10 razões para se manter motivado no trabalho

por Patrícia Bispo

Quando o assunto em pauta é motivação corporativa, muitos profissionais reportam seus pensamentos, quase que automaticamente, aos processos ou aos programas que são implementados pelas empresas em que atuam. Alguns se sentem satisfeitos com as ações adotadas pela empresa em que atuam. Mas, há quem se mostre insatisfeito e afirma que trabalhar naquela organização não atente às suas expectativas. Até aí, nada de novo, afinal existe o livre arbítrio e cada indivíduo, teoricamente, sabe o que é ou não bom para si. Mas, será que os estímulos motivacionais devem partir unicamente das corporações ou os colaboradores também precisam fazer a sua parte?
Afinal vale lembrar que a motivação também parte de dentro para fora de cada pessoa e se isso não ocorre, não adianta ficar frente a frente com pacotes de benefícios atraentes, salários acima da média e programas de qualidade de vida. Todas essas ações parecerão inúteis e sem valor algum, caso a própria pessoa não busque a auto-motivação. Abaixo seguem algumas sugestões para fazer uma autocrítica às suas ações e buscar alternativas simples que podem ser adotadas diariamente, mas que podem auxiliar a qualquer pessoa a se sentir mais “leve”, inclusive no ambiente de trabalho.

1 – Não veja a noite do domingo como se fosse uma contagem regressiva para enfrentar um verdadeiro calvário. Inúmeras são as pessoas que ao verem o início do Fantástico começam a ficar estressadas porque na manhã seguinte terá que iniciar mais uma semana de trabalho. Mentalize o que você fez de bom no final de semana: os momentos com a família, as conversas com os amigos ou mesmo lembre a cena de uma comédia que assistiu e lhe garantiu muitas risadas.

2 – Começa a jornada de ida ao trabalho e milhões de trabalhadores enfrentam trânsitos caóticos. Quem está no seu carro pode optar por ouvir uma música relaxante no percurso até chegar à empresa. Para os que dependem de coletivos, sempre é possível fazer amizades com quem está ao seu lado e quase que diariamente pega a mesma condução naquele horário. Isso pode render uma conversa descontraída e deixá-lo de bom humor para “enfrentar” um dia de trabalho cansativo.

3 - A correria do dia a dia faz com que a maioria das pessoas sinta-se no automático. Isso faz com que se faça o mesmo percurso e já torne a ida ao trabalho uma verdadeira chatice. Tendo oportunidade, vez ou outra, faça um trajeto diferente. Caso possa ver o mar ou mesmo um parque até chegar ao trabalho, você verá o quanto deixa de observar detalhes agradáveis como crianças indo à escola, pássaros que cantam e esperam apenas seu olhar para admirá-los, e até mesmo pontos turísticos de sua cidade que você nunca parou para ver os detalhes.

4 - Chegou à empresa? Ótimo, afinal teoricamente você está ali para cumprir suas atividades e sua remuneração que garante a sua sobrevivência, dependerá disso. Se você recebe por aquilo que faz, então, tem seu valor. Essa já é uma razão para se sentir motivado em exercer sua profissão. Diga a si próprio: “Eu tenho meu valor”.

5 - Pesquisas revelam que as primeiras horas do expediente da “segundona” registram o maior índice de enfartos no ambiente de trabalho. Isso porque as pessoas sentem um impacto forte ao voltarem à empresa e verem as responsabilidades e as cobranças que serão feitas ao longo do dia e da semana que se apenas começou. Vale um lembrete: priorize o que realmente é urgente e realize suas atividades com moderação. Nada vale mais do que sua saúde.

6 - Já na empresa, a correria começa. Mas, uma organização não é feita apenas de máquinas ou números. O local onde você trabalho possui pessoas como você: com sonhos, com necessidades específicas e que fazem parte da sua vida. Afinal, você passa boa parte da sua vida ao lado dos seus pares. Aproveite os momentos do cafezinho, do almoço para estar ao lado das pessoas que mais se identifica e cinco minutos de uma conversa que não envolva assuntos relacionados ao trabalho, podem aliviar as tensões diárias.

7 - Se seu gestor está em um dia agitado, leve até ele apenas questões urgentes e que não podem ser resolvidas por você. Tome a iniciativa de solucionar questões que lhe são familiares. Isso agregará um diferencial à sua performance.

8 - Quem busca a auto-motivação procura ir ao encontro de energias “positivas”. Evite, então, contaminar-se pelo pensamento das pessoas que sofrem a chamada Síndrome de Hardy – aquela hiena do desenho animado, que se lamenta a cada segundo e diz repedidas vezes a tradicional frase: “Ó vida, ó azar”. O pessimismo é contagiante se não estamos alertas e nos defendemos dele.

9 - Auto-motivação exige que o profissional tenha iniciativas próprias e não fique de braços cruzados, esperando que a empresa ofereça estímulos diários. Se você escolheu uma profissão, mantenha-se atualizado com o que ocorre na sua área. Assim, o profissional torna-se um diferencial não apenas para a organização que atua, mas também para si mesmo. Afinal, que busca informações e está em constante processo de evolução aumenta suas chances de empregabilidade em um mercado cada vez mais exigente.

10 - Geralmente, quando as pessoas ficam frente a frente com novos desafios é normal que sintam receio. Isso ocorre em qualquer área de atuação e profissionais das mais variadas faixas etárias. Desafios surgem para servem vencidos e mesmo que você cometa erros, aprenderá algo. Lembre-se que as dificuldades sempre aparecerão no seu caminho, mas nada como um dia após o outro para ir ao encontro de conquistas. Lembro-me de um antigo ditado que ouvia quando criança: “Quem tem tu, é tu mesmo!”. Ou seja, só você pode dar um rumo melhor à sua vida, seja no campo profissional ou pessoal.

retirado de: http://www.rh.com.br/Portal/Motivacao/Dicas/6472/10-razoes-para-se-manter-motivado-no-trabalho.html#

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Como trabalhar em meio a pressão

Resumo

O mercado de trabalho nos impõe cada vez mais exigências e espera que estejamos “sempre prontos” para o que der e vier, capazes de satisfazer as nossas expectativas e as do entorno. Calcula-se que esta é a condição de trabalho de cerca de 30% dos profissionais de cargos médios. E nesse contexto de constante pressão o cansaço físico e mental é um dos principais inimigos.
Estas dicas ajudarão você a não permitir que a pressão seja uma fonte de desânimo ou de fracasso profissional.  

Passos

1

Uso do tempo:

  • Dedique os primeiros minutos do dia a se organizar: faça uma lista de atividades prioritárias, secundárias e opcionais. Sinta que você tem a agenda de trabalho sob controle.
  • Defina a ordem e o tempo que destinará a cada uma das tarefas. Seja objetivo e realista. Não se deixe levar pelo otimismo irreal, porque será impossível fazer tudo e você acabará o dia frustrado. Leve em conta uma margem para imprevistos.
  • Inclua na jornada momentos de descanso e relaxamento. O ideal é adotar pausas de poucos minutos a cada duas horas de atividade.
  • Enfrente as atividades que talvez não sejam prioritárias, mas que você não pode ou não deve evitar: ter uma conversa delicada com um cliente ou funcionário, cuidar de burocracias, organizar os materiais.
  • Procure antecipar alguma tarefa que, embora não seja prioridade no dia, deve ser concluída em pouco tempo e dará muito trabalho.
  • Encare as atividades mais monótonas ou arriscadas no seu período de melhor rendimento. Deixe para as horas de maior cansaço as que podem ser realizadas de forma mais automática, ou que não requerem tanta energia. 

2

Organização do trabalho:

  • Defina objetivos e prioridades diários, semanais e mensais. Trabalhar sempre com urgências e sem planejamento dificulta o controle das atividades, e é uma fonte de estresse constante.
  • Tome decisões sobre o que você fará e o que não fará. Isto inclui aprender a dizer “não” se você está sem energia ou tempo para realizar uma tarefa que não é da sua competência ou não é obrigatória.
  • Evite ser interrompido para se concentrar no que está trabalhando. Seja educado e firme ao impedir as interrupções, para poder realizar as suas tarefas com tranqüilidade.
  • Assegure-se de ter compreendido bem as suas tarefas. Se você precisar de mais informações ou de uma capacitação extra, solicite. Se você chefia outras pessoas, antes de delegar alguma atividade tenha certeza de que elas estão preparadas e de que têm tempo suficiente para realizá-la.
  • Organize as suas atividades com flexibilidade, mas cumpra os objetivos. Uma dose de criatividade é necessária, mas a improvisação e o adiamento são fontes de estresse desnecessário. 

3

Ambiente de trabalho:

  • Cuide do lugar físico onde você trabalha: boa iluminação, móveis e acessórios adequados, espaço suficiente e boa ventilação são importantes para garantir o bem-estar.
  • Mantenha uma atitude firme e ao mesmo tempo gentil, positiva, de comunicação e respeito para colaborar para o bom clima de trabalho.

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FONTES DE INFORMAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO DISPONÍVEIS EM MEIO ELETRÔNICO

Contribuição de Renata Coelho

Conselho Federal de Administração: Disponível em: http://www.cfa.org.br/arquivos/

RAI: Revista de Administração e Inovação – Revista eletrônica dirigida por um colegiado composto por equipes de pesquisa em inovação da UNINOVE, USP, UNICAMP e FGV. Disponível em: http://www.revista-rai.inf.br/ojs-2.1.1/index.php/rai

REAd – Revista Eletrônica de Administração, criada em 1995 e publicada pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, foi a primeira revista eletrônica da área na América Latina. Disponível em: http://read.adm.ufrgs.br/

REA – revista eletrônica de administração – do Programa de Pós-Graduação Strictu-Sensu da Uni-FACEF. Disponível em: http://www.facef.br/rea/

RAP: Revista de Administração Pública: Publicação da FGV. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0034-7612&lng=pt&nrm=iso

RAC Eletrônica – da ANPAD (Agora é RAC) – Disponível em: http://anpad.org.br/periodicos/content/frame_base.php?revista=3

RAC: Revista de Administração Contemporânea – da ANPAD, versão eletrônica. Disponível em: http://anpad.org.br/periodicos/content/frame_base.php?revista=1

Revista Contabilidade & Finanças – versão eletrônica: publicação quadrimestral, do Departamento de Contabilidade e Atuária da FEA/USP, gratuita e que conta com o suporte financeiro da FIPECAFI – Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras. Disponível em: http://www.eac.fea.usp.br/eac/revista/index.asp

ESPM: Escola Superior de Propaganda e Marketing – disponibiliza diversas informações a artigos no site. Disponível em: http://www.espm.br/espm/pt/home

Revista Novos Estudos CEBRAP: Centro brasileiro de análise e planejamento. (Biblioteca Virtual) Disponível em: http://www.cebrap.org.br/index.asp

Revista de Administração da FEAD Minas – Disponível em: http://www.fead.br/papyrus/revistas.asp

Revista Brasileira de Economia – é a mais antiga publicação de Economia do Brasil, e a segunda mais antiga da América Latina. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0034-7140&lng=pt&nrm=iso

Banco de Teses e Dissertações da Escola de Administração da UFRGS: Disponibiliza o texto completo. Disponível em:              http://volpi.ea.ufrgs.br/teses_e_dissertacoes/default.asp

Portal Scielo – Biblioteca eletrônica que abrange uma coleção selecionada de periódicos científicos de diversas áreas do conhecimento, inclusive Administração. Disponível em: http://www.scielo.br/

Domínio Público: Portal do Governo Federal que disponibiliza grande acervo de obras de acesso livre. Disponível em:              http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp

IBICTInstituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia: Disponível em: http://www.ibict.br/

Periódicos Capes: Portal de periódicos do Governo Federal. Milhares de periódicos com acesso ao texto completo. Disponível em: http://www.periodicos.capes.gov.br/portugues/index.jsp

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Biblioteca necessária

Dinâmicas e Jogos na Empresa

Dinâmicas e Jogos na Empresa

Autor: LUPERINI, Roberto

Editora: Vozes
Assunto: Administração – Recursos Humanos
Qtde. de páginas: 176

Descrição do livro

A obra apresenta mais de 90 jogos que permitem gerir as diversas fases de uma sessão de treinamento.

Desenvolvimento Interpessoal

Desenvolvimento Interpessoal

Autor: MOSCOVICI, Fela
Editora: Jose Olympio
Assunto: Administração – Recursos Humanos
Qtde. de páginas: 400

Descrição do livro

O livro é um guia para treinamento em grupo. Destina-se a educadores e profissionais de organizações públicas ou privadas, como dirigentes, executivos, gerentes ou assessores. A 17ª edição traz um capítulo inédito, exercícios e um projeto gráfico.

Estágio, Trabalho Temporário e Trabalho de Tempo Parcial

Estágio, Trabalho Temporário e Trabalho de Tempo Parcial

Autor: OLIVEIRA, Aristeu de
Editora: Atlas
Assunto: Administração – Recursos Humanos
Qtde. de páginas: 192

Descrição do livro

O livro visa atender às necessidades de profissionais de RH e gestão de pessoas. Especialista em legislação trabalhista e previdenciária, o autor apresenta ensinamentos em relação à legislação trabalhista brasileira, proporcionando uma conduta correta do que manda a lei. A obra aborda os tópicos – estágio, trabalho temporário e trabalho a tempo parcial, três temas que merecem a atenção do gestor de RH por oferecerem inúmeras possibilidades e dificuldades ao profissional no seu dia a dia.

Foco e Criatividade – Fazer mais com menos

Foco e Criatividade – Fazer mais com menos

Autor: NIZO, Renata Di
Editora: Summus
Assunto: Administração – Recursos Humanos
Qtde. de páginas: 120

Descrição do livro

O livro mostra que fazer mais com menos implica desenvolver o foco e a criatividade. O resultado será a capacidade de ampliar os horizontes profissionais, atingindo metas e objetivos – sempre levando a sério a interdependência entre ética e inovação. Baseada em sua experiência na área de treinamento comportamental com líderes e equipes de grandes empresas, a autora analisa os desafios cotidianos do ambiente organizacional e oferece dicas para conduzir reuniões e feedbacks produtivos, incluindo exercícios para estimular a criatividade e incentivar a geração de ideias em grupo.

Fabrica de Ideias, Banco de Oportunidades

Fabrica de Ideias, Banco de Oportunidades

Autor: PASSARELLA, Wanderlei
Editora: Saraiva
Assunto: Administração – Empreendedorismo
Qtde. de páginas: 240

Descrição do livro

O livro apresenta o método de seleção de oportunidades de crescimento para empresas, mesclando teoria e prática. Traz experiências reais, sobretudo da Petroflex. Descreve uma metodologia de crescimento de empresas defendendo a necessidade de criação de um funil de novos negócios para poder captar ideias, identificar as oportunidades e gerenciar um portfólio de projetos que visem o crescimento de negócios já estabelecidos ou então a formação de novos negócios.

A Empresa Movida Pelo Talento

A Empresa Movida Pelo Talento

Autores: CRAIG, Elizabeth; THOMAS, Robert; CHEESE, Peter
Editora: Campus
Assunto: Administração – Planejamento Estratégico
Qtde. de páginas: 296

Descrição do livro

O livro explica como desenvolver talentos para alcançar o alto desempenho e vantagens competitivas que ultrapassem a barreira do tempo. Este livro mostra ainda como gerar entusiasmo e criatividade, alinhando esses dois aspectos aos objetivos estratégicos da empresa. A obra é destinada a CEOs, diretores de RH e líderes de todos os níveis.

Construindo o Plano Estratégico

Construindo o Plano Estratégico

Autor: BORN, Roger
Editora: Sulina
Assunto: Administração – Planejamento Estratégico
Qtde. de páginas: 271

Descrição do livro

O livro propõe um resgate de teorias e métodos de planejamento estratégico, sugerindo um roteiro claro para o plano, apresentando passo a passo cada etapa proposta. Traz também exemplos práticos de ‘construtores’ de três empresas diferentes, todos alunos do MBA Executivo da ESPM. Trata-se de uma leitura leve, mas não rasa, prática, e não manualizada.

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As duas pulgas – por Max Gehringer

Duas pulgas estavam conversando e então uma comentou com a
outra: – Sabe qual é o nosso problema? Nós não voamos,
só sabemos saltar. Daí nossa chance de sobrevivência
quando somos percebidas pelo cachorro é zero. É por isso
que existem muito mais moscas do que pulgas.

Elas então contrataram uma mosca como consultora, entraram
num programa de reengenharia de vôo e saíram voando.
Passado algum tempo, a primeira pulga falou para a outra: -
Quer saber? Voar não é o suficiente, porque ficamos
grudadas ao corpo do cachorro e nosso tempo de reação é
bem menor do que a velocidade da coçada dele.

Temos de aprender a fazer como as abelhas, que sugam o
néctar e levantam vôo rapidamente..

Elas então contrataram o serviço de consultoria de uma
abelha, que lhes ensinou a técnica do chega-suga-voa.
Funcionou, mas não resolveu… A primeira pulga explicou
por quê: – Nossa bolsa para armazenar sangue é
pequena, por isso temos de ficar muito tempo sugando.
Escapar, a gente até escapa, mas não estamos nos
alimentando direito. Temos de aprender como os pernilongos
fazem para se alimentar com aquela rapidez.

E então um pernilongo lhes prestou uma consultoria para
incrementar o tamanho do abdômen. Resolvido, mas por poucos
minutos…. Como tinham ficado maiores, a aproximação
delas era facilmente percebida pelo cachorro, e elas eram
espantadas antes mesmo de pousar. Foi aí que encontraram
uma saltitante pulguinha, que lhes
perguntou:

- Ué, vocês estão enormes! Fizeram plástica?

- Não, reengenharia. Agora somos pulgas adaptadas aos
desafios do século XXI. Voamos, picamos e podemos armazenar
mais alimento.

- E por que é que estão com cara de famintas?

- Isso é temporário. Já estamos fazendo consultoria com
um morcego, que vai nos ensinar a técnica do radar. E
você?

- Ah, eu vou bem,
obrigada. Forte e sadia.

Mas as pulgonas não quiseram dar a pata a torcer, e
perguntaram à pulguinha: – Mas você não está preocupada
com o futuro? Não pensou em uma reengenharia?

- Quem disse que não? Contratei uma lesma como consultora.

- Mas o que as lesmas têm a ver com pulgas ? – quiseram
saber as pulgonas.

- Tudo. Eu tinha o mesmo problema que vocês duas. Mas, em
vez de dizer para a lesma o que eu queria, deixei que ela
avaliasse a situação e me sugerisse a melhor solução. E
ela passou três dias ali, quietinha, só observando o
cachorro e então ela me disse: “Não mude nada. Apenas
sente na nuca do cachorro. É o único lugar que a pata dele
não alcança”.

MORAL: Você não precisa de uma reengenharia radical para
ser mais eficiente. Muitas vezes, a GRANDE MUDANÇA é uma
simples questão de reposicionamento.

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10 razões para adotar redes sociais nas empresas

Veja texto que mostra como as organizações podem adotar a utilização das redes sociais internamente.

Muitas empresas tem receio de utilizar redes sociais dentro das empresas alegando que haverá queda na produtividade de seus funcionários. Isso prova, como sempre, que as pessoas preocupam-se mais em identificar os problemas do que em enxergar as oportunidades presentes em certas decisões. Esse tipo de pensamento focado apenas no problema faz com que as empresas substimem a capacidade criativa, de mobilização e criatividade coletiva das pessoas dentro das empresas.

A realidade das empresas mudou. A competição é muito maior do que no século passado e isso faz com que a inovação seja a principalmente competência a ser desenvolvida pelas empresas. Inovação que deve vir de todos os lugares da empresa. A emrpresa deve buscar conhecimento onde quer que ele esteja, seja dentro ou fora da empresa. Alguns dizem que ela deve ser “chuveiro” (de cima para baixo), outros dizem que deve ser “bidê” (de baixo para cima), mas o importante é que ela seja do tipo “hidromassagem” (de todos os lados).

Mauro Segura, consultor da IBM, revelou o resultado de uma pesquisa que a própria IBM faz regularmente, chamada “CEO study – The enterprise of the future”. O estudo apontou 5 tendências:

- As empresas serão ávidas por mudança;

- Inovação de fora para dentro;

- Empresas globalmente integradas;

- Disruptivas por natureza;

- Pensam na sustentabilidade e no longo prazo;

Diante desse cenário, as empresas devem basear suas ações no desenvolvimento do seu capital intelectual a fim de criar uma cultura de inovação em que todos sintam que são livres para expor suas idéias. Para isso, é preciso dar voz as conversas existentes dentro das organizações. Nesse sentido, as redes sociais são ótimas ferramentas para criar esse ambiente de conversas dentro das empresas, pois ela aproxima as pessoas e facilita a conexão entre pessoas com interesses comuns e que poderiam compartilhar ideias.

Nesse sentido, Mauro apresenta as 10 razões para se adotar redes sociais dentro das empresas:

- Acesso rápido e fácil ao conhecimento: com as ferramentas atualmente existentes, é muito fácil criar um ambiente onde as pessoas possam discutir, apresentar suas idéias e registra-las para outras pessoas consultarem.

- O ser humano adora redes sociais: especialmente os brasileiros, uma vez que mais de 80% dos brasileiros, que se conectam a Internet, participam de algum tipo de rede social. Brasileiro gosta de conversar;

- A inovação aparece: o ambiente das redes sociais facilita o surgimento da diversidade de perspectivas e opiniões, condição essencial para surgimento da inovação;

- Quebra da barreira geográfica: você pode conversar com qualquer pessoa independente da localização geográfica em que ela esteja;

- Quebra da barreira hierarquia: talvez seja esse o maior temor de quem está no comando das empresas. Não existem escadinhas que deve ser escaladas para que as informações e as opiniões cheguem ao alto escalão da empresa. Isso é irreversível e incontrolável;

- Comunicação direta sem intermediários: comunicação sem filtros. Não existe mais aquela de que “Quem conta um conto aumenta um ponto”;

- Identidade pessoal: nas redes sociais, você tem a oportunidade de mostrar quem você é. Você pode expressar suas opiniões e suas crenças;

- Referências: é uma oportunidade de criar um grande conjunto de referências para posteriores consultas;

- Política de portas abertas: deixe a comunicação fluir livremente e você se surpreenderá com a capacidade de criar coletivamente de seus funcionários;

- Tecnologia simples e fácil: não é preciso ser um expert em tecnologia ou em construção de sites para você montar sua rede social. Existem ferramentas que auxiliam qualquer pessoa na criação de um blog, por exemplo.

Adotar redes sociais dentro das empresas potencializa a geração de inteligência coletiva dentro das empresas, além de descobrir pessoas talentosas, que ficam escondidas na imensidão dos cargos e departamentos das empresas, e facilita a identificação dos agentes de mudança dentro da empresa e que podem influenciar outras pessoas a se tornarem inovadoras. Aliás, Mauro apresentou o resultado de um estudo da universidade de Melbourne de que funcionários que utilizam redes sociais são 9% mais produtivos do que aqueles que não usam.

Com certeza, no século XXI o valor está no intangível.

Por Marcelo Bastos (http://hsm.updateordie.com/author/mbastos/)

Este texto foi publicado, originalmente, no Blog da HSM. Para ler este e outros post, clique aqui: http://hsm.updateordie.com/.

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Número de vagas de estágio aumenta no primeiro trimestre

Por Pollyanna Melo com assessoriawww.administradores.com.br
Janeiro, fevereiro e março são os meses ideais para quem busca ingressar no mercado de trabalho. De acordo com dados da Abres – Associação Brasileira de Estágios, estão abertas 150 mil novas vagas para os alunos de todo o país. Dessas, 105 mil são para o nível superior e 45 mil para o ensino médio.

Esse índice é 48% superior em relação ao mesmo período do ano passado. “Muitos alunos se formam no mês de dezembro, por isso, existe uma reposição natural de oportunidades. As vagas não caem do céu, por isso, esse é o momento certo para os estudantes buscarem um lugar no mercado de trabalho” diz Carlos Henrique Mencaci, presidente do Nube.

Levantamento divulgado pela Abres aponta que, no Brasil, temos 900 mil estagiários, sendo 250 mil de ensino médio e 650 mil do nível superior. “Tivemos uma queda de 200 mil postos em relação a setembro devido à lei de estágios (11.788/2008) e a crise financeira mundial”, explica Seme Arone Junior, presidente da Abres. Esse quadro mudou após a publicação da Cartilha Esclarecedora sobre a Lei do Estágio, preparada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, em 24 de dezembro de 2008. “Muitas dúvidas foram esclarecidas, por isso, as empresas perceberam a segurança jurídica da nova lei e retomaram as contratações”, ressalta Seme.

Segundo dados do último Censo do Inep/MEC temos no Brasil 4,6 milhões de jovens matriculados no ensino superior. No entanto, somente 13,9% estagiam. Ao analisarmos os números para o nível médio e médio técnico vemos que a concorrência ainda é maior; do total de alunos (8,3 milhões) apenas 3,02% conseguiram uma vaga. A gerente de treinamento do Cedep – Centro de Desenvolvimento Profissional, Carmen Alonso, dá algumas dicas para conquistar as melhores chances. “Os estudantes precisam enfrentar a competitividade e investir no seu potencial. Cursos extracurriculares, bom português, conhecimentos gerais e em outros idiomas são um diferencial na seleção”, afirma.

A hora de conquistar uma boa colocação é agora! Os candidatos devem aproveitar esse período e correr atrás da oportunidade desejada. Os interessados podem cadastrar-se gratuitamente no site www.nube.com.br e concorrer as milhares de vagas disponíveis.

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Unisinos – A melhor universidade particular pelo 2º ano consecutivo

Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou, em 18/12, os resultados da revisão da avaliação que dá o título para a universidade pelo segundo ano consecutivo

A comunidade acadêmica da Unisinos recebeu um ótimo presente de final de ano e está cheia de motivos para celebrar: é a melhor universidade particular da Região Sul do Brasil, pelo segundo ano consecutivo, e a terceira melhor universidade particular do país (abaixo apresentamos o ranking com as cinco melhores).

Depois de avaliar o novo Índice Geral de Cursos (IGC) da Unisinos, recebido em setembro, e observada a classificação da universidade como a quarta melhor particular do país, logo foram detectadasinconsistências na avaliação, especialmente a ausência de conceito para  Sistemas de Informação e a baixa nota atribuída a Ciências da Computaçãoalém de inconsistências em outros cursos. Após verificadas essas questões, a universidade entrou com pedido de revisão dos conceitos dos cursos e, por consequencia, do IGC. Cabe salientar que várias universidades e faculdades solicitaram revisão devido a esse tipo de problema. Após três meses, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou, na última sexta-feira (18/12), os resultados da revisão da avaliação.

A pontuação das 5 melhores universidades particulares do Brasil

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RJ       387
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SP        382
UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS      330
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RS       321
UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE         314

Unisinos

Fonte: Inep

Saiba mais em http://www.inep.gov.br/areaigc/

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Dicas para estagiários que querem ser contratados

Dicas do blog http://www.chmkt.com.br/.

Se você faz estágio em agência e deseja ser efetivado, tem 2 opções: esperar que a oportunidade de contratação caia do céu – e isso gera um nível de ansiedade altíssimo e desnecessário, com desgaste provavelmente em vão. Ou você pode conduzir o processo, criando condições para que seu chefe não tenha outra opção, a não ser contratá-lo.

Para ajudar nesse processo, a Advertising Age publicou 5 dicas bem interessantes que, se colocadas em prática, vão aumentar e muito as suas chances de começar uma carreira profissional já fazendo a diferença. São elas:

1 – Encontre projetos: O estagiário que senta na mesa e espera pelos projetos é aquele que será dispensado em questão de meses. Lembre-se que sempre há algum trabalho que pode ser feito. Não pare enquanto não encontrar um. No final do dia, você terá aprendido muito mais do que se ficasse no Facebook o dia todo.

2 – Faça uma lista: No seu primeiro dia como estagiário, crie uma planilha de Excel com seus projetos. À cada novo projeto, você atualiza sua lista. Inclua todos os detalhes possíveis. Por exemplo, o nome do projeto, com que você trabalhou, quais recursos foram usados, as novas habilidades que você aprendeu, quais softwares e ferramentas foram usados, prazo, feedback, etc. No final do estágio, você terá uma lista detalhada de todas as coisas importantes que fez.

3 – Reporte seu progresso: Não há nada de errado em manter o seu chefe atualizado. No final da semana, dê uma olhada na sua lista e escreva um e-mail com todos os projetos em que está envolvido, os prazos, o que você já completou ou não, e mostre que deseja fazer mais. Isso ajudará seu supervisor a monitorar seu progresso, além de mostrar que você é uma pessoa dedicada e proativa.

4 – Arrase nos treinos: Ser estagiário é como ser reserva em um time de basquete. Os melhores estagiários são aqueles que arrasam no aquecimento e convertem todas as cestas. Eles são informados e bem preparados, e melhor: criativos e curiosos. Eles fazem perguntas. Eles dedicam tempo e pensamentos para cada projeto, e tem idéias para melhorá-los. Quando for chamado para o jogo, mostre a eles para que veio. É sua grande chance.

5 – Torne-se um especialista: Talvez você seja um conhecedor das redes sociais. Talvez você tenha pesquisado tudo sobre um cliente e tem um sólido domínio do que foi trabalhado naquele segmento no passado. Talvez você tenha desenvolvido um ótimo relacionamento com a conta na qual vem trabalhando. Seja o que for, encontre uma maneira de aumentar seu valor na empresa. Saiba ou seja algo que ninguém lá dentro seja.

Tudo o que foi falado aqui parece ser mais fácil dito do que feito. Na verdade, são pontos muito simples de serem praticados. O importante é que, como estagiário, você tem uma oportunidade fantástica de provar qual o seu valor. Seja lá o que você faz, trabalhe duro e tenha sempre uma atitude positiva. Assim, com crise ou sem crise, suas chances de ser contratado vão ás alturas.

Ótimas dicas! Parabéns! Aproveitem!

Texto retirado de http://wp.clicrbs.com.br/profissaoestagiario/

publicado pelo colega Marcelo Bock

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Confira o significado de termos usados por profissionais de RH

G1 preparou lista com mais de 50 termos e suas ‘traduções’. Entenda termos como assignments e capital intelectual.

Gabriela Gasparin Do G1

O networking e um bom background são importantes para conseguir um emprego, mas saber praticar team building nas dinâmicas de grupo e em brainstormings também é valorizado pelas empresas. Além disso, são desejadas pelos empregadores qualidades como aprender as tarefas on the job, ser proativo e dinâmico.

Se você entendeu com facilidade as frases acima, parabéns, você é um craque na linguagem de recursos humanos (RH) e está pronto para participar de uma entrevista de emprego sem cometer graves deslizes.

Caso você não tenha compreendido o texto muito bem, não se preocupe, a frase contém exageros de termos usados pelos profissionais de RH e, para ajudá-lo no entendimento dessas palavras, o G1 preparou um dicionário com a linguagem do setor empregatício. Confira na tabela abaixo.

Para a gerente de atendimento da Catho Online, Camila Mariano, o conhecimento dos termos não influencia na hora da entrevista, mas o candidato que sabe seus significados demonstra ser atualizado sobre o mercado.

Segundo Camila, a maioria das palavras é em inglês porque os principais estudos e pesquisas do mundo corporativo vêm dos Estados Unidos. “Esses estudos são muito usados em cursos de especialização e atualização profissional. Muitas vezes as pessoas não sabem a melhor forma de tradução e acabam adotando as palavras”, disse.

A especialista opina que os termos devem ser usados com moderação e somente quando necessário. Segundo ela, se um candidato estiver em uma entrevista de emprego e não conhecer determinado termo, é melhor perguntar o significado e dar uma resposta surpreendente do que não perguntar e responder errado.

Confira abaixo a lista com o significado dos principais termos usados por profissionais de RH. Eles foram “traduzidos” por Roberto Recinella, consultor em gestão do capital humano e autor do livro “Eu sou o obstáculo”, da editora Impetus. Colaborou ainda Márcia Palmeira, diretora comercial da Right Management.

Termo Significado
Ambiente colaborativo Ambiente propício para os funcionários compartilharem conhecimentos. Por facilitar a disseminação do conhecimento na empresa, traz diferencial competitivo para a organização.
Avaliação 360 graus Situação onde todo mundo avalia todo mundo, desde colegas e subordinados a chefes. Tem por objetivo apoiar o desenvolvimento e o bom desempenho das pessoas.
Avaliação de desempenho Avaliação periódica realizada pelo superior imediato com o intuito de identificar os pontos fortes e fracos do funcionário e ajudá-lo a crescer.
ASAP (as soon as possible) Termo usado ao final das correspondências ou e-mails, para requerer resposta ou solução rápida. Significa “tão breve quanto possível”, “urgentíssimo”.
Assignments Tarefas a serem cumpridas. Missão de uma pessoa na empresa, compromissos.
Background Experiência, vivência ou conhecimento tanto profissional quanto pessoal.
Benchmarking Segundo a International Benchmarking Clearinghouse, entidade norte-americana de benchmarking, é um processo contínuo de comparação dos produtos, serviços e práticas empresarias de uma organização com as das líderes do mercado.

Bônus

Forma de remuneração variável encontrada pelas empresas para reconhecer o mérito dos funcionários ou executivos. Se o funcionário e a empresa atingirem as metas, o trabalhador ganha um dinheiro extra.
Brainstorming Reunião destinada a incentivar a total libertação da atividade mental criativa. A tradução para o português significa “tempestade cerebral” e visa ajudar os participantes a descobrir soluções criativas e inovadoras para as questões da empresa. Nas reuniões, os participantes devem encorajar ideias bizarras e nunca criticar as sugestões dos demais.
Capital intelectual Informação transformada em conhecimento. É o valor daquilo que as pessoas sabem, conhecem e aplicam. Também conhecido como experiência.
Capacitação interna Curso ou ensinamento aos colaboradores de uma empresa sobre novas competências. Um investimento na equipe e na qualificação dos profissionais.
CEO Sigla das palavras em inglês chief executive officer (“diretor-executivo” ou “diretor-geral”, em português). É o número um na hierarquia da organização.
Clima organizacional É a atmosfera do ambiente de trabalho e reflete diretamente no desempenho dos funcionários.
Coach Vem do francês coche (que significa condutor da carruagem de quatro rodas). A função do coach é conduzir o cliente no desenvolvimento das questões relativas à sua vida pessoal ou profissional, levando-o a descobrir caminhos para novas possibilidades.
Coachee É o aprendiz do coach.
Coaching Processo individualizado de desenvolvimento de competências, no qual o coach ajuda o coachee
Colaborador Nome politicamente correto para funcionário ou empregado.
Cultura organizacional É o conjunto de hábitos e crenças estabelecidos por meio de normas, valores, atitudes e expectativas compartilhadas na empresa de maneira informal. Orienta o comportamento dos funcionários no dia-a-dia.
Dinâmica de grupo Encontro que possibilita a criação e recriação do conhecimento por meio de atividades em grupo. Muito utilizada em treinamento e seleção. Auxilia o profissional a descobrir o que as demais pessoas do grupo pensam.
Dinamismo Ação com vitalidade, energia, vigor. Capacidade de o indivíduo “fazer e acontecer”. Uma pessoa dinâmica, com energia e flexibilidade, se diferencia no mercado.
Downsizing É o enxugamento ou redução dos níveis hierárquicos de uma organização. O objetivo é aproximar os funcionários para facilitar a comunicação e agilizar a tomada de decisões.
Educação continuada Procura constante de novos aprendizados, experiências e desafios, com cursos e atualizações no ramo de atividade. Termo usado pelas empresas para oferecer cursos de atualização profissional aos funcionários nas habilidades necessárias.
E-learning Ensino à distância por meio da mídia eletrônica, principalmente a internet.
Empowerment Significa dar aos funcionários poder, liberdade e informações que permitem a tomada de decisões.
Empreendedorismo Inovação, ousadia. Buscar o novo com o intuito de obter sucesso e melhores resultados.
Empresas de recolocação Empresas voltadas para a orientação de profissionais sem emprego ou que desejam mudar de carreira. São autorizadas a cobrar pelos serviços de consultoria e orientação de carreira. Mas elas não são autorizadas a prometer que irão arrumar um emprego para o cliente.
Endomarketing Marketing interno realizado por meio de um conjunto de ações desenvolvidas para conscientizar, informar e motivar o funcionário. Técnicas de marketing utilizadas com o funcionário.
Equipe autogerida Grupo de funcionários com as mesmas responsabilidades por um processo e seus resultados. Os integrantes têm liberdade para se organizar da forma que preferirem.
Estado de burnout Estágio avançado de estresse do profissional, esgotamento. Estafa geral por conta do trabalho.
Feedback Processo de fornecer uma resposta ao funcionário sobre seu desempenho no trabalho. Informações dadas para ajudar o funcionário a atingir os objetivos. Confundido erroneamente com bronca, crítica.
Follow-up Acompanhamento de ações e campanhas com o objetivo de medir seus resultados concretos. Na linguagem informal, trata-se de perguntar como as coisas estão indo.
Headhunter Caçador de talentos. Pessoa ou empresa especializada na procura de bons profissionais no mercado para ocupar determinada função em outra empresa.
Job rotation Rodízio de funções promovido pela empresa. O objetivo é capacitar os funcionários nas diversas áreas, para que adquiram uma experiência global na organização.
Kaizen Conceito de administração japonesa que significa aprimoramento contínuo e gradual, na empresa ou na vida pessoal. Antes de tudo, é uma filosofia de vida de aprimoramento constante, baseada na frase “o amanhã é melhor do que hoje”.
Lato sensu Denominação dos cursos de pós-graduação voltados para o nível de especialização, mais direcionados à área profissional, de mercado.
Learning organization Organização que cresce e se renova com os aprendizados dos funcionários. Empresa em constante aprendizagem, que valoriza e aplica os conhecimentos dos trabalhadores no dia-a-dia da companhia.
MBA in company São cursos de MBA (Master Business Administration) oferecidos especialmente para os funcionários de determinada empresa, com temas de gestão daquela organização específica. Os funcionários fazem o MBA juntos e podem até desenvolver o TCC (trabalho de conclusão de curso) voltado para a empresa.
Menemônica Técnicas que ajudam a treinar e melhorar a memória, por meio de associações e combinações.
Mentoring Acompanhamento de um profissional mais novo feito por um mentor, geralmente um profissional com experiência e habilidade. O objetivo é aconselhar o mais jovem em suas ideias e experiências no trabalho. É uma espécie de padrinho ou tutor, que “adota” um empregado que julga ter potencial.
Networking Rede de relacionamentos na qual as pessoas buscam outras para fazer negócios e arrumar novas oportunidades de trabalho. Todas as pessoas de nosso relacionamento formam nossa rede. Os colegas de trabalhos, chefes atuais e anteriores, parentes e amigos.
On the job Aprender fazendo, no dia-a-dia. Treinamento ou desenvolvimento do colaborador sem tirá-lo do ambiente de trabalho. A pessoa aprende trabalhando e geralmente é supervisionada. Programas de estágio e de trainee são exemplos.
Otimização Procurar o melhor desempenho em determinada tarefa para obter o maior proveito possível.
Outplacement Forma gentil de demissão na qual a empresa oferece apoio ao funcionário para recolocação no mercado. Metodologia de apoio à mudança profissional. O apoio pode ser feito com a ajuda de uma empresa especializada ou com indicações e ajuda na entrega de currículos.
Período sabático Período de desenvolvimento pessoal e profissional, no qual o funcionário se afasta da empresa com garantia de retorno. Pode durar de três meses a dois anos. Não são férias. Em alguns casos as empresas continuam pagando o salário ou pagam parte da remuneração.
Política de portas abertas Ações para melhorar a comunicação entre os funcionários, proporcionando maior liberdade de falar e ouvir na empresa. Oportunidade que a empresa dá ao funcionário de conversar com os executivos da companhia quando se sentir prejudicado pela chefia imediata.
Proatividade Vontade de fazer e tomar a iniciativa por conta própria sem esperar ordens. Buscar a solução de um problema antes que ele se estabeleça. Ser proativo é o contrário de ser reativo.
QS (Quociente de Sucesso) Soma de qualidades ligadas a atitudes, valores, talentos e competências que estão sob o domínio do indivíduo e, assim, passíveis de melhorias.
Rapport Relação de mútua confiança entre duas ou mais pessoas. Capacidade de se aproximar do outro, entrar em sintonia, “falar a mesma língua”.
Rotatividade Também conhecida por turnover, é a entrada e saída de funcionários de uma organização.
Stock options Programa que permite ao funcionário comprar ações da empresa por um preço abaixo do valor de mercado.
Strictu sensu Denominação de cursos para a continuidade da formação acadêmica e científica, como mestrado e doutorado.
Target Alvo, objetivo.
Team building Espírito de equipe. Aplica-se tanto a empresas quanto a indivíduos em busca de uma identidade própria. Grupos de pessoas que, quando juntas, trabalham em sinergia e fazem mais do que quando estão sozinhas.
Workaholic Pessoa viciada em trabalho. Geralmente, o workaholic coloca o trabalho acima da família, lazer e amigos.
Workshop Laboratório ou oficina de trabalho. Reunião de pessoas com interesses ou problemas comuns, orientados por especialistas, com o objetivo de aprimoramento ou desenvolvimento de novas competências.

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