“Contar histórias é revelar segredos, é seduzir o ouvinte e convidá-lo a se apaixonar… pelo livro… pela história… pela leitura. E tem gente que ainda duvida disso.”
Grupo Morandubetá de Contadores de Histórias
Escolhidas dentro de um tema, de acordo com a faixa etária e o interesse do grupo, as histórias se destacam pelo seu aspecto lúdico – a essência do trabalho. A diversão é uma característica forte, que permeia todas as ações. Divertindo, a contação de histórias desperta o interesse pela leitura e estimula a imaginação, através da construção de imagens interiores.
A maneira de contar uma história varia de acordo com o perfil de quem a escuta. O grupo se adequa aos espectadores, variando a forma das apresentações. Não há predeterminação de público, mas é necessário que as idades sejam próximas. Crianças, jovens, adultos e 3ª idade podem formar grupos, desde que homogêneos. Cada sessão de contação de história não deve ultrapassar 45 minutos.
O aspecto lúdico das sessões é direcionado para despertar o contador de histórias amante do livro, esse gigante adormecido no coração de cada avô, pai, tio, professor, ser humano que existe em cada um.
Fonte:http://contocontigo.sites.uol.com.br/capitulo01.html
O Projeto Bibliokids está a todo vapor… veja quais textos já foram contados aos pequenos e futuros leitores da Escola Canguru:
O gato que pulava em sapato

Vale a pena superproteger quem a gente ama? A dona do gatinho Mimi, personagem da obra de Fernanda Lopes de Almeida, descobriu que a maior alegria que se pode dar é a liberdade.
Júlia e os balões

Texto de Marco Coiatelli.Júlia era uma menina que adorava fazer balões de papel de todos os tamanhos, e sonhava em conversar com eles até que um dia… teve uma grande surpresa!
O barulho fantasma

Mário está todo arrepiado, com medo do barulho na sala ao lado… o que será que vem de lá, fazendo ‘treque-treque’?… a obra de Sonia Junqueira fala sobre o medo do desconhecido.
Maria-vai-com-as-outras

A ovelha Maria era mesmo uma maria-vai-com-as-outras. Até o dia em que descobriu que cada um pode ter o seu próprio caminho, basta querer. Obra de Sylvia Orthof.
E depois da historinha, sempre há atividades com os pequenos:



Será que gostaram?