Atenção! Sistema indisponível no período de 04/02 a 13/02

Informamos que, em razão da implementação/atualização do sistema ERP TOTVS-RM no módulo Ensino Superior da Universidade, os serviços prestados pela Biblioteca no período de 04 a 13/02 estarão indisponíveis, o que compreende empréstimos, devoluções, renovações, atualizações de senhas e de dados pessoais, visto que há integração entre os sistemas PeopleSoft/RM e Pergamum.

Desta forma, a Biblioteca irá prestar atendimento, no referido período, apenas para consultas locais. Os setores localizados na Administração da Biblioteca irão funcionar normalmente.

Os materiais com data de devolução prevista para o período sofreram alteração, conforme segue abaixo:

Vencimento em 04, 06 e 07/02 – Devolução passou para 14/02

Vencimento em 08/02 – Devolução passou para 15/02

Vencimento em 09/02 – Devolução passou para 16/02

Vencimento em 10/02 – Devolução passou para 17/02

Vencimento em 11/02 – Devolução passou para 23/02

Vencimento em 13/02 – Devolução passou para 23/02

Em caso de dúvidas, entre em contato conosco, através do email biblioteca@unisinos.br.

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Novidades no sistema da Biblioteca

Atenção para as novidades da nova versão do sistema Pergamum, utilizado na Biblioteca!


Com a nova versão do Pergamum, atualizada durante o dia de ontem, alguns serviços sofreram pequenas alterações.

Um exemplo são os RECIBOS DE RENOVAÇÃO PELA WEB, que a partir de agora só serão enviados se o usuário clicar no ícone “Recibo por e-mail” conforme o exemplo abaixo.

Os demais recibos continuam sendo enviados automaticamente.

A maior parte das alterações se refere a ferramentas internas do sistema, que só serão vistas e utilizadas pelos funcionários da Biblioteca.

Em caso de dúvidas, entre em contato conosco, através do email biblioteca@unisinos.br

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HORÁRIOS DE ATENDIMENTO BIBLIOTECA CENTRAL NO PERÍODO DE FÉRIAS

Seguem os horários da Biblioteca Central para os meses de janeiro e fevereiro de 2012:

De 02 a 14 de Janeiro:
Segunda a Sexta: das 8h às 22h52min
Sábados: das 8h às 12h
_________________________________________________________________
De 16 de Janeiro a 14 de Fevereiro:
Segunda a Sexta: das 8h às 18h (Biblioteca)
Sábados: fechado
Neste período, das 18h às 22h haverá atendimento da Biblioteca para Devoluções, Pagamento de Débitos e retirada de materiais via Book Express, em um guichê no Atendimento Unisinos (antiga Central de Relacionamentos).
ATENÇÃO: Após às 18h o prédio da Biblioteca estará fechado
__________________________________________________________________
De 15 a 25 de Fevereiro:
Segunda a Sexta: das 8h às 22h52min
Sábados: das 8h às 12h
__________________________________________________________________
A partir de 27 de Fevereiro:
Horário normal.

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Atenção! Sistema indisponível dia 16/01

Programe-se!

O sistema da Biblioteca estará indisponível para empréstimos, devoluções, reservas, pesquisas e renovações no dia 16/01 por motivo de atualização de versão.

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Feliz Natal…

 

E um ano de muitas leituras a todos!

 E para as férias que estão por vir, aí vão algumas sugestões, dentre as novidades já disponíveis na Biblioteca…

BRUBAKER, Ed; PERKINS, Mike; EPTING, Steve. Capitão América: a ameaça vermelha. Barueri, SP: Panini Books, 2011.

 

Na trilha de seu recém-reencontrado parceiro Bucky, o Capitão América vai à Inglaterra e luta ao lado de dois ex-colegas Invasores – Spitfire e Union Jack – para impedir que o Caveira Vermelha arrase Londres com um pesadelo dos tempos da 2ª Guerra Mundial. Para isso, porém, ele terá de enfrentar inúmeras ameaças, como o novo Grande Mestre, Ossos Cruzados e Pecado, a insana filha do Caveira Vermelha.

CASTRO, Ruy; SEIXAS, Heloisa. Terramarear: peripécias de dois turistas culturais. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.

 

Quando viajam pelo Brasil ou ao exterior, a passeio ou a trabalho, juntos ou separados, Ruy Castro e Heloisa Seixas procuram o espírito dos lugares. Para isso, antes de partir, leem livros, ouvem músicas e assistem a filmes sobre a região que vão visitar. Chegando lá, traçam roteiros, que compartilham com os leitores em ‘Terramarear’. Em vez de lojas de grife ou de cartões-postais, eles vão atrás de história, arquitetura, música, cinema, gastronomia ou da cultura das ruas. O material deste livro cobre um período de mais de três décadas, como a série sobre a Revolução Francesa, enviada de Paris por Ruy em 1989 para um jornal brasileiro, até textos escritos para o livro, como o relato de Heloisa sobre suas aventuras em Moscou.

 

DAMÁSIO, Antonio R. E o cérebro criou o homem. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.

 

Neste livro, o autor procura noticiar as descobertas contemporâneas referentes ao tema, abordando questões como – O que é a consciência? Onde ela fica? Como se desenvolveu ao longo do processo evolutivo e que vantagens traz à sobrevivência? Em vários aspectos, o autor diverge do pensamento considerado mais disseminado e chega a novas conclusões, buscando gerar debates e dar origem a novos estudos.

ECO, Umberto. O cemitério de Praga. 2. ed. Rio de Janeiro: Record, 2011.

 

Personagens históricos em uma trama na qual se desenrola a história de complôs, enganos, falsificações e assassinatos, em que encontramos o jovem médico Sigmund Freud (que prescreve terapias à base de hipnose e cocaína), o escritor Ippolito Nievo, judeus que querem dominar o mundo, uma satanista, missas negras, os documentos falsos do caso Dreyfus, jesuítas que conspiram contra maçons, Garibaldi e a formação dos Protocolos dos Sábios de Sião. A única figura inventada nesse romance é o protagonista Simone Simonini, embora o autor defenda que basta falar de algo para esse algo passar a existir.

HOBSBAWM, E. J. Como mudar o mundo: Marx e o marxismo, 1840-2011. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.

 

Nesta coletânea de textos e ensaios sobre Marx e o marxismo, Eric Hobsbawm procura oferecer uma visão panorâmica do legado intelectual e político do filósofo alemão e seu impacto na história dos séculos XIX e XX. A primeira parte de ‘Como mudar o mundo’ é dedicada ao estudo das condições de produção e recepção dos textos fundadores do marxismo, como ‘O Manifesto do partido comunista’, os ‘Grundrisse’ e ‘A situação da classe trabalhadora na Inglaterra’. Na segunda parte, o autor procura analisar a história do marxismo a partir da década de 1890 (depois da morte de Engels), destacando sua trajetória inicial entre os sindicatos operários, o crescimento dos partidos social-democratas europeus, a luta antifascista entre a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, e a influência do marxismo na obra de intelectuais do pós-guerra e nos regimes comunistas da Europa e da Ásia. O pensador italiano Antonio Gramsci e sua intervenção no debate marxista são objeto de dois capítulos.

KEPLER, Lars. O hipnotista. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2011.

 

Um massacre de uma família nos arredores de Estocolmo abala a polícia sueca. Os homicídios chamam a atenção do detetive Joona Linna, que exige investigar os assassinatos. O criminoso ainda está foragido, e há somente uma testemunha – o filho de 15 anos, que sobreviveu ao ataque. Quem cometeu os crimes o queria morto – ele recebeu mais de cem facadas e está em estado de choque. Desesperado por informações, Linna só vê uma saída – a hipnose. Ele convence o Dr. Erik Maria Bark – especialista em pacientes psicologicamente traumatizados – a hipnotizar o garoto, na esperança de descobrir o assassino através das memórias da vítima. É o tipo de trabalho que Bark jurara nunca mais fazer – eticamente questionável e psicologicamente danoso. Quando ele quebra a promessa e hipnotiza o garoto, uma longa e aterrorizante sequência de acontecimentos tem início.

REYNOLDS, Simon. Beijar o céu. São Paulo: Conrad, 2006. 

 

O inglês Simon Reynolds, aos 19 anos, editava um fanzine e estudava história na Universidade de Oxford. Dois anos depois, já escrevia para o semanário musical Melody Maker. Aliando a prosa verborrágica de Lester Bangs à teoria crítica de filósofos como Gilles Deleuze e Félix Guattari, Reynolds é um dos escritores mais prolíficos de sua geração, ajudando a descobrir tendências e a articular gêneros musicais até então carentes de expressão literária, como a música eletrônica e a música pop negra. Principal jornalista da última geração de ouro da imprensa musical inglesa, escrevendo para veículos como NY Times, Spin, The Guardian, Uncut, New Musical Express, The Wire, Reynolds também é autor de livros como The Sex Revolts – Gender, Rebellion and Rock’N'Roll e Rip It Up And Start Again, ambos com capítulos reproduzidos neste livro. ‘Beijar o Céu’ traz alguns dos principais momentos de sua carreira – a antológica entrevista com Morrissey, o ensaio definitivo sobre Joy Division e a cena de Manchester, a descoberta de Dizzee Rascal e da cena grime. E mais; o flerte entre Radiohead e o pós-rock, a rivalidade histórica entre Nirvana e Pearl Jam, a ligação entre o Pink Floyd e as raves contemporâneas, a explosão hip hop, de Public Enemy a Timbaland, Missy Elliott e Puff Daddy. Debaixo de um espectro tão amplo de estilos, Reynolds nos ajuda a compreender esse fragmentado mundo pop, produzindo uma das obras mais relevantes da crítica musical contemporânea.

ROTH, Philip. Nêmesis. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.

 

Aos 23 anos, Eugene ‘Bucky’ Cantor, professor de educação física e inspetor de pátio de uma escola judaica de Newark, vive uma vida pacata, porém é atormentado pelo fato de não poder lutar na guerra ao lado de seus contemporâneos, em razão de sua miopia fortíssima. Tudo muda num dia de verão de 1944, quando um grupo de adolescentes encrenqueiros de ascendência italiana aparece no colégio e cospe no chão, ameaçando a todos com uma doença terrível. Logo depois do incidente, vários alunos contraem poliomielite, para desespero do professor. Conforme a enfermidade se espalha, Bucky Cantor começa a temer que tenha alguma culpa no contágio das crianças. Sofre ainda com o pavor de que ele próprio possa contrair a doença. E, em especial, dedica horas e horas questionando-se por que Deus permitiu que a poliomielite existisse, sem nunca conseguir se conformar com as respostas. Tomado pelo sentimento de culpa, Cantor deixa Newark e vai atrás da namorada em uma colônia de férias nas montanhas Pocono, tentando escapar da pólio. ‘Nêmesis’ integra uma tetralogia de novelas formada também por ‘Homem comum’, ‘Indignação’ e ‘A humilhação’.

SACCO, Joe. Notas sobre Gaza. São Paulo: Quadrinhos na Cia., 2010.

 

Em novembro de 1956, nas cidades de Khan Younis e Rafah, centenas de civis foram mortos pelo exército israelense em uma incursão militar que tinha tudo para ser uma operação rotineira de captura de guerrilheiros palestinos. Segundo um dos poucos relatórios da ONU disponíveis, os soldados teriam simplesmente entrado em pânico ao deparar com uma multidão em fuga. Já de acordo com o primeiro ministro israelense, as tropas teriam entrado em confronto com rebeldes armados, muito embora não tenha ocorrido uma única baixa entre suas fileiras. Em ‘Notas sobre Gaza’, Joe Sacco mergulha nos escombros de um conflito para reconstituir alguns dos eventos da escalada de violência em que se transformou a relação entre israelenses e palestinos.

SARAMAGO, José. Claraboia: romance. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.

 

Primavera de 1952. Um prédio de seis apartamentos numa rua modesta de Lisboa é o cenário principal das histórias simultâneas que compõem este romance. Dramas cotidianos de moradores como Lídia, uma bela mulher sustentada pelo amante misterioso, e Abel, um jovem outsider à procura de um sentido para a vida, se contrapõem ao árduo cotidiano dos outros moradores. As narrativas paralelas do livro são organizadas segundo as divisões internas do prédio, do térreo ao segundo andar.

VERÍSSIMO, Luís Fernando. Em algum lugar do paraíso. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011. 

 

Neste livro, o leitor pode se deparar com situações inusitadas e questionamentos atemporais que permeiam a experiência humana. Nas 41 crônicas selecionadas – entre 350 – para ‘Em algum lugar do paraíso’, Luís Fernando Veríssimo fala sobre a vida, a morte, o tempo, o amor, sempre com um ar nostálgico e repleto de reflexões acerca das escolhas feitas ao longo da existência.

Programe-se! Os prazos para este período são de 30 dias!

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Morre Christopher Hitchens

O renomado e polêmico escritor britânico Christopher Hitchens, cujos alvos preferidos iam de Deus e Madre Teresa até Henry Kissinger, faleceu aos 62 anos, após 18 meses de uma batalha contra o câncer.

Hitchens iniciou sua carreira em Londres, mas se mudou para os Estados Unidos em 1981, atraindo muito sucesso por sua prosa elegante e visão sincera acompanhada de uma atitude arrogante.

A Vanity Fair, para a qual Hitchens trabalhou nos últimos 19 anos, afirmou que o escritor morreu na quinta-feira de pneumonia, uma complicação de seu câncer de esôfago, no Centro de Câncer MD Anderson, em Houston, Texas, com amigos a seu lado.

Em um anúncio on-line, a revista o descreveu como um “crítico incomparável, retórico magistral, ardorosamente sagaz, e um bon vivant sem medo”.

“No fim, Hitchens era mais engajado, implacável, hilário, observador e inteligente do que todos os outros, como ele foi nas últimas quatro décadas”, afirma.

“Que os seus 62 anos de vida tão bem vividos, consolem os muitos de nós que sentirão muito a sua falta”.

Hitchens, que viveu em Washington desde 1982, foi diagnosticado com câncer em junho de 2010 e posteriormente se submeteu à quimioterapia.

O escritor descobriu sobre sua doença pouco depois de publicar “Hitch-22″, um livro de memórias que documentou uma grande carreira na qual ele se tornou famoso por fumar e beber muito enquanto, ao mesmo tempo, produzia incontáveis artigos e livros.

O câncer roubou a voz e o cabelo de Hitchens, mas ele continuou a documentar sua saúde declinante em sua coluna na Vanity Fair.

“Meu principal consolo neste ano de viver morrendo tem sido a presença de amigos”, escreveu na edição publicada em junho de 2011.

Salman Rushdie, apoiado por Hitchens quando o líder supremo do Irã, Aiatolá Khomeini, pronunciou uma sentença de morte contra ele por supostamente insultar o Islã em seu livro “The Satanic Verses”, homenageou o escritor no Twitter.

“Adeus, meu amigo querido. Uma grande voz se cala. Um grande coração para. Christopher Hitchens, 13 de abril de 1949, 15 de dezembro de 2011″, escreveu.

Graydon Carter, que contratou Hitchens depois de se tornar editor da Vanity Fair, em 1992, afirmou que o britânico era um “homem de apetite insaciável – para cigarros, para scotch, para boa escrita, e acima de tudo, para conversas”.

“Você seria duramente pressionado para encontrar um escritor que juntasse o volume de colunas requintadamente trabalhadas, ensaios, artigos e livros que ele produziu nas últimas quatro décadas”, escreveu Carter em um tributo on-line.

O vice-primeiro-ministro britânico, Nick Clegg, que trabalhou para Hitchens como estagiário, afirmou que o escritor era “tudo o que um grande ensaísta deve ser: irritante, brilhante, altamente provocador e, ao mesmo tempo, intensamente sério”.

“Sua falta será muito sentida por todos os que valorizam fortes opiniões e ótima escrita”, acrescentou Clegg.

Mas em um lembrete de que Hitchens, um ateu declarado, ofendeu possivelmente tantas pessoas quanto encantou, a Ordem dos Missionários da Caridade da Índia afirmou que rezará por sua alma, apesar de sua postura agressiva contra sua fundadora e prêmio Nobel da Paz, Madre Teresa.

Ele deixa uma esposa, a escritora americana Carol Blue, e três filhos, dois deles de um casamento anterior.

Você encontra na Biblioteca:

- Hitch-22

929 HITCHENS, CHRISTOPHER H674H (5C)

- Deus não é grande

141.45 H674G (5D)

- A vitória de Orwell

820.09 H674O (5A)

- Direitos do homem de Thomas Paine: uma biografia

342.7(091) H674D (3A)

Fonte:  http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5j_11oV1e9P2lEbTZB1fJdQLilmlA?docId=CNG.6b5b732df6ac16368a9d4d7e4bdd2d47.1b (2011)

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A Hora C

 

Clarice Lispector foi relembrada no último sábado, 10, dia de seu aniversário, com diferentes atos, em sete cidades do Brasil, na primeira edição da chamada Hora de Clarice, que pretende fazer de todo 10 de dezembro um dia de homenagem à autora de A Paixão Segundo G.H.

Assim como o Dia D, quando o Brasil lembra, a cada 31 de outubro, com diferentes homenagens a data de nascimento de Carlos Drummond de Andrade, a Hora de Clarice procura dar um destaque maior à escritora que nasceu em Tchetchelnik (Ucrânia) e morreu em 9 de dezembro de 1977, no Rio de Janeiro.

Trata-se de outra homenagem inspirada no Bloomsday – como são conhecidos os atos realizados na Irlanda e em outros países, a cada dia 16 de junho, para lembrar Leopold Bloom, o protagonista do romance “Ulisses”, de James Joyce.

“A ideia não é exatamente inédita, mas queríamos ter um dia em que Clarice fosse recordada”, explica o editor Paulo Rocco, cuja editora possui os direitos sobre a obra da escritora, que é a maior estrela de seus catálogos.

A primeira edição da Hora de Clarice, organizada pela editora Rocco, teve programados diferentes atos em livrarias, centros culturais e até em estações de metrô das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Curitiba, Belém e Recife.

No Rio de Janeiro, onde se concentram os principais atos, a Hora C começou cedo com um passeio gratuito pelo bairro do Leme, onde vivia a escritora, guiado por Teresa Montero, organizadora de algumas coleções da romancista.

Nesta cidade, também, aconteceram debates, entrevistas, conferências, exposições de fotografias, leituras de textos, encontros com biógrafos, ensaístas e estudiosos da autora e o lançamento do livro sobre a romancista Encontros: Clarice Lispector.

A Rocco, que adquiriu os direitos da obra de Clarice em 1997, lançou edições com os textos originais de romances como Perto do Coração Selvagem (1944), A Paixão Segundo G.H. (1964), A Hora da Estrela (1977) e Um Sopro de Vida (1978), livros que nas, primeiras edições, por diferentes razões, tiveram cortadas algumas partes.

Além de ser uma das autoras mais conhecidas e lidas do Brasil, Clarice, que desembarcou em Recife, ainda bebê, junto com seus pais, é considerada como uma das romancistas mais relevantes da língua portuguesa e sua obra foi traduzida em vários idiomas.

A Hora de Clarice também dedicou-se a eventos previstos em diferentes livrarias de Buenos Aires, organizados pela editora argentina Corregidor, que aproveitou a data para anunciar o lançamento em espanhol do volume de contos A Legião Estrangeira.

Fonte:  

Fonte:http://diversao.terra.com.br/arteecultura/noticias/0,,OI5512347-EI3615,00-Clarice+Lispector+ganha+dia+de+homenagens+em+todo+o+Pais.html (2011)

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1001 quadrinhos que você precisa ler antes de morrer


Série luxuosa  traz, em 960 páginas, uma coletânea especializada em quadrinhos e em outras obras da arte sequencial. Para quem ainda não conhece, o livro integra a coleção 1001 coisas… que já lançou  títulos relacionados ao cinema, à música e aos lugares mais interessantes do mundo.

Ricamente ilustrado, esse guia definitivo de HQs traz trabalhos de países como Holanda, México, Dinamarca, Bélgica, Noruega, África do Sul, Malásia e Argentina, além, claro de obras dos Estados Unidos, Japão, França, Reino Unido e Itália.

A nona arte do Brasil aparece representada pelos títulos Sábado dos meus amores (Conrad), de Marcello Quintanilha; O dobro de cinco (Devir), de Lourenço Mutarelli; Piratas do Tietê (Devir), de Laerte; e a versão clássica da Turma da Mônica (Panini), de Mauricio de Sousa. Outros quadrinhos produzidos por brasileiros também entraram na lista, como no caso de Daytripper (Panini), de Fábio Moon e Gabriel Bá; The Umbrella Academy (Devir), de Gerard Way e Bá; e Aldebaran: Betelgeuse (Panini), de Luiz Eduardo Oliveira. Agora, é aguardar a versão traduzida…

Na Biblioteca, no acervo 5B, você encontra:

791.43 T526

78.067.26 O58

Fonte: http://rquadrinhos.blogspot.com/2011/10/1001-quadrinhos-que-voce-precisa-ler.html (2011)

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Nicanor Parra, o criador da “antipoesia”, leva o Prêmio Cervantes 2011

Depois dos prêmios Nobel concedidos a Pablo Neruda, em 1971, e a Gabriela Mistral, em 1945, o Chile celebra mais um reconhecimento de sua poesia – o Prêmio Cervantes 2011 – considerado o maior das letras hispânicas e conferido, este ano, a Nicanor Parra, de 97 anos, criador da “antipoesia”, que revolucionou a literatura com sua linguagem simples, inspirada no cotidiano.

Possuidor de personalidade transgressora e extravagante, sua obra cativa, especialmente, as novas gerações, segundo os críticos. “Ele faz uma poesia acessível do cotidiano, com versos extraordinários, com um enorme senso de humor”, comentou o escritor e crítico literário chileno Camilo Marks. O Prêmio Cervantes, concedido no último dia 1º,  tem dotação de 125.000 euros.

“Foi uma escolha justa para um extenso trabalho poético que transformou a maneira de fazer poesia em língua castelhana”, considerou Federico Schopf, outro crítico literário chileno.

“É um prêmio que merecia há muito tempo”, assinalou, por sua vez, Rodrigo Rojas, diretor da cadeira de Literatura da Universidade Diego Portales, da qual Parra é membro honorário.

Integrante de uma das famílias artísticas mais prolíferas do Chile – na qual se destaca a irmã folclorista, Violeta Parra – ele é físico de profissão.

O olhar do mundo literário voltou-se para ele depois da publicação, em 1954, do livro Poemas y antipoemas, no qual rompe com a poesia tradicional chilena, introduzindo humor, ironia e sarcasmo em seus versos.

“Com ele, a poesia ganhou as ruas. Entrou no trivial”, acrescentou o crítico chileno Camilo Marks.

Com o reconhecimento obtido nesta quinta-feira por Parra, o Chile soma três prêmios Cervantes, depois do obtido, em 1999, pelo ensaísta Jorge Edwards e o que recebeu, em 2003, o poeta recentemente falecido, Gonzalo Rojas.

A Biblioteca Unilínguas possui uma obra de Parra, Chistes par/a desorientar a la  policia /poesia (860(83)- 1 P258c)…confira uma parte de sua obra!

CARTAS A UNA DESCONOCIDA

Cuando pasen los años, cuando pasen
Los años y el aire hayan cavado un foso
Entre tu alma y la mía; cuando pasen los años
Y yo sólo sea un hombre que amó, un ser que se detuvo
Un instante frente a tus labios,
Un pobre hombre cansado de andar por los jardines,
¿Dónde estarás tú? ¡Dónde
Estarás, oh hija de mis besos!

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Ferreira Gullar é o grande vencedor do Prêmio Jabuti 2011

O poeta Ferreira Gullar, de 81 anos, foi o grande vencedor do Prêmio Jabuti 2011, na categoria ficção, com o livro Em Alguma Parte Alguma, lançado pela editora José Olympio, do grupo Record, em 2010. O anúncio foi feito na noite da quarta-feira, 30 de novembro, na Sala São Paulo. Laurentino Gomes, autor de 1822, faturou o prêmio de não-ficção. Ambos, que aparecem na foto que segue, vão levar para casa R$ 30 mil.

Ferreira disse que o prêmio não é um incentivo para continuar a profissão: “O sentido da vida é outro. Quando a gente recebe um prêmio é, na verdade, o outro quem está dizendo que vale a pena continuar”, revelou.

O poeta teve como concorrentes Desgracida, de Dalton Trevisan (contos e crônicas), Ribamar, de José Castello (romance), Obax, de André Neves (infantil), e Antes de Virar Gigante e Outras Histórias, de Marina Colasanti (juvenil).

Polêmica. Considerado o premio literário mais importante do Brasil, o Jabuti alterou seu regulamento depois das polêmicas envolvendo o escritor e compositor Chico Buarque, no ano passado. Segundo colocado na categoria “romance”, o autor de Leite Derramado (Companhia das Letras) venceu o prêmio de livro do ano. Se Eu Fechar os Olhos Agora (Record), de Edney Silvestre, obteve a primeira colocação entre os romances, mas perdeu o troféu principal.

Sendo assim, somente os primeiros lugares agora concorrem aos grandes prêmios de ficção e de não-ficção.

Veja lista completa dos ganhadores do 53º Jabuti:


Livro do ano de ficção
“Em alguma parte alguma”, de Ferreira Gullar

Livro do ano de não-ficção
“1822″, de Laurentino Gomes

Categorias de ficção:
Romance

“Ribamar”, de José Castello

Contos e Crônicas
“Desgracida”, de Dalton Trevisan

Poesia
“Em alguma parte alguma”, de Ferreira Gullar

Infantil

“Obax”, de André Neves

Juvenil
“Antes de virar gigante e outras histórias”, Marina Colasanti

Categorias de não-ficção:
Teoria Crítica / Literária

“Câmara Cascudo e Mário de Andrade – Cartas, 1924-1944”, de Marcos Antonio de Moraes (organizador)

Reportagem
“1822”, de Laurentino Gomes

Ciências Exatas
“Teoria Quântica: estudos históricos e implicações culturais”, de Olival Freire Jr., Osvaldo Pessoa Jr., Joan Lisa Bromberg (organizadores)

Tecnologia e Informática

“Aprendizagem a distância”, de Fredric M. Litto

Economia, Administração e Negócios
“Multinacionais brasileiras: internacionalização, inovação e estratégia global”, de Moacir de Miranda Oliveira Junior e colaboradores

Direito
“Fundamentos constitucionais do direito ambiental brasileiro”, de Norma Sueli Padilha

Biografia
“O Teatro & Eu – Memórias”, de Sergio Britto

Ciências Naturais
“Bioetanol de cana-de-açúcar – P&D para produtividade e sustentabilidade”, de Luís Augusto Barbosa Cortez (coordenador)

Ciências da Saúde
“Atlas de endoscopia digestiva da SOBED – Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva”, de Marcelo Averbach, Adriana Vaz Safatle Ribeiro, Agnelo Paulo Ferrari Junior, Ciro Garcia Montes, Flávio Hayato Ejima, Kleber Bianchetti de Faria e Marco Aur

Ciências Humanas
“Manejo do Mundo: conhecimentos e práticas dos povos indígenas do Rio Negro”, de Aloisio Cabalzar

Didático e Paradidático
“Coleção Pessoinhas”, de Ruth Rocha e Anna Flora

Educação
“Impactos da violência na escola: um diálogo com professores”, de Simone Gonçalves de Assis, Patrícia Constantino e Joviana Quintes Avanci (organizadoras)

Psicologia e Psicanálise
“Coração… É emoção: a influência das emoções sobre o coração”, de Elias Knobel, Ana Lúcia Martins da Silva, Paola Bruno de Araújo Andreoli

Arquitetura e Urbanismo
“Dois séculos de projetos no Estado de São Paulo – Grandes obras e urbanização VL 1, 2 e 3”, de Nestor Goulart Reis e Monica Silveira Brito (colaboração)

Fotografia
“Fotografia de Natureza: Teoria e Prática”, de Luiz Claudio Marigo

Comunicação
“Impresso no Brasil – Dois séculos de livros brasileiros”, de Aníbal Bragança e Marcia Abreu (organizadores)

Artes
“Os Satyros”, de Germano Pereira e Aimar Labaki

Turismo e Hotelaria
“Hospitalidade – A inovação na gestão das organizações prestadoras de serviços”, de Geraldo Castelli

Gastronomia
“Machado de Assis: Relíquias Culinárias”, de Rosa Belluzzo
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,ferreira-gullar-e-o-grande-vencedor-do-premio-jabuti-2011,805123,0.htm(2011)

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