para pagar os estudos. O estágio, porém, é a fase em que ele está livre para errar, fazer testes, se desiludir. ? nessa hora que ele deve priorizar seu aprendizado. O valor da bolsa-auxílio, neste caso, pode ser até um revés. Se um estudante tem um bom salário para a condição de estagiário, mas desenvolve atividades pouco desafiadoras e, por vezes, até desestimulantes, ele compromete seu futuro. O jovem precisa evoluir. Ficar no estágio por causa do salário o transforma em um trabalhador braçal e não em um estudante que tem um futuro pela frente. O mercado de trabalho, por sua vez, é muito cruel nesse sentido. Se você passou pelo estágio e se prendeu aquele que pagava mais, mas que não te ensinou muito, certamente você sofrerá conseqüências no futuro”.

Maria Ester Pires da Cruz – consultora do Ibmec Carreiras do Ibmec São Paulo

Adotar postura inflexível

“Uma competência fundamental que o estagiário dever ter é flexibilidade para mudanças. Atualmente, as empresas são muito dinâmicas, logo, as prioridades de trabalho mudam rápido demais e o estagiário pode não acompanhar ou até mesmo não entender. ? interessante que ele tenha essa competência, pois assim, evita-se que ele fique frustrado em algumas situações ou tenha a impressão de que nunca consegue terminar suas atividades ou projetos. Uma sugestão para o estagiário é conversar sempre com seu tutor/gestor e procurar entender o que acontece no momento e quais são as prioridades de trabalho.”

Felícia Duarte – gerente de projetos da Cia de Talentos

Ser individualista

“Procure desenvolver suas atividades de bem com a vida e com seus colegas dentro da empresa. Isso significa que você deve ser pró-ativo, deve estar sintonizado com o mercado, precisa ser curioso e sempre trazer outras idéias para o grupo. Entenda que no ambiente de estágio (ou de trabalho) todas as funções são importantes, portanto, valorize as suas atividades e a de seus colegas. Procure agregar e, se possível, tenha envolvimento com projetos de outras áreas. Lembre-se: sozinho ninguém muda nada.”

Rossano Lippi – diretor da Central de Estágios Gelre

Deixar o trabalho para depois

“O estágio é o momento em que o estudante deve trabalhar em tempo real, quer dizer, não deixar para depois o que ele pode fazer hoje. Em geral, somos avaliados sobre aquilo que produzimos. Se produzirmos rápido (e com qualidade) isso pode ser um ponto a favor em relação aos demais estagiários na hora da empresa optar entre um e outro para fazer parte de um novo projeto ou até mesmo na hora de decidir quem será efetivado.”

Suzy Fleury – Psicóloga e consultora empresarial

Ter vergonha de perguntar

“Não tenha vergonha de perguntar o que não sabe. ? muito importante exercitar a curiosidade mesmo que se trate de assuntos que não estejam diretamente ligados à sua área de atuação. Lembre-se que o estágio é uma oportunidade não só de demonstrar as suas competências, mas também de adquirir novos conhecimentos. Aliás, a curiosidade (ou a sede de aprender) é um diferencial que não deve ser perdido nunca, pois constitui uma das características fundamentais do profissional de sucesso. Só tenha o cuidado de escolher a hora certa para fazer suas perguntas, para não atrapalhar as atividades de quem vai responder.”

Celso Dutra – gerente de Recursos Humanos do CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola)

Perder tempo na internet (orkut, e-mail, MSN)

“Administre bem o seu tempo. Chegar antes e sair depois de todos não é sinônimo de dedicação e competência. Cuidado com o tempo perdido com e-mails e com a navegação na Internet. O estagiário deve se perguntar ao final de cada dia: “Eu dei lucro ao meu empregador hoje? Se a resposta for afirmativa, você está no caminho certo.”

Tom Coelho – especialista em carreira e conteúdo motivacional

Fugir das responsabilidades

“Ao conversar com gestores de grandes empresas muitos deles reclamam da postura profissional de estudantes de universidades clássicas e conceituadas. No dia-a-dia no estágio, ele se comporta como se não precisasse se esforçar, imagina que a boa fama de sua universidade de origem seja suficiente. O estagiário, porém, deve ter claro que esta é a fase em que ele abrirá portas para o mercado. ? preciso estar atento, aproveitar oportunidades e decidir com maturidade o que é mais importante em cada momento. O estudante não pode ser inconseqüente a ponto de executar mal uma tarefa, priorizar compromissos secundários ou simplesmente culpar outros pelos seus erros. Quem tem esse tipo de comportamento não se sustenta por muito tempo.”

Carmem Alonso – psicóloga e coordenadora de treinamento para clientes do NUBE (Núcleo Brasileiro de Estágio)

Fonte: Universia Brasil

http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2011/03/31/422586/veja-os-piores-erros-cometidos-num-estagio.html

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Saiba o que é mito e o que é verdade na busca por um emprego

Idade atrapalha? Ter filhos é um problema? E as redes sociais? Especialista responde dúvidas e dá dicas que podem ajudar bastante na busca por um emprego

Quando o assunto é a busca por um novo emprego, muitas dúvidas surgem na cabeça dos candidatos. Aqueles que acabaram de ter filhos sofrem com a possibilidade de o empregador não querer pessoas com crianças pequenas. Outros, mais velhos, temem ser preteridos por conta da idade. Mas será que esses fatores realmente contam?

Para esclarecer estas e outras dúvidas, o InfoMoney consultou a headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, Juliana Gomes. Veja, abaixo, as respostas.

Idade atrapalha?

Segundo Juliana, quando o assunto é idade, as pessoas temem ser preteridas por serem mais velhas ou serem novas demais. Neste último caso, sobretudo, se estiverem pleiteando um cargo de liderança.

Entretanto, de acordo com a headhunter, tudo depende da posição e do perfil da empresa. “Não adianta querer colocar um profissional mais jovem para liderar pessoas com perfil sênior, por exemplo, e vice-versa”.

Ter filhos é um problema?

A questão de que as empresas não querem contratar pessoas com filhos, sobretudo pequenos, é um mito, afirma a especialista.

De acordo com ela, cada vez mais, as empresas estimulam a qualidade de vida do profissional e esperam que ele saiba administrar o tempo. “A questão é de maturidade de administração”.


Morar longe pode?

A distância e especialmente o tempo de deslocamento entre casa e trabalho são fatores nos quais as empresas prestam atenção, ganhando ainda mais importância nas grandes cidades, como São Paulo.

Por outro lado, Juliana explica que o tempo de deslocamento não é um fator de eliminação, mas pode ser “um voto de minerva” em alguns casos.

Não ter perfil em redes sociais é um crime?

As redes sociais entraram definitivamente na vida das pessoas e isso inclui o mercado de trabalho. Atualmente, diz a especialista, os recrutadores investigam como as pessoas se relacionam na rede, observando tanto o relacionamento com amigos como com o networking.

“As pessoas têm que estar na rede, ligadas no que está acontecendo”.

Ser mandado embora é sinal vermelho?

Ter sido mandado embora do trabalho não é motivo para preocupação. O problema, diz Juliana, é quando a dispensa se torna recorrente.

“É perfeitamente natural sair quando os valores da empresa não combinam mais com os da pessoa. O problema é quando isso acontece repetidas vezes”.

Muitos empregos em pouco tempo é ruim?

Neste caso, explica a especialista, a imagem do candidato pode ser prejudicada. O ideal é que a pessoa termine os projetos começados e fique ao menos de um a dois anos em cada companhia.

O contrário, acrescenta, ficar muito tempo em uma empresa também é ruim, especialmente se a pessoa não obteve qualquer evolução no período.

Processo de trabalho e licença saúde impedem novo emprego?

Ter no “currículo” um processo de trabalho ou uma licença saúde não impactam na busca por um novo emprego, esclarece Juliana. Contudo, no primeiro caso, diz, muitos processos podem chamar a atenção.

Já no segundo, independentemente do que tenha acontecido, explica, o que importa é postura do profissional, o comprometimento com o trabalho e os resultados obtidos.

Fonte: Administradores.com.br  – 07 de junho de 2011

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Veja a diferença de encargos entre as contratações CLT x Estágio

ENCARGOS SOCIAIS CLT Estagiários
Seguridade e Previdência Social – INSS ou SIM NÃO
Plano de Seguridade Social do Servidor Público – PSS SIM NÃO
FGTS SIM NÃO
PIS/PASEP SIM NÃO
ENCARGOS TRABALHISTAS CLT Estagiários
13º salário SIM NÃO
Adicional de férias SIM NÃO
Recesso SIM SIM
Salário-família ou auxílio pré-escolar SIM NÃO
Vale-transporte ou auxílio-transporte SIM SIM

http://www.sinprorp.org.br/estudante/estudante2010/estudante006.htm

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Unisinos Carreiras na Unidade de Serviços Acadêmicos

Olá amigos estudantes e comunidade em geral

A partir de 09/03 o Unisinos Carreiras muda-se definitivamente para o ambiente chamado ATENDIMENTO UNISINOS.  No local, os alunos terão o atendimento acadêmico, financeiro, da assistência estudantil, de carreiras e estágios, além da ouvidoria.

Atendimento Unisinos será feito no mesmo local da antiga Central de Relacionamento. Abaixo, você encontra a lista de todos os serviços que passam a ser oferecidos no local a partir do dia 28/2:

Atendimento Acadêmico: solicitações de ingresso, matrículas, acompanhamento curricular, emissão de documentos, colação de grau e conclusão de curso, sistemas de avaliação, cancelamentos, Cartão Unisinos;

Atendimento Financeiro: bolsas, financiamentos (PraValer, FIES), convênios, taxas, pagamentos e negociações de débitos;

-Carreir as e Estágios (única exceção, entra em funcionamento no local a partir do dia 9/3): contratação e acompanhamento de estágios, seguro de vida, solicitações de aproveitamento de estágios obrigatórios e não obrigatórios como horas complementares, orientação vocacional e profissional, divulgação de vagas/oportunidades de estágios e empregos, formalização de convênios e de termos de compromisso entre empresas e universidade;
Assistência Estudantil: atendimento psicossocial, didático-pedagógico e socioeconômico, apoio aos formandos em situações de estresse, acompanhamento de alunos com deficiência e necessidades especiais;

Ouvidoria: recebimento e tratamento de reclamações, críticas, denúncias, sugestões, elogios e agradecimentos;

Relacionamento Estudantil e Integração Universitária: atendimento aos formandos e comissões de formatura, assessoramento aos órgãos de representação estudantil (DCE, DAs, CAs), envolvimento com grupos de alunos e entidades estudantis para acolhimento e integração dos alunos.

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Programa de Trainee 2011 – Grupo Boticário

Pessoal

estão abertas inscrições do Grupo Boticário para o Programa de Trainee 2011

Inscrições e informações pelo site

www.grupoboticario.com.br/programatrainee2011


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